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terça-feira, 24 / maio / 2022
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PARÁ: Prefeitura de Parauapebas quer despejar comerciantes irregulares

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O Ministério Público do Pará promete tomar providências urgentes para que uma área pública de Parauapebas, conhecida como ‘De Costas pra Rua’, seja desocupada imediatamente. O espaço, hoje ocupado por dezenas de comerciantes, foi cedido pela prefeitura no governo da então prefeita Bel Mesquita. O prazo para desocupação da área expirou na semana passada, sendo que a prefeitura já acionou novamente o MP para que sejam tomadas as providências que o caso requer, uma vez que nenhum comerciante saiu do local.

De acordo com as autoridades locais, a área é púbica e imprópria para comercialização, pois além de estar localizada em um dos locais mais movimentados da cidade, tem sido cenário de acontecimentos violentos como assassinatos, roubos, tráfico de drogas e venda de bebida alcoólica. Os comerciantes já participaram de várias reuniões com o Ministério Público e representantes da prefeitura. A última aconteceu na tardede terça-feira passada (12), no auditório do Sine – Sistema Nacional de Empregos, mas nada foi definido.

Muitos trabalham no local há mais de 10 anos e não dispõem de outro meio para sobreviver. Arinis Silva, de 36 anos, comerciante, disse que só vai deixar seu estabelecimento quando a prefeitura indenizá-la ou construir uma área adequada. O poder público ofereceu 37 blocos no Mercado Municipal, localizados no Bairro Rio Verde, área onde os comerciantes poderão continuar desenvolvendo suas atividades em tendas que serão montadas dentro do prédio público. Para a Secretaria de Desenvolvimento, o ‘De costa pra Rua’ tem que ser demolido, pois o local além de poluir o meio ambiente também agride o paisagismo da cidade, causando mau cheiro e desconforto às pessoas que frequentam o local.

De acordo com alguns frequentadores da área, o local é impróprio para comercialização de alimentos, uma vez que tudo é preparado sem as mínimas condições de higiene. Os barraqueiros dizem que só deixam o local quando a prefeitura construir outra área ou então indenizá-los, caso contrário nada será acordado.

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