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Pará

PARÁ: Polícias Militar e Civil reprimem tráfico de drogas em Belém

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Uma ação conjunta das Polícias Militar e Civil surpreendeu os moradores do bairro do Barreiro na manhã desta terça-feira, 4, na capital paraense. Um efetivo de 260 PMs, com reforço de policiais civis, ocupou por mais de quatro horas o bairro, dando continuidade à Operação “Força pela Paz III”.

A operação recebeu o apoio dos moradores, que acompanharam o trabalho policial. Até pela internet, a população se manifestou favorável à operação. “Ações iguais a esta, com certeza, desestabilizam o crime e fortalecem a nossa esperança em um dia melhor, pois só assim poderemos nos dirigir, sair de nossa casa, e sentirmos que estamos seguros”, afirmou uma das moradoras da área em um comentário virtual.

A ação teve o objetivo de coibir o avanço da criminalidade no Barreiro, bairro que figura entre as maiores estatísticas de ocorrências de delitos. Durante a revista na área foram presos 42 suspeitos, incluindo nove mulheres e quatro adolescentes.

A tropa entrou em ação no Barreiro tendo à frente o comandante Geral da PM, coronel Augusto Leitão. No efetivo havia militares do Comando de Missões Especiais (CME), do Comando de Policiamento da Capital (CPC), do Comando de Policiamento Especializado (CPE), da Companhia Independente Especial de Polícia Assistencial (Ciepas) e alunos do curso de Formação de Sargentos.

Ação rigorosa

As inspeções nas casas e vias de difícil acesso foram acompanhadas pelo coronel Leitão. “Nosso objetivo é combater o tráfico de drogas, por ser esse tipo de crime um dos motivadores de outros delitos graves, como roubos e sequestros, realizados em geral sob grave ameaça à vítima, e em muitas vezes resultando em homicídios e latrocínios. Portanto, onde estiverem essas pessoas, agiremos com rigor para coibir e prevenir esses delitos e trazer mais segurança às famílias que residem nessas localidades”, ressaltou o comandante.

A entrada dos policiais no Barreiro resultou na apreensão de várias substâncias entorpecentes, como maconha prensada e embalada, duas pedras de oxi (das quais podem resultar cerca de um quilo de cocaína), 75 petecas de pasta base de cocaína, diversas “trouxinhas” de pasta base de coca, seis sacos grandes com pasta base congelada (encontrada em uma geladeira) e um saco contendo aproximadamente 1,5 kg de substância em pó semelhante à cocaína.

A polícia apreendeu em poder dos traficantes um veículo Fiat Punto, um Ibiza e uma motocicleta CG Titan. Os policiais encontraram ainda um revólver calibre 38, 16 ataduras utilizadas para ocultar a droga em disfarces como “ferimento com gesso”, um televisor pequeno, igual ao utilizado para videomonitoramento, um notebook, dois telefones celulares, cinco frascos com perfumes, duas balanças de precisão e outros materiais.

A operação “Força pela Paz III” foi precedida por minucioso trabalho de apuração, realizado por agentes de segurança pública, considerando dados estatísticos, denúncias recebidas pela Central do Serviço Disk Denúncia 181 e investigações dos Serviços de Inteligência das Polícias Militar e Civil.

Os policiais encontraram uma bolsa com vários documentos pessoais e cartões de crédito, além de uma pasta com vários talonários de recibos, com nomes de pessoas que devem aos traficantes, cujas identificações serão investigadas. Foram encontrados ainda R$ 720,50, entre cédulas de pequeno valor e moedas.

A ação policial foi concluída por volta de 14h. As pessoas presas durante a operação foram apresentadas à Polícia Civil na Delegacia do Marco, onde o delegado Éder Mauro, titular do Grupo de Policiamento Metropolitano (GPM), já indiciou 29 por tráfico de drogas. O delegado Geral de Polícia Civil, Raimundo Benassuly, acompanhou a ação policial.

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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