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Pará

Parauapebas vai ganhar escola de ensino médio e nova cadeia pública

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O vice-governador Helenilson Pontes visitou nesta sexta-feira (8) obras que o governo do Estado executa em Parauapebas, no sudeste do Pará. Entre os empreendimentos visitados, estão a nova Cadeia Pública Masculina do município e a escola de ensino médio com doze salas de aula, que está sendo construída pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) com recursos dos governos estadual e federal.

Os moradores do bairro Cidade Jardim, um dos mais populosos da cidade, serão beneficiados com uma ampla escola de nível médio (a primeira da localidade), que representa um investimento de R$ 3.836.224,14. As obras, iniciadas em abril deste ano e com 75% dos serviços executados, devem ser concluídas nos primeiros meses de 2014.

Helenilson Pontes destacou que a construção da nova escola vai beneficiar um dos municípios que têm um acelerado crescimento demográfico, provocado pelos projetos de mineração. Cerca de doze mil alunos serão beneficiados com a entrega da unidade. “Parauapebas tem um déficit educacional considerável, e por isso vamos entregar uma escola grande, moderna, confortável e pronta para oferecer uma educação de qualidade”, disse.

Mais de 16 mil novas vagas na rede estadual de ensino serão criadas pelo governo com a construção de 36 novas escolas e mais 400 salas de aula em todo o Estado. Cada sala de aula terá capacidade para 40 alunos. O investimento é superior a R$ 120 milhões e resulta da parceria entres os governos federal, via Ministério da Educação (MEC), e estadual, por meio da Seduc, e faz parte do Pacto pela Educação, esforço liderado pelo governo do Estado que conta com a integração de diferentes setores e níveis de governo, comunidade escolar, sociedade civil organizada, iniciativa privada e organismos internacionais, com o objetivo de promover a melhoria da qualidade da educação no Pará e, assim, tornar o Estado uma referência nacional na transformação da qualidade do ensino público.

Todas as escolas construídas no Estado terão o mesmo padrão: doze salas de aula, guarita, bloco administrativo, auditório, blocos de laboratórios e de recreio com banheiros para alunos, quadra coberta com vestiários e arquibancadas. As escolas contarão também com muro, passarelas, reservatório de água, subestação e iluminação externa.

Segurança

O governo vai investir mais de R$ 4 milhões para abrir 306 vagas para detentos do regime provisório com a construção da Cadeia Pública de Parauapebas, que deve ser entregue até outubro de 2014. A Superintendência do Sistema Penal (Susipe) assinou, mês passado, o termo de cessão de uso, por 20 anos, da área de instalação da Cadeia Pública de Parauapebas. As obras começaram com a limpeza do terreno, a partir de autorização expedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que já fez o estudo e levantamento prévio do impacto ambiental na área.

Para o titular da Susipe, André Cunha, a unidade prisional em Parauapebas é uma obra importante em virtude do grande crescimento demográfico da região nos últimos anos e garante uma atuação mais eficaz do sistema de segurança pública do Estado no município. O projeto arquitetônico da nova unidade prisional segue um modelo já adotado em municípios como Breves, no arquipélago do Marajó, Marabá, no sudeste paraense, e Santarém, no oeste do Estado, onde os agentes penitenciários fazem a vigilância e abertura das celas a partir do andar superior do presídio.

Também pelo andar superior, os agentes têm pontos estratégicos de observação do solário, espaço destinado ao banho de sol dos internos, possibilitando uma visão ampla do espaço. Os alojamentos dos agentes prisionais são separados por gêneros e também estão no segundo andar da unidade prisional, com banheiros e uma área de refeitório.

 

 

A nova Cadeia Pública de Paraupebas contará com estrutura para que os detentos recebam assistência em diversos serviços, como atendimento odontológico e ambulatorial, consultórios médicos, enfermaria, assistência social, psicólogos, espaços destinados ao atendimento da Defensoria Pública, biblioteca, laboratório de informática, salas de aula e áreas de visitação e lazer para crianças, além de acessibilidade para portadores de deficiência.

Para o motorista André Souza, 21 anos, a construção de uma nova cadeia pública em Parauapebas é necessária em função do grande número de pessoas que diariamente chega ao município atrás de oportunidades de emprego. “A cidade fica lotada e, com isso, aumenta também a violência. Temos necessidade de mais serviços e mais presença do governo do Estado por aqui”, comentou.

Até o fim do ano, seis novas unidades prisionais serão entregues pelo governo do Estado, gerando um total de 1.516 novas vagas somente este ano no sistema penitenciário, com investimentos superiores a R$ 25 milhões. A meta é zerar o déficit de vagas no sistema carcerário do Estado até o fim de 2014, com a criação de cerca de seis mil novas vagas e a construção de 22 novos centros de detenção, em 18 municípios paraenses. Os investimentos totalizam R$ 115 milhões.

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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Pará

MARABÁ: ARCON coíbe circulação do transporte clandestino

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Com o intuito de coibir a circulação do transporte clandestino, a equipe de fiscalização da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon-Pa) realizou durante esta semana uma  operação de combate ao transporte  irregular de passageiros nas estradas do município de Marabá, sudeste do Estado.

A fiscalização atuou na região sudeste do Estado, no período dos dias 10 a 14/05.  A Arcon vem realizando operações periódicas para impedir a circulação do transporte clandestino nas estradas de todo o Estado. A ação, mobilizada pela equipe de fiscalização da Agência, contou com o apoio da Polícia Militar. 


“O objetivo da operação é garantir a prestação do serviço do transporte intermunicipal de forma segura, e autorizada pelo órgão estadual para a segurança nas viagens da população paraense e a garantia no cumprimento ao protocolo de sanitário de enfrentamento à Covid-19”, explica Ivan Bernaldo – Diretor de Fiscalização da Arcon.

Durante a operação em Marabá, foram apreendidos 10 veículos clandestinos e aplicados 17 autos de infração. Os fiscais da Arcon também observaram o cumprimento do protocolo de segurança por conta da Covid-19 (Decreto nº 800/2020) a capacidade de lotação, dentre outros itens para a segurança da viagem, como, por exemplo, as condições dos veículos.

Serviço: Denúncias e reclamações podem ser feitas presencialmente, nas salas da Ouvidoria da Arcon-Pa localizadas nos terminais rodoviário e hidroviário de Belém, pelo telefone 08000911717, no e-mail [email protected], e através do  aplicativo de celular “Ouvidoria Arcon-Pa”.

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