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Pará

PARAUAPEBAS: Marcha para Jesus vira palanque político, reclamam participantes

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Muito evangélicos saíram insatisfeitos da edição 2019 da Marcha para Jesus, na cidade de Parauapebas, na região de Carajás, no estado do Pará. O evento aconteceu no sábado, 12.

As reclamações se deram por conta da formação de uma espécie de palanque político na concentração final do evento. Segundo os participantes, foi dado cerca de 30 minutos para que os prefeito, Darci Lermen (MDB) e vereadores utilizassem o palco.

“É triste ver essa mistura de política com religião. Ninguém saiu de casa para escutar político falar. Político fala em comício, aqui eu vim para adorar e glorificar a Deus, não quero saber dessa politicagem barata”, disse Lucimara Coelho, que esteve no evento.

Outro a reclamar foi a comerciaria Luiza Dias. “Quero eu acreditar que tudo isso tenha sido apenas um lapso do Conselho de Ministros Evangélicos de Parauapebas e que não tenha sido intencional. Ele tem a obrigação de vir a público e pedir desculpas pelo constrangimento que causaram aos evangélicos. Ali tinha gente que vota no prefeito e que não vota, mas ali nunca poderia ser aberto para se fazer política subliminar. Vergonha isso”, afirmou.

O evento foi organizado pelo Conselho de Ministros Evangélicos de Parauapebas (COMEP), dentro da Semana da Cultura Evangélica. (Foto: Felipe Borges e reprodução vídeo Pebinha de Açucar)

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Pará

Pará registra 269.057 casos e 6.892 óbitos de Covid-19

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A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou nesta quinta-feira (26) mais 533 novos casos de infectados com o novo coronavírus e 8 óbitos. Agora, são 269.057 casos e 6.892 óbitos no estado.

De acordo com o boletim, são 77 novos casos de Covid-19 e 3 óbitos cadastrados dos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmados mais 456 casos e 5 óbitos acontecidos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 251.449 recuperados, 37.034 casos descartados e 732 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 35% dos leitos clínicos e 57% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 437.419 testes rápidos e 97.457 testes de PCR para Covid-19, até então.

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Pará

Pará lidera geração de empregos formais na região Norte em outubro

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O Pará foi o maior gerador de empregos formais entre todos os estados da região Norte em outubro deste ano. Pelo quinto mês consecutivo, o Estado voltou a apresentar crescimento com a geração de 9.480 postos de trabalhos em vários setores econômicos, com destaque para o comércio, serviços e indústria. A pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foi divulgada nesta quinta-feira (26). 

“Todos nós sabemos do choque que a pandemia da Covid-19 gerou sobre a economia brasileira, os baixos níveis de ocupação e a elevada taxa de desocupação. Apesar deste cenário, o Pará tem se destacado com a manutenção de um cenário positivo com aumento de postos de trabalho formais e o melhor resultado entre os estados da região Norte. Isso se dá em função da iniciativa posta pelo governo do Estado através do Retoma Pará que, com muita responsabilidade e cautela, possibilitou que obras fossem iniciadas, que empresas que estavam em processo de abertura de loja ou contratação retomassem as contratações, e que atividades de serviço fossem desenvolvidas. O saldo de 9.480 postos de trabalho é resultado de um trabalho em conjunto, que ao longo deste ano o governo do Pará conseguiu manter, pensando em um único agente: o povo paraense”, destaca Inocêncio Gasparim, titular da Seaster.

Segundo o estudo do Dieese/PA, em outubro deste ano, pelo quinto mês consecutivo, foram feitas em todo o Pará, 29.442 admissões contra 19.962 desligamentos, gerando um saldo positivo de 9.480 postos de trabalhos formais. No mesmo período do ano passado, o Estado também apresentou crescimento, só que bem menor que o verificado este ano. Naquela oportunidade, foram 24.558 admissões, contra 21.837 desligamentos, gerando um saldo positivo de 2.721 oportunidades.

Ainda de acordo com o estudo, no mês passado, todos os setores econômicos do Estado apresentaram crescimento na geração dos empregos formais, com destaque para o comércio, com a criação de 3.179 postos de trabalhos, seguido do setor serviços com a geração de 2.879 postos. Logo em seguida aparece a indústria, com a criação de 1.636 novas vagas, construção civil com 1.346 postos de trabalhos, e setor agropecuário com a geração de 440 postos.

Entre todos os estados da região Norte, o Pará lidera a geração de empregos com a criação de 9.480 postos de trabalhos, seguido do Amazonas com a geração de 5.669 postos de trabalhos; Rondônia, com a geração de 1.635 postos de trabalhos; Tocantins, com a geração de 1.504 postos; Acre, com a geração de 860 novos postos; Amapá, com a geração de 837 postos, e Roraima, com a criação de 673 novos empregos. Em todo o Norte, foram feitas 67.752 admissões contra 47.094 desligamentos em outubro, gerando saldo positivo de 20.658 postos de trabalhos formais.

“Estes dados colocam o Pará como o 10º estado brasileiro na criação de empregos formais. Quando nós comparamos essa somatória do período de janeiro até outubro deste ano, o Pará já gerou 32 mil postos de trabalho. É fundamental e importante esses números porque, em tempos de pandemia, todos os grandes setores da economia paraense conseguiram apresentar resultados positivos de empregos formais. Não podemos esquecer que o Pará tem o melhor resultado entre os estados da região Norte e os protocolos de segurança que o Estado adotou logo no começo da pandemia deram um fôlego para essa retomada, então, a expectativa é que cada vez mais tenhamos uma abertura maior da economia e, consequentemente, mais pessoas chegarão ao mercado de trabalho”, observa Everson Costa, técnico do Dieese/PA. 

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Pará

SÃO GERALDO: MP expede recomendação sobre procedimentos para transição de gestão

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Prefeitura Municipal de São Geraldo

Nesta segunda (23), a Promotoria de Justiça de São Geraldo do Araguaia, por meio do promotor Erick Ricardo Fernandes, expediu recomendação aos prefeitos e presidentes das Câmaras Municipais de São Geraldo do Araguaia e Piçarra para que procedam à realização da transição, formando comissão determinada pela norma do TCM/PA.

Para o atendimento completo da Instrução Normativa Nº 16/2020/TCMPA, de 11 de novembro de 2020 do TCM/PA, foi recomendado que seja apresentado também pelo Municípios relatório sobre as atividades referentes ao enfrentamento ao Covid-19, bem como despesas e receitas referentes à pandemia, inclusive, doações recebidas.

Para o promotor “a transição garante a transparência, efetividade bem como a continuidade do serviço público; facilitando o controle pelos órgãos de fiscalização estadual e federal”.

Por fim, recomendou a expedição de relatório em linguagem simples para que a população tenha acessa às atividades da transição e possam acompanhar tal atividade.

Outro ponto enfatizado é a necessidade das Câmaras Municipais realizarem a transição; assim como determina o art. 4° da instrução normativa do TCM-PA.

Segundo o promotor: “A função da Câmara de Vereadores é de grande envergadura e de caráter constitucional. É necessário verificar, na transição, se seu papel de fiscalização vem sendo exercido, já que tivemos nas eleições atuais situações em que havia contas há décadas sem julgamento. Outro ponto, são as leis em andamentos bem como toda sua estrutura administrativa que é de interesse do povo”

As transições nos municípios de São Geraldo do Araguaia e Piçarra serão acompanhadas por meio de procedimentos administrativos.

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