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Pará

PARÁ: Remo e Paysandu fazem hoje o primeiro clássico

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São muitos os movimentos separatistas no Pará. Pois bem, pelo menos no dia de hoje, o Estado acordou dividido. De um lado, os azulinos. Do outro, os bicolores. É Re-Pa! Não há momento mais emocionante no futebol paraense. Tudo é diferente em uma partida que, na verdade, começa muito antes da bola rolar. E o clássico de número 702 entre Clube do Remo e Paysandu, a partir das 16h, no Mangueirão, tem tudo para ser um dos maiores e melhores dos últimos tempos na decisão do Campeonato Paraense.

O futebol tem magia, é enigmático. Porém, nada se compara a um clássico entre Clube do Remo e Paysandu. Dizem por aí que Fla-Flu ou o Gre-Nal consegue ser empolgante, mas me desculpem os cariocas e os gaúchos. O Re-Pa consegue mexer com o íntimo do torcedor paraense. É capaz de arrepiar. Se fosse o contrário, como entender que mesmo um estando na Série C e o outro sem divisão, lá estão os paraenses guardando uns trocados, retirando a camisa azul-marinho ou a azul-celeste do guarda-roupa e se preparando para incentivar seu clube do coração? Quem mais faz isso?

E tudo está conspirando a favor de um grande espetáculo na tarde de hoje: o Remo é disparado o time de melhor campanha. O Paysandu cresceu no momento decisivo, e isso sempre conta no embate. O que o Re-Pa tem de igual com relação aos outros clássicos? Não há favoritismo, jamais. Como se não bastasse, os rivais vêm de vitória, estão classificados para a segunda fase da Copa do Brasil e não se enfrentam em decisão de turno desde 2008. Haja incentivo para que os mais de 40 mil apaixonados compareçam ao solo sagrado do futebol do Estado.

Os personagens? Com eles, aumenta a chama do Re-Pa. Heliton e Moisés, as grandes revelações. Adriano e Favaro, quem é o verdadeiro paredão? Sandro e Gian, rixa antiga. Charles e Sinomar, quem tem mais estrela? O torcedor não considera os 22 jogadores que entrarão em campo na tarde de hoje como tais. São muito mais que isso. São representantes de duas grandes nações capazes até mesmo de deixar de comer para garantir o seu ingresso e incentivar seu time de coração. Por isso, sacode a bandeira, Fenômeno Azul. Solta o grito, Avalanche Bicolor. O coração já pulsa forte pelo início do clássico mais disputado do futebol brasileiro. Chegou a hora.

Bicolores querem superar o desentrosamento

Não existem dúvidas que o Paysandu tem sede de acertar. A ânsia é tão grande, que a diretoria de futebol não brinca em serviço e está sempre à procura de algum jogador bom, que possa contribuir com o plantel na temporada. A atitude é constantemente criticada, entretanto, se é certo ou errado contratar em demasia, o grupo de jogadores do presidente Luiz Omar Pinheiro chegou lá e hoje encara o primeiro duelo com o Remo, pela conquista da Taça Cidade de Belém.

Para esse primeiro jogo, o time será diferente de todas as formações dos compromissos anteriores, e tem chances de jogador que chegou sexta-feira, o meio-campo Alexandre, ser escalado por Charles Guerreiro, um risco que o alviceleste corre no embate com o entrosado elenco azulino. Entretanto, na provável escalação, a julgar pelo coletivo de sexta-feira (12), o Paysandu vem com duas alterações em relação ao time que entrou no início da última partida. Para o lugar de Zeziel entra Thiago Potiguar, sendo que a dúvida reside no ataque, com a contusão de Didi, que nem chegou a treinar no último coletivo.

O atacante Bruno Rangel, opção para o lugar de Didi, aposta suas fichas nessa nova oportunidade que terá como titular do manto sagrado alviazul. Isso, claro, se não houver mais mudanças de última hora. “Estou preparado. É uma nova oportunidade, o professor Charles confia em mim. O que eu espero é que o grupo possa fazer um bom jogo no domingo (hoje), seja entrando no primeiro tempo ou no segundo tempo”, fala, com a ansiedade de quem sabe que, dependendo do seu desempenho, pode ir do céu ao inferno.

Leão Azul mantém base e seu estilo de jogo

Embora não claramente, o lado remista gaba-se de ter uma formação definida desde o início do Estadual. Não haverá surpresa, salvo algum problema de última hora. O fato facilita até o entrosamento dos recém-chegados, como o zagueiro Márcio Nunes. “É claro que temos que cuidar de alguns detalhes, como ter atenção redobrada na defesa, já que se trata de um gramado com dimensões maiores”, explicou Nunes, substituto do zagueiro e capitão, Pedro Paulo, suspenso, em alusão ao Mangueirão.

