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Pará

PARÁ: São Raimundo perde para Botafogo-RJ em jogo de sete gols

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O Botafogo confirmou sua superioridade e venceu por 4 x 3 o São Raimundo-PA, nesta quinta-feira, no Engenhão. Com o gols de Danny Morais, Sandro Silva e Loco Abreu, duas vezes, o Alvinegro carioca avançou para a segunda fase da Copa do Brasil. Os cariocas terão pela frente o Santa Cruz-PE, já na próxima quarta-feira.

A equipe carioca só precisava do empate, pois na partida de ida, o São Raimundo utilizou três jogadores de maneira irregular e perdeu os pontos da vitória por 1 x 0 em Santarém.

O jogo

O jogo começou com o Botafogo já colocando pressão no Sâo Raimundo. A defesa paraense tentava de todas as formas tirar o perigo, mas o alvinegro carioca chegava fácil ao gol de Labilá. Aos oito minutos, Lúcio Flávio lançou Loco Abreu. O uruguaio ficou de frente para o goleiro do São Raimundo, mas tocou para fora.

O ataque do Botafogo chegava seguidamente na área do Raimundo e aos 14 minutos Herrera acertou o travessão de Labilá. No entanto, no minuto seguinte, veio o primeiro gol dos donos-da-casa. Após bola levantada na área, o zagueiro estreante Danny Morais desviou de cabeça e colocou para a rede.

A equipe carioca continuou no ataque e quase marcou o segundo aos 20 minutos. Marcelo Cordeiro cobrou falta na área do São Raimundo, Herrera atrapalhou Labilá, mas a zaga tirou o gol na linha. A primeira boa chance do São Raimundo veio três minutos depois em um dos poucos ataques paraenses. Ceará apareceu de surpresa pela direita, mas na hora de finalizar isolou a bola.

A partida foi ficando mais nervosa, com os jogadores das duas equipes, mas principalmente do São Raimundo, apelando para faltas mais duras. O Botafogo só voltou a levar perigo aos 30 minutos quando Lúcio Flávio cobrou falta na área, Marcelo Pitbull resvalou e a bola bateu na cabeça de Antonio Carlos, mas subiu.

O Botafogo voltou a criar chances de gol, mas não conseguia finalizar. Isso até os 39 minutos, quando Lúcio Flávio lançou Loco Abreu. No entanto, o uruguaio chutou por cima do gol de Labilá. Nos minutos finais, os donos da casa diminuiram o ritmo e permitiram que o Sâo Raimundo chegasse algumas vezes no campo de ataque. Sò que a defesa carioca se mostrou segura e impediu qualquer lance de perigo até o intervalo.

No segundo tempo, o Botafogo teve chance de ampliar logo com três minutos. Marcelo Cordeiro cobrou falta na área. A bola passou por todos os jogadores e bateu na trave direita de Labilá. No entanto, a resposta do São Raimundo veio aos nove, quando Marcelo Pitbull chutou de fora da área, mas a bola foi por cima do gol de Jéfferson.

A equipe carioca teve outra chance ótima aos 11 minutos. Loco Abreu recebeu na intermediária, passou por Carlão, mas finalizou em cima de Labilá, que chegou o ângulo impedindo o gol do uruguaio. Dois minutos depois, Herrera fez jogada individual e quando foi finalizar, acabou travado pela zaga.

O jogo passou a ficar mais equilibrado e o São Raimundo teve ótima aos 17 minutos. Jari chutou da entrada da área e obrigou Jéfferson a fazer grande defesa. No escanteio, Beto cobrou na cabeça de Branco para empatar. No entanto, no minuto seguinte, o Botafogo ficou novamente a frente. Flamel errou na saída de bola e deixou no pé de Sandro Silva, que tocou na saída de Labilá.

Mesmo sofrendo o revés, o São Raimundo era melhor no jogo e passou a dominar a posse de bola e rondar a área de Jéfferson. Só que quem marcou foi o Botafogo, aos 29 minutos. Edno cruzou pela esquerda na primeira vez que tocou na bola. O zagueiro Evair resvalou, tirou Labilá da jogada. O uruguaio Loco Abreu, bem posicionado, só teve o trabalho de colocar a cabeça e marcar o terceiro.

No entanto, o São Raimundo descontou no minuto seguinte. Michel desviou cruzamento de Ítalo, pela direita, e marcou o segundo dos paraenses. Após o gol, o Botafogo voltou a ter chance de ampliar. Aos 33 minutos, Loco Abreu foi lançado e chutou cruzado, mas Labilá fez boa defesa.

A situação ficou ruim para o Botafogo aos 36 minutos. Somália, que havia entrado minutos antes, deu um carrinho por trás em Flamel e acabou sendo expulso diretamente pelo árbitro. Com um a mais, o São Raimundo foi para o ataque e aos 37 Flamel fez boa jogada indicudual e chutou, mas para fora.

A resposta do Botafogo veio em grande estilo no minuto. Caio levou a bola para fundo, pela esquerda, e cruzou rasteiro para Loco Abreu, que só tocou para a rede e marcou seu segundo na partida, o quarto dos cariocas para decretar a classificação. Nos minutos finais, o São Raimundo ainda descontou com Ítalo, após cobrança de escanteio aos 44 minutos e deu números finais a partida. (Gazeta Esportiva)

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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Pará

MARABÁ: ARCON coíbe circulação do transporte clandestino

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Com o intuito de coibir a circulação do transporte clandestino, a equipe de fiscalização da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon-Pa) realizou durante esta semana uma  operação de combate ao transporte  irregular de passageiros nas estradas do município de Marabá, sudeste do Estado.

A fiscalização atuou na região sudeste do Estado, no período dos dias 10 a 14/05.  A Arcon vem realizando operações periódicas para impedir a circulação do transporte clandestino nas estradas de todo o Estado. A ação, mobilizada pela equipe de fiscalização da Agência, contou com o apoio da Polícia Militar. 


“O objetivo da operação é garantir a prestação do serviço do transporte intermunicipal de forma segura, e autorizada pelo órgão estadual para a segurança nas viagens da população paraense e a garantia no cumprimento ao protocolo de sanitário de enfrentamento à Covid-19”, explica Ivan Bernaldo – Diretor de Fiscalização da Arcon.

Durante a operação em Marabá, foram apreendidos 10 veículos clandestinos e aplicados 17 autos de infração. Os fiscais da Arcon também observaram o cumprimento do protocolo de segurança por conta da Covid-19 (Decreto nº 800/2020) a capacidade de lotação, dentre outros itens para a segurança da viagem, como, por exemplo, as condições dos veículos.

Serviço: Denúncias e reclamações podem ser feitas presencialmente, nas salas da Ouvidoria da Arcon-Pa localizadas nos terminais rodoviário e hidroviário de Belém, pelo telefone 08000911717, no e-mail [email protected], e através do  aplicativo de celular “Ouvidoria Arcon-Pa”.

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