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Pará

PARÁ: Serra Pelada se associa ao projeto Serra Leste, de ferro, e Cristalino, de cobre

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O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Maurílio Monteiro, disse que a ideia do governo é promover a lavra mecanizada no garimpo o mais rápido possível para que os garimpeiros aproveitem a boa cotação do ouro. “É a realização de um sonho”, destacou o secretário, ao enumerar outros grandes projetos na região de Curionópolis: Serra Leste, de minério de ferro, e da mina do Cristalino, de exploração de cobre. “Agora, o município de Curionópolis terá que se organizar para manter uma boa prestação de serviços, infraestrutura e saúde. Os royalties desses projetos vão ajudar no desenvolvimento dessa região”, disse o secretário.

A entrega da concessão para lavra do garimpo de Serra Pelada atraiu centenas de autoridades políticas da região sudeste do Pará, do estado do Maranhão e da capital federal.

O senador Edison Lobão (PMDB), ex-ministro da Minas e Energia, elogiou a conduta da governadora Ana Júlia no processo de reabertura do garimpo, ressaltando ainda que, ao deixar o Ministério, recomendou ao seu sucessor Marcio Zimermmam, um cuidado especial com o assunto.

Já o ministro disse que o momento foi um ato histórico, considerando que o assunto já se arrastava há mais de vinte anos, desde o fechamento de Serra Pelada na década de 80. O ministro também destacou a atuação da governadora Ana Júlia Carepa, que não abriu mão de lutar pelos direitos dos trabalhadores.

Zimermman também falou que o Pará é a maior província mineral do país e que o governo do Estado tem mantido uma política de desenvolvimento acordada com o potencial e voltado para o atendimento social.

Belo Monte

O ministro Marcio Zimermmam também falou sobre a política energética e da competência da governadora na defesa da construção da usina de Belo Monte, prevista para construção no rio Xingu, no município de Altamira.

O presidente da Federação dos Municípios do Pará, prefeito de Ananindeua Helder Barbalho (PMDB); a deputada Bernadete Ten Caten (PT) e o deputado federal Cleber Verde, do PV do Maranhão, autor do projeto que pede pensão vitalícia aos garimpeiros, também se manifestaram e destacaram a atuação da governadora Ana Júlia Carepa no processo de reabertura do garimpo.

Entre os prefeitos da região, estiverem presentes Darci Lerner (PT), de Parauapebas, e Genival Diniz (PT), de Eldorado dos Carajás, além de Cláudio Sclean, diretor do Ministério das Minas e Energia; Ari Sussman, diretor-presidente do Conselho de Administração da empresa Kolossus; e Tony Duarte, presidente da Associação Nacional de Garimpeiros de Serra Pelada.

Sonho realizado

Para os garimpeiros, a reabertura de Serra Pelada é a realização de um sonho. Muitos viajaram um dia e uma noite para estar em Curionópolis na manhã de quinta-feira.

Manoel Braga Dourado, de 67 anos, vive em Barra do Corda, no estado do Maranhão, com rendimentos da aposentadoria de um salário mínimo. Para ele, que viveu três anos no garimpo, a reativação com tecnologia moderna tem um significado de vitória. “É uma vitória para todos nós”, disse.

A dona-de-casa Raimunda Fialho, viúva de garimpeiro, criou os oito filhos sozinha, trabalhando na roça, após a morte do marido. Ela conta que era muito sofrida e que Serra Pelada não rendeu o que marido esperava, mas agora, com a ajuda da governadora Ana Júlia, a situação pode mudar.

“Espero em Deus que a situação seja diferente. Se a governadora conseguir este direito eu quero receber”, disse.

Para o prefeito de Curionópolis, Wanderson Chamon (PMDB), o apoio da governadora Ana Júlia Carepa foi fundamental para o município estar vivendo uma nova realidade. “Agora temos três grandes projetos de mineração autorizados pela nossa governadora. Isso nos dá a chance de crescermos economicamente e garantindo mais qualidade de vida para os moradores de Curionópolis”.

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Pará

MARABÁ: Foram sepultadas nesta terça, 1º, ex-secretária de Turismo e filha mortas por pistoleiros

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Os corpos de Vanuza Barbosa, 41 anos, e sua filha, Jackciane Barbosa, 25 anos, foram enterrados na manhã desta terça-feira (1º) em um cemitério no núcleo São Félix, no bairro Novo Progresso, em Marabá, na região de Carajás, no estado do Pará.

As vítimas foram assassinadas na noite de domingo (29) em uma chácara que fica no núcleo São Félix. De acordo com informações preliminares colhidas pela Polícia Civil, Vanuza foi assassinada com um tiro no rosto e a Jackciane com um tiro no rosto e outro no peito.

Vanuza Barbosa foi secretária de turismo do município no período de 2009 a 2012. Jackciane Barbosa é bacharel de Direito e passou recentemente na proba da OAB.

Polícia Civil informou que investigação do caso segue em sigilo e que nenhum suspeito foi preso ainda.

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Pará

“Novo Cangaço” volta a atacar no Pará

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Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

“Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados”, diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. “Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar.”

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. “Nossa cidade sempre foi pacífica”, escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

O governador Helder Barbalho (MDB) disse que acompanha o caso.

“Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense”, escreveu governador.

Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “praticamente todos os envolvidos” foram presos.

Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.

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Pará

REDENÇÃO: Operação Seguro Fake apura fraudes em benefícios do seguro desemprego

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de terça, 1, a Operação Seguro Fake II, que visa apurar esquema de fraudes ao seguro desemprego, e outros benefícios sociais, no Pará.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belém, a maioria deles relacionados a alvos localizados na cidade de Redenção/PA, sendo um dos  mandados cumprido em Palmas/TO. A Justiça determinou também a indisponibilidade de bens de quatro alvos, para fins de ressarcimento dos prejuízos causados à Fazenda Pública, que comprovadamente já ultrapassam o valor um milhão de reais.

Os crimes investigados são o estelionato previdenciário (art.171, parágrafo 3, do Código Penal), inserção de dados falsos em sistema de informação (art.313-A do Código Penal) e organização criminosa (art.2, caput, da Lei n° 12850/2013).

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