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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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PARÁ: Policiais civis de Redenção prendem assaltante de banco em Goiânia

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Uma equipe de policiais civis do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), da Polícia Civil, em Redenção, sul do Pará, prendeu nesta segunda-feira (17) em Goiânia (GO), Adriano Pereira dos Santos, conhecido assaltante de banco com atuação na região. Ele é especialista em praticar assaltos na modalidade conhecida por “sapatinho”, aquela em que bandidos sequestram bancários para fazer reféns os familiares e roubar agências.

A prisão de Adriano Santos teve apoio da Polícia Civil goiana. Nesta terça-feira (18), ele foi transferido para Redenção, para ficar recolhido em uma unidade do sistema penitenciário na região. O criminoso é investigado por envolvimento em quadrilha de assaltantes responsável pela extorsão mediante sequestro de um gerente e de familiares da vítima. A ação criminosa teve como alvo a agência do Banco do Estado do Pará (Banpará ) na cidade de Floresta do Araguaia, em meados de novembro de 2010.

Após o roubo, a equipe do NAI de Redenção iniciou investigações que resultaram na identificação e na prisão de integrantes do bando. Um dos presos, o primeiro a ser localizado, é Creone Andrade Lemes. Ele foi encontrado pelos policiais civis em Colinas do Tocantins, interior do Estado de Tocantins. Ainda no decorrer das investigações, a equipe policial recebeu denúncias anônimas sobre o paradeiro do foragido Adriano Pereira dos Santos.

Assim, os policiais civis viajaram até Goiânia para localizar e prender o acusado, que já estava com mandado judicial de prisão preventiva decretado pela Justiça paraense. Após a prisão, o delegado Lúcio Flávio destacou a importância da participação da sociedade por meio de denúncias anônimas como forma de contribuir com a segurança pública. “Um caso como esse é exemplo perfeito para demonstrar como a sociedade pode cooperar com a Polícia. O serviço Disque-Denúncia, fone 181, deve ser usado sempre por pessoas de bem contra ações de bandidos”, salienta o policial civil.

Ainda, conforme o delegado do NAI, a sociedade paraense pode ter certeza de que o trabalho da Polícia Civil é incessante. “Não há fronteiras no nosso país continental que impeçam a realização da Justiça. Iremos até outros Estados da Federação, se preciso for, para prender quem insiste em prejudicar a paz social em nosso Estado”, asseverou. Adriano Santos vai responder por formação de quadrilha e extorsão mediante sequestro.

 “São crimes hediondos e que devem ser tratados com o rigor que a lei exige. A Polícia Civil do Pará fez sua parte e o caso agora está nas mãos do Ministério Público e do Poder Judiciário”, ressaltou.

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