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Pará

PARAUPEBAS: Agentes de Controle de Endemias percorrerão o bairro Liberdade I a fim de evitar propagação da dengue

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da coordenação de Vigilância Ambiental, em parceria com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb) realizará entre os dias 22 e 26 de fevereiro um mutirão de coleta de resíduos para ajudar no combate à dengue.

A Semsa segue com vistoria nas residências para eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e de outras doenças. Até sexta-feira (26), os Agentes de Controle de Endemias (ACE) percorrerão o bairro Liberdade I. Essa mobilização visa combater a proliferação do mosquito.

A escolha do bairro se dá devido sempre apresentar altos índices no Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti em 2020 (Lira), somado aos números de casos positivos de dengue e chikungunya na população de Parauapebas, especificamente neste bairro.

Cientes que o correto descarte do lixo é função de cada cidadão, nestes dias a equipe realizará o trabalho de vistorias e orientação para que seja recolhido todo resíduo que possa acumular água, principalmente os que se encontram nos quintais sem serventia, como: latas, potes, pneus entre outros.

A equipe organizadora pede a colaboração dos munícipes para que não descartem, nesta ação, entulhos de construção e podas de árvores. A ação tem como objetivo eliminar potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. No dia 1º de março, a equipe da Semurb recolherá todo o resíduo descartado durante a ação.

A Vigilância Ambiental vai enviar sua equipe para atuar nesta região durante o período, com visitas domiciliares para orientação dos moradores e vistorias nos quintais. A prefeitura lembra que a colaboração da população é fundamental para o controle do mosquito, evitando manter qualquer recipiente que possa acumular água.

Além das residências, as equipes atuam em pontos estratégicos, como ferros-velhos, borracharias e imóveis especiais (locais com grande circulação de pessoas). “A população deve fazer a sua parte e se atentar, principalmente, aos quintais, ralos externos, pratos de plantas, garrafas pet e pneus. Também é muito importante receber os profissionais em casa para obter mais orientações”, reforça o coordenador de Combate às Endemias, Carlos Damasceno.

 “Antes da ação ampliada, as equipes já vinham atuando nos pontos em que haviam casos suspeitos. As demais regiões do município serão trabalhadas em seguida com as ações ampliadas e mutirões de limpeza a partir do mês que vem”, comenta a Diretora da Vigilância em Saúde, Michele Ferreira.

A atual condição climática que a região está é propícia para a proliferação do mosquito. “Estamos em uma época de calor e chuva, então a atenção deve ser redobrada. Já estamos vivendo um período difícil, com a pandemia, é importante que as pessoas cuidem de suas casas e terrenos para evitar que tenhamos mais uma situação complicada, que seria uma epidemia de dengue. Isso atrapalharia muito, pois levaria a uma sobrecarga maior no serviço de saúde, além de que muitos sintomas são parecidos com o da covid-19”, reforça Gilberto Laranjeiras, secretário de saúde.

Agentes de Controle de Endemias (ACE)

Os agentes utilizam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscaras e luvas, visando  sua própria segurança e a dos munícipes. A prefeitura também conta com equipe para atendimento de denúncias. Para informar alguma situação ou tirar dúvidas, a população pode ligar para o número (94) 3346-2669 – Ramal 21; (94) 3346-1020 – Ramal 257. (Karine Gomes)

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Pará

Remo volta a mostrar fraqueza e perde segundo título em menos de um mês

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O título da Copa Verde 2020 é do Brasiliense. No final da tarde desta quarta-feira (24), em Belém, o Jacaré superou o Remo nos pênaltis, por 5 a 4, após vitória remista por 2 a 1 no tempo normal, resultado que igualou o placar agregado em 3 a 3 – no jogo de ida, em Brasília, o Jacaré vencera também também por 2 a 1. A conquista é inédita na história do clube do Distrito Federal, que chegou à final pela primeira vez e atuou boa parte do segundo tempo com um homem a menos.

