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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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PARÁ: Prefeito de Marabá nomeia secretários interinos

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Apenas nesta segunda-feira, 28, foram apresentados os seis secretários interinos para o lugar dos exonerados na última semana pelo prefeito de Marabá, Maurino Magalhães de Lima. Dois dos nomes especulados foram confirmados: Marcos Davi Aguiar, na Secretaria de Gestão Fazendária e Adriane Nunes de Melo, na Secretaria de Viação e Obras Públicas. Tal qual fez na última semana, o prefeito reuniu a imprensa em entrevista coletiva e voltou a apelar à compreensão dos marabaenses.

Mais uma vez Maurino deu um chá de cadeira nos jornalistas, ao convidar para uma posse dos secretários que se daria às 16 horas, mas que de fato só se iniciou próximo às 18 horas, após uma reunião a portas fechadas dele com os novos integrantes do primeiro escalão.

Quando a apresentação finalmente começou, os discursos foram longos e sucessivos, do gestor, dos secretários Elza Miranda (Semel), Ney Calandrini (Semed), Miguel Gomes Filho (SDU) e os vereadores Irismar Sampaio (PR) e Alécio da Palmiteira (PSB), da base aliada. Enquanto isso, os que estavam assumindo tiveram de aguardar pacientemente em pé, do lado da mesa onde estava Maurino.

Secretário

Os demais secretários são: Nilson da Costa Piedade, na Secretaria Municipal de Saúde, em substituição a Paulo Geraldo de Souza; Wilson da Silva Marques, na Secretaria de Planejamento (Seplan) e Marlúcia Saraiva Vasconcelos, na Secretaria de Administração (Semad). Leila Mariano Martins será a titular da Assessoria de Comunicação (Ascom). Dos exonerados, aliás, apenas o médico Paulo Geraldo estava ali presente ontem e, ao falar, evitou polemizar, só desejando sucesso ao seu sucessor, o quinto titular da pasta nesses três anos.

Miguelito, que já foi secretário de Saúde e é vereador licenciado, disse, no popular, que a gestão na SMS é uma obra ingrata e das mais impossíveis. Segundo ele, para dar certo na Secretaria de Saúde tem de ser Deus ou Jesus, pois aquele que entra lá está “ferrado”. Para Miguel, o problema da saúde reside na falta de recursos.

Ainda sobre este pormenor, o próprio prefeito, em sua fala, tentou jogar a bola para a Imprensa, dizendo que as reportagens só mostram os problemas da saúde. “Quando morre um lá vocês mostram, não lembram que lá (no hospital) nascem quase 700 crianças por dia”, bradou, sem explicar o que têm a ver os nascimentos com as políticas do setor de saúde.  (Emilly Coelho e Patrick Roberto – Correio Tocantins)

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