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segunda-feira, 16 / maio / 2022
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PARÁ: População reclama da falta de qualidade da água em bairros de Belém

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Uma água de aparência barrenta e enferrujada. Nest último final de semana a reclamação dos moradores de dois dos 25 bairros de Belém que ficaram sem água uma parte do domingo foi a mesma – avisados da falta de água, quando foram armazenar o líquido, perceberam que da torneira saía água suja, imprópria para uso doméstico e consumo. O serviço foi interrompido pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) para que a Rede Celpa fizesse a instalação elétrica da subestação Curió e a manutenção na subestação da Cosanpa do bairro de São Brás. Para tal, foi necessário o desligamento programado da estação de captação da companhia. A medida atingiu cerca de 800 mil pessoas, conforme estimativa da Cosanpa.

Estava previsto que a água faltaria a partir das 8horas até, no máximo, 14h. No bairro da Condor, o serviço foi normalizado antes do previsto, por volta das 10h. Mas a costureira Teresinha Barbosa, de 60 anos, reclamou da qualidade da água. ‘Nós nos preparamos enchendo baldes, mas com o líquido que saiu da torneira não é possível preparar o almoço nem tomar banho. A falta de água é comum aqui neste bairro, ontem mesmo ocorreu durante toda a manhã, com a diferença de que não fomos avisados’, disse a moradora.

O motorista Renato Brabo, 45, aproveitou a volta da água para lavar o carro. ‘No domingo é o dia que mais atrapalha, porque fica todo mundo em casa e ninguém pode tomar banho até a água voltar’, disse o morador do Condor.

No bairro do Umarizal, próximo ao canal da travessa 14 de Março, a falta de água mudou a rotina dos moradores. A empregada doméstica Mônica Santos, 49, providenciava o almoço. ‘Não vai dar para fazer comida em casa, vai ser preciso comprar fora. A água para lavar os pratos vou pedir para uma vizinha que tem poço’, explicou. A aparência amarelada da água também chamou atenção. A aposentada Marlene Siqueira, 70, encheu os baldes nas primeiras horas do domingo, mas as reservas estavam no fim antes das 12 horas. ‘A água que saí da torneira é muito suja. Preciso coar para tirar a ferrugem. Como não temos dinheiro para comprar garrafas de água mineral, precisamos fazer tudo com esta que não é boa, até dar para as crianças’, diz a moradora. (O Liberal)

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