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Para valorizar e incentivar música da região Amazônica, produtores tocantinenses promovem Festival Confere Talks

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presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin), Ana Morena.

Com a proposta de trabalhar a aceleração da cena musical do Tocantins e demais estados da região Amazônica, além promover iniciativas de capacitação para artistas fora do eixo Sul-Sudeste, a 2ª edição da Confere Talks será realizada nos dias 22, 23, 24, 29 e 30 de junho. O evento, que é totalmente gratuito e genuinamente tocantinense, será transmitido online através do YouTube.

A iniciativa, organizada pelos jornalistas Cecília Santos e Philipe Ramos, tem a proposta de levantar o debate sobre a cena cultural independente com os artistas locais e convidados, por meio de temáticas ligadas ao universo do entretenimento e da música da região Amazônica.

“A Confere Talks busca contemplar as demandas básicas a partir da troca de experiências entre os palestrantes convidados com seu know-how e expertise, promoção de mudanças, conexão de pessoas e pensar em um futuro melhor em meio ao caos devido à pandemia da Covid-19. Além de ser uma forma de darmos visibilidade aos artistas que estão fora do eixo Sul-Sudeste do País”, afirma Cecília. 


A jornalista explica que na primeira semana do evento, nos dias 22, 23 e 24, o festival realizará mesas redondas para debater as nuances e desafios de fazer música na região Amazônica. Durante a iniciativa, as palestras serão comandadas por artistas e produtores renomados na cena independente, como o fundador do Festival Bananada (GO), Fabrício Nobre, e também a produtora cultural, curadora e musicista, além de sócia e idealizadora do Combo Cultural DoSol e presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin), Ana Morena.

Oficinas

Já nos dias 29 e 30 de junho, a Confere realizará oficinas voltadas para a profissionalização de artistas da região Norte. As capacitações buscarão um espaço para os artistas construírem pontes, rodarem festivais e fecharem parcerias para seus futuros projetos.

“Teremos produtores, artistas e incentivadores da nossa cultura na Confere. É uma boa oportunidade para quem deseja fazer arte e quer também buscar capacitação, discutir temas como realizar a divulgação do que está sendo produz, principalmente na crise de saúde em que vivemos. A Confere também é um espaço para debatermos música, soluções e propostas para quem está há no mercado alternativo, mas que não encontra meios de sobreviver com a música”, completa a organizadora.

Confere Talks

Philipe Ramos ressalta que a Confere Música surgiu durante o período de pandemia do novo coronavírus, ainda no ano passado, porém, a iniciativa ganhou um novo formato e, agora, foi dividida em dois momentos: a Confere Talks, realizada neste mês e o Festival Confere Música, que será realizado em outubro ainda de 2021. “Encontramos na proposta uma alternativa para levar incentivos aos artistas locais e demais estados do Norte. A cidade está forçadamente parada e temos o objetivo de movimentar a cena mesmo que seja de forma virtual, porque essa é nossa atual realidade”, aposta.

Projeto

O projeto foi contemplado pela Lei Aldir Blanc, da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc) e Governo Federal – Ministério do Turismo – Secretaria Especial de Cultura e Fundo Nacional de Cultura. (Luana Fernanda / Fotos: Divulgação)

Fabrício Nobre do Bananada
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Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em municípios do Pará, Amazonas e Amapá

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Quatro cidades da Região Norte do País obtiveram reconhecimento federal de situação de emergência por conta de desastres naturais.

Manicoré e Urucará, no Amazonas, e Vitória do Jari, no Amapá, registraram inundações. Já Santa Maria das Barreiras, no Pará, foi vítima de chuvas intensas.
Com o reconhecimento federal, as cidades estão aptas a pedir recursos do Ministério do Desenvolvimento regional, o MDR, para ações de resposta aos desastres e de reconstrução de infraestrutura pública danificada.


Karine Lopes, diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, explica como deve ser feito o pedido por recurso. 

“Os municípios que tiveram o reconhecimento federal de situação de emergência podem fazer a solicitação de recurso para ações de resposta, que compreendem socorro, assistência, restabelecimento de serviços essenciais e também para ações de recuperação. Os pedidos devem ser encaminhados via S2iD, que é a principal plataforma do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. “

O S2iD é o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br. 

Ainda nesta segunda-feira, 14 de junho, a Defesa Civil Nacional também reconheceu a situação de emergência em cinco cidades do Norte e cinco do Nordeste do País.

