- Publicidade -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
domingo, 22 / maio / 2022
- Publicidade -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Publicidade -spot_img
Array

PARÁ: Vale chama de desmobilização o fechamento de guseira

Mais Lidas

Em resposta a reportagem divulgada pela imprensa, em que metalúrgicos denunciaram que a Vale pretende fechar sua guseira em Marabá, a Usina Ferro Gusa Carajás (FGC), a empresa assumiu que estuda essa providência. A mineradora, no entanto, trata o fechamento como uma “desmobilização” e garante que não haverá demissões, pois pretende transferir os empregados para outros projetos na região.

A FGC é uma das empresas do Distrito Industrial de Marabá que amarga a crise do setor guseiro que se arrasta desde o final de 2008. Desde aquele período, o mercado internacional, que é o cliente da atividade, passou a pagar valores menos atrativos pelo produto. Ao mesmo tempo, as pressões de órgãos governamentais pela legalidade do carvão que alimenta os alto-fornos, aumentou.

Sem conseguir chegar aos fornecedores, os fiscais passaram a focar no estoque das guseiras e a multá-las. As empresas também passaram a ser responsabilizadas em caso de carvoeiras que praticam trabalho escravo.

Leia o inteiro teor da nota da assessoria da Vale sobre a Ferro Gusa:

 “A Vale esclarece que está desenvolvendo estudos para avaliar a desmobilização das operações da Usina Ferro Gusa Carajás (FGC), em função da indisponibilidade de carvão legal produzido a partir de madeira de reflorestamento. Os estudos preveem que os empregados da FGC, uma vez aprovado o processo de encerramento das atividades, sejam transferidos para outros projetos ou operações da Vale na região e os ativos remanescentes sejam vendidos somente para empresas que comprovarem uso de carvão legal.

A Vale está investindo fortemente no Pará, com empreendimentos de grande porte que vão alavancar a economia local tais como o projeto da Aços Laminados do Pará (ALPA), uma planta siderúrgica integrada com capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas de placas por ano. O empreendimento vai estimular a implantação de um pólo metal mecânico, atraindo indústrias de transformação que deverão gerar emprego e renda para o território.

Além da ALPA, a Vale mantém operações e projetos em desenvolvimento na região nas áreas de níquel (Onça Puma), cobre (Sossego,Salobo e Cristalino) e minério de ferro, empregando centenas de pessoas e trazendo crescimento econômico para a região. Atualmente, no Pará, a Vale emprega cerca de 20 mil pessoas, entre próprios e terceiros, e promove diversas iniciativas socioambientais.

No Maranhão, os ativos florestais da FGC estão hoje sob responsabilidade da Suzano, que irá implantar uma grande fábrica de celulose e contribuir para o desenvolvimento da região.

A Vale reitera seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde está presente”. (Correio Tocantins)

- Publicidade -spot_img
Assinar
Notificar-me
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimas Notícias