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Pará

PARÁ: Policiais prendem integrantes de quadrilha de ex-presidiários em Paragominas

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Valter, Jonas e Railson foram presos

Uma quadrilha formada por ex-presidiários pretendia resgatar um detento do Sistema Penitenciário de Paragominas, nordeste do Pará, mas foi impedida e presa por policiais civis e militares, antes do crime. Railson de Paula Eveston, conhecido por “Rai”; Valter Sousa Santana e Jonas Leal Alves foram presos no momento em que iriam assaltar a casa de uma empresária no bairro Promissão I.

Durante o roubo, o bando iria levar o carro da vítima para usá-lo no resgate. O quarto integrante do bando, Fábio Souza Abreu, trocou tiros com os policiais e conseguiu fugir. Os bandidos planejavam resgatar o presidiário Ronivom Pinheiro da Silva, conhecido por “Roni”, preso desde fevereiro do ano passado, no Presídio Regional de Paragominas, por envolvimento em assaltos na região e nos Estados do Amapá e Maranhão. Os policiais tinham informações de que os bandidos iriam invadir a casa, por volta de 21h30, de sábado, 13.

Fabio Souza Abreu conseguiu fugir

Diante disso, eles foram até o local onde abordaram inicialmente dois dos três acusados presos. Eles estavam monitorando a movimentação no imóvel. No momento em que familiares da vítima chegaram à residência em três carros, dois comparsas em uma moto também chegaram ao local. Ao abrirem o portão da casa, os familiares da empresária foram surpreendidos pelos bandidos Railson, que conduzia a moto, e Fábio Abreu, que estava na garupa do veículo com revólver em punho.

Nesse momento, os policiais entraram em ação para impedir o crime. Fábio, que estava armado, reagiu e atirou contra os policiais. Ele foi baleado, porém, mesmo assim, conseguiu fugir. As equipes policiais eram comandadas pelos delegados José Ricardo Oliveira e Carmen Suely, e pelo investigador Marileno Alcântara, da Superintendência Regional da Zona Guajarina, e pela guarnição chefiada pelo capitão João Luiz, da PM. Segundo apuraram os policiais, o presidiário iria simular uma crise semelhante a um ataque epilético, no domingo, no horário das visitas. Assim, ele seria conduzido pelos agentes prisionais para atendimento no hospital municipal. Os bandidos fariam o resgate no trajeto até o hospital.

Ronivom da Silva seria resgatado

Os bandidos já eram investigados por envolvimento em um assalto ocorrido no Maranhão. O trabalho policial contou com informações repassadas por policiais federais. Os presos já respondem por outros assaltos e até homicídio. Valter Sousa Santana é maranhense natural de Imperatriz (MA). Ele esteve preso por crime de roubo contra uma distribuidora de gás, no município de Aurora do Pará e foi liberado, por ordem judicial, em janeiro deste ano. Jonas Leal Alves é natural de Castanhal e já foi preso por roubo, passando dois anos recolhido pelo crime. Já Railson de Paula Eveston é ex-presidiário da Comarca de Paragominas. Ele cumpriu pena por mais de dois anos pelo crime de homicídio e obteve alvará no início do ano de 2010. Os presos estão recolhidos à disposição da Justiça. Fábio Sousa Abreu cumpriu mais de dois anos de cadeia. Os quatro bandidos já conheciam o presidiário Ronivom Pinheiro da Silva do Presídio Regional de Paragominas, na época em que estiveram presos na casa penal. Além deles, haviam outros que comandavam a ação dos bandidos, os quais ainda estão sendo investigados.

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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