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Pará

PARÁ: Policia cumpre ordem judicial de prisão contra traficante

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Policiais civis da Seccional Urbana de Itaituba, oeste do Estado, cumpriram mandado de prisão preventiva decretado contra o traficante de drogas Genivaldo Oliveira dos Santos. Ele responde inquéritos pelo crime. A prisão dele foi efetuada pela equipe policial formada pelos investigadores Lobo e Hércules, com apoio do escrivão Haroldo, sob comando do delegado Alexandro Napoleão Sant’Ana. A ordem de prisão foi determinada pelo juiz Rômulo Nogueira de Brito, da Vara Penal de Itaituba. A equipe de policiais civis investigou a ação do traficante durante duas semanas. De posse da ordem judicial, os policiais seguiram em direção ao bairro da Floresta, onde reside o acusado.

Ali, próximo da casa de Genivaldo, o traficante, ao ver os policiais, saiu em fuga em uma motocicleta. Ele foi perseguido pelos policiais, mas, de início, conseguiu despistá-los. No entanto, explicou o delegado, havia suspeitas de que ele iria procurar ajuda de seu advogado. Diante disso, os policiais foram à casa do defensor do acusado. Na chegada ao local, os policiais viram a motocicleta do fugitivo na garagem da residência. Indagado pelos policiais sobre o paradeiro do traficante, o advogado tentou enganar os policiais, alegando que seu cliente teria abandonado o veículo ali e depois teria fugido em um táxi sem lhe informar o destino.

O delegado Alexandro determinou que a equipe policial cercasse o imóvel e fizesse uma vistoria no entorno do imóvel. Nesse momento, um dos policiais percebeu que havia um homem deitado sobre o telhado já no lado dos fundos da casa. Os policiais subiram no muro da casa de um vizinho, de onde passaram para cima do telhado. Ao ser abordado, o acusado novamente tentou fugir, mas se desequilibrou e caiu de uma altura de 2,5m, ficando sobre as telhas da casa vizinha. Ele teve ferimentos pelo rosto. Depois, Genivaldo foi socorrido no Hospital Municipal e, em seguida, conduzido ao cárcere da Seccional Urbana de Itaituba, onde aguarda transferência para a Cadeia Pública do município.

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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