O xerife planeja dificultar as ações dos adversários, sobretudo, do veloz Moisés. Márcio tem a receita para pará-lo. “Sempre que possível, diminuir o espaço. Quando não for possível, não dar o bote para que a gente não seja surpreendido e ele sair de cara com o nosso zagueiro”, ensinou.

Além dele, a título de comparação, há outra alteração na equipe que jogou e arrancou o empate no primeiro Re-Pa da temporada. A saída do lateral Índio. Ele ainda não se firmou e Levy, que o substitui no primeiro encontro entre os titãs, é o titular há aproximadamente um mês. “Não tem porque (mexer). Temos o ataque mais positivo do campeonato e uma das defesas menos vazadas”, apoiou-se Sinomar Naves. (Diário do Pará)

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Assista o Conexão Rural deste final de semana – Dias 31 e 1ª

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PALESTINA: Trânsito deve ser municipalizado

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Os Poderes Executivo e Legislativo palestinense começaram a discutir sobre a municipalização do trânsito.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a divisão de responsabilidades e uma sólida parceria entre órgãos federais, estaduais e municipais. Para os municípios se integrarem ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT), exercendo plenamente suas competências, precisam criar um órgão municipal executivo de trânsito com estrutura para desenvolver atividades de engenharia de tráfego, fiscalização de trânsito, educação de trânsito e controle e análise de estatística.


Conforme o porte do município poderá ser reestruturada uma secretaria já existente, criando uma divisão ou coordenação de trânsito, um departamento, uma autarquia, de acordo com as necessidades e interesse da municipalidade.

As conversas entre Legislativos e Executivo em Palestina, devem ser afuniladas, para a formalização de um projeto que terá de ser aprovado pelos parlamentares.

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Pará

Estado e prefeituras de Santa Maria das Barreiras e Santana do Araguaia vão recuperar estradas vicinais

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O governo do Estado do Pará e a prefeitura da cidade de Santa Maria das Barreiras assinaram nesta quarta-feira (28), dois convênios para a recuperação de estradas vicinais e para o repasse de combustível ao município. O documento foi assinado pelo governador Helder Barbalho, pelo prefeito Adriano Salomão e outras autoridades que acompanharam a cerimônia oficial, realizada em Casa de Tábuas, distrito de Santa Maria das Barreiras.

“Hoje nós estamos liberando cerca de R$ 3,6 milhões para a prefeitura de Santa Maria das Barreiras usar com combustível e recuperação de estradas. Com isso, vamos escoar a produção e, se Deus quiser, retornaremos aqui para trazer mais asfalto para as ruas de Santa Maria das Barreiras e também para Casa de Tábua”, destacou o governador.

No primeiro convênio está previsto, no total, a recuperação de  mais de 100 Km de vias. O trabalho será realizado em três trechos que ligam comunidades as principais rotas dentro do território barreirense. O objetivo é melhorar a trafegabilidade na região, garantindo assim, mais segurança para quem utiliza as estradas e para o escoamento da produção local.

“Esses grandes convênios pautados na área viária do Estado nos deixam muito felizes pelos benefícios que vão trazer”, destacou o prefeito de Santa Maria das Barreiras, Adriano Salomão.

Para quem precisa andar de moto pelas vicinais, como o estivador Claudionor Pereira da Silva, a ação para melhoria das estradas é importante. “Eu passo por esses lados todos os dias, então digo que esse serviço está melhorando muito a nossa vida. Passar por aqui, com a estrada ruim, é terrível”, destacou.

O segundo convênio assinado entre a prefeitura de Santa Maria das Barreiras e o governo do Estado será para repasse de óleo diesel, que servirá para abastecimento de equipamentos de terraplanagem e para o restabelecimento da trafegabilidade de vicinais.

Ao saber das ações realizadas pelo governo do Estado em parceria com a prefeitura municipal, dona Edinelza da Silva comemorou. “Esse trabalho está ótimo, eu acho muito bom. O serviço tá ficando maravilhoso em comparação com o que era antes”, disse a lavradora.

Durante a programação, o governador Helder Barbalho também assinou um terceiro convênio, desta vez, com a prefeitura de Santana do Araguaia. No documento consta a parceria entre Estado e município para garantir a reconstrução de vias e combustível para execução do serviço.

“Em Santana não será diferente. Nós assinamos um convênio com valor perto de R$ 600 mil para combustível. Assim, o prefeito poderá trabalhar nas estradas vicinais. Além disso, estou esperando a equipe do gestor terminar o projeto do hospital e do terminal. Na hora que terminar, nós vamos lá”, explicou o governador.

“O governador está doando combustível para Santana do Araguaia e nós vamos levar mais estradas ao nosso município”, destacou o prefeito de Santana do Araguaia, Eduardo Da Machado”.

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