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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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PARÁ: Simpósio discute os tipos de câncer mais comuns no Oeste do Estado

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O II Simpósio de Oncologia do Oeste do Pará reuniu 260 estudantes e profissionais de saúde de Santarém para discutir sobre os tipos de câncer mais incidentes na região Oeste do Estado. O encontro é organizado pela Liga Acadêmica em Oncologia do Pará (Laopa) e visa desenvolver e proporcionar o estudo da oncologia entre os estudantes e profissionais de saúde.

O presidente da Laopa e acadêmico de medicina, Alan Pinheiro Fernandes, explica que “o conhecimento sobre o assunto é muito importante para os estudantes que, no futuro, farão os atendimentos na região”.

O coordenador do setor de oncologia do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) e também orientador dos acadêmicos que promovem o simpósio, Marcos Fortes, ressalta que investir nos futuros profissionais de saúde da região garante um serviço de qualidade para os usuários do sistema de saúde. “Nós todos somos usuários do sistema de saúde, independentemente de sermos médicos ou não. Investir nesses acadêmicos é importante porque futuramente eles é que vão ocupar os espaços da medicina aqui na região e até no Brasil. Fico feliz em ver o interesse e preocupação desses alunos em aprender a se especializar cada vez mais na profissão”.

O simpósio, que iniciou na segunda-feira, 31, e seguiu até sexta-feira, 4, ocorreu no auditório da Universidade do Estado do Pará (Uepa). No último dia, houve uma palestra sobre os desafios da oncologia na Amazônia, ministrada pelo médico presidente da Sociedade Médico Cirúrgica do Pará e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia, José Luiz Amorim de Carvalho.

Referência

Atualmente, mais de 40 cirurgias oncológicas de alta complexidade e 300 sessões de quimioterapia são realizadas por mês no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA).

O coordenador de oncologia do HRBA, Marcos Fortes, garante que Santarém se tornou referência em oncologia na região Oeste do Estado desde a implantação do serviço, em agosto de 2008. “Isso significa que os pacientes da região não dependem mais de transferência para realizar tratamento fora do domicílio e aqueles que são da região e estão fora já solicitam a transferência para voltar e receber o tratamento mais próximo da família”.

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