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br. (Brasil 61)

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Mortes por Covid-19 no Brasil somam 487,4 mil e casos chegam a 17,4 milhões

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O total de pessoas que contraíram a covid-19 desde o início da pandemia no Brasil subiu para 17.412.766. Em 24 horas, houve 37.948 novas ocorrências da doença notificadas. O país tem 1.130.817 casos de pessoas com a infecção ativa, em acompanhamento. Os dados são do balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (13).

O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes.

O número de óbitos da pandemia do novo coronavírus agora é de 487.401. De ontem para hoje, foram confirmadas 1.129 novas mortes.


Ainda há 3.824 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia, chegou a 15.794.548, o que representa 90,7% dos casos.

Estados

ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (118.121). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (52.998), Minas Gerais (43.124), Rio Grande do Sul (29.672) e Paraná (28.135). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.679), Acre (1.712), Amapá (1.762), Tocantins (3.019) e Alagoas (5.002).

Vacinação

Na última atualização, o governo federal informou que foram enviados a estados e municípios 109,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 72,1 milhões de doses foram aplicadas, sendo 50,5 milhões da primeira dose (23,7%) e 21,5 milhões da segunda (10,1%). (Rafael Vilela)

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Após acordo, Azul anuncia novos voos para o Amazonas

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Um acordo com os governos do Amazonas e federal a empresa aérea Azul Linhas Aéreas anunciou a expansão de suas operações no Amazonas. Se tudo correr conforme previsto, a companhia planeja começar a voar para oito cidades amazonenses e retomar as viagens para mais três destinos no estado ainda no segundo semestre.

As oito cidades que a companhia adicionará à sua malha aérea são Apuí, Barcelos, Borba, Eirunepé, Itacoatiara, Humaitá, Novo Aripuaña e São Gabriel da Cachoeira. O início das operações depende da conclusão de melhorias na atual infraestrutura aeroportuária.

O acordo com os governos estadual e federal também prevê a reativação dos voos para Coari, Lábrea e Maués e o aumento do número de assentos disponíveis na rota que passa por Parintins, um dos quatro municípios amazonenses onde a companhia atualmente opera – os outros três são Manaus, Tabatinga e Tefé.

O governador do Amazonas, Wilson Lima, a expansão das operações da empresa para 11 novos destinos do estado. “Estamos muito otimistas”, disse o governador ao explicar que, em contrapartida, o governo estadual ofereceu incentivos à empresa, como, por exemplo, a possibilidade de renovar a redução da alíquota do ICMS cobrado do combustível de aviação.

“Esse acordo foi possível a partir dos incentivos que o governo do estado dá a essa empresa, para fazer com que essas viagens se tornem viáveis para ela e também para o consumidor”, disse Wilson Lima.

Segundo o governo estadual, o acordo inicial vale para o biênio 2021/2022, mas pode vir a ser ampliado mediante a manutenção de voos e criação de novas rotas. O acordo também prevê que a empresa estabeleça voos diretos de Manaus para Belém, Boa Vista, Porto Velho, Recife, Santarém (PA) e Campinas (SP).

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também comemorou a iniciativa. “Estamos falando de levar a aviação para o interior. De democratizar o serviço de aviação e conectar as pessoas que lá, naquela região, dependem muito do serviço de transporte aéreo”, disse o ministro após se reunir com representantes da Azul, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (10). “Essa é uma iniciativa que casa com a dinâmica da nossa economia, cada vez mais voltada para o Norte do Brasil”, acrescentou Freitas.

De acordo com o ministério, o governo federal tem investido em melhorias nos aeroportos regionais operados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com vistas a expandir a aviação regional em todo o país. Segundo a pasta, mais de R$ 1,4 bilhão já foram investidos desde 2019 para a compra de equipamentos de navegação aérea ou revitalização de aeroportos das cinco regiões brasileiras.

“Muitos dos aeroportos foram construídos nas décadas de 50, 60 e 70 e, aos poucos, foram sendo deixados de lado, sem uma manutenção e operação corretas. Justamente por isso, estamos fazendo esse trabalho de revitalização e colocando esses aeroportos em condições de infraestrutura para atender a operação comercial, adequando ao porte das aeronaves demandadas”, disse o secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em nota.

O governo federal espera atrair investimentos privados por meio da concessão de aeroportos. O governo já realizou seis rodadas de leilões, e a sétima está prevista para ocorrer em 2022. Há também um projeto que o próprio ministério trata como desestatização de oito aeroportos amazonenses (Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Maués, Parintins e São Gabriel da Cachoeira) e que prevê a concessão dos equipamentos por meio de parcerias público-privada. (Alex Rodrigues)

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