Com o título, o Brasiliense foi agraciado com três troféus: um tradicional; outro vivo, com uma muda que será plantadas na sede do clube; e um terceiro de madeira certificada, confeccionado pelo artista plástico Paulo Alves. O resultado garante ao campeão um lugar automático na terceira fase da Copa do Brasil de 2021 – o que já assegura uma premiação no valor de R$ 1,5 milhão, concedida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Real Brasília, terceiro colocado na edição 2020 do Campeonato do Distrito Federal, herda a vaga na primeira fase que seria do Jacaré.

É o segundo vice-campeonato do Remo na história da Copa Verde. Os paraenses foram derrotados na final de 2015 pelo Cuiabá. Ao mesmo tempo, foi a segunda vez que uma equipe brasiliense levou a melhor sobre uma do Pará, nos pênaltis, em uma decisão do torneio regional. Em 2014, na primeira edição da competição, o Brasília superou o Paysandu na disputa na marca da cal.

Foi o último duelo no Mangueirão, pelo menos, até o ano que vem. O principal estádio de Belém será fechado para uma reforma que o adaptará aos padrões exigidos pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para jogos internacionais. A capacidade será expandida de 35 mil para 55 mil pessoas. Segundo o Governo do Estado do Pará, a obra está avaliada em R$ 160 milhões, com estimativa de 18 meses de obra.

Jacaré segura pressão

Os primeiros 45 minutos no Mangueirão foram de domínio total do Remo. O gramado pesado, devido à chuva que desabou sobre Belém pouco antes do jogo começar, dificultou a troca de passes. A sensação era de que a rede só balançaria em alguma bobeada defensiva ou na bola parada. Não deu outra. Aos 10 minutos, o Remo abriu o placar. O meia Felipe Gedoz lançou, o volante Sandy errou na tentativa de corte e o atacante Hélio bateu na entrada da área, mas o goleiro Edmar Sucuri fez a defesa. Quinze minutos depois, não teve jeito. Felipe Gedoz cobrou falta na área, próximo à trave direita, e o zagueiro Fredson, com liberdade, cabeceou para o gol.

O Brasiliense só conseguiu assustar pela primeira vez aos 42 minutos, em chute de Zé Love, que passou rente ao travessão. Na outra oportunidade que teve, no começo do segundo tempo, o atacante não perdoou. Aos quatro minutos, o lateral Diogo cruzou pela direita e o camisa 9 surgiu às costas do zagueiro Rafael Jansen, escorando de cabeça e deixando tudo igual. Dez minutos depois, porém, um mesmo lance dificultou a vida do Jacaré. Ao cometer uma falta, o lateral Wagner Balotelli recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Felipe Gedoz cobrou o tiro livre e Rafael Jansen, na grande área, se redimiu ao recolocar o Leão Azul na frente.

O jogo se tornou ataque remista contra defesa brasiliense. O técnico do Jacaré, Vilson Tadei, recuou a equipe ao substituir os quatro principais homens de frente – os meias Luquinhas e Zotti e os atacantes Maicon Assis e Zé Love – para compensar a perda de Balotelli. No Remo, por sua vez, o técnico Paulo Bonamigo promoveu a entrada dos atacantes Dioguinho, Tiago Miranda e Laílson. A pressão azulina foi grande. Aos 33 minutos, Hélio fez fila pela esquerda e tocou para Dioguinho girar na área e chutar no travessão. Na sequência, Edmar Sucuri salvou uma finalização de Tiago Miranda. Aos 42, Dioguinho cruzou da direita e Laílson, de coxa, mandou ao lado.

Em meio à pressão remista, o Brasiliense teve a última grande chance do jogo, com Jéferson Maranhão, após um cruzamento pela esquerda do lateral Peu, mas a finalização, mesmo com liberdade, foi para fora. Com o 2 a 1 inalterado, a decisão foi nos pênaltis. O meia Lucas Siqueira desperdiçou a segunda batida remista, defendida por Edmar Sucuri, mas o Jacaré não aproveitou, pois Sandy teve o chute salvo pelo goleiro Vinícius. O placar seguiu igual até a sexta série de cobranças, quando Diogo fez o quinto gol brasiliense e o azulino Wellington Silva mandou por cima, para explosão de alegria do elenco do Distrito Federal. Lincoln Chaves / Foto: Samara Miranda/Remo)

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Pará

Remo e Brasiliense disputam título inédito da Copa Verde nesta quarta

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O título da edição 2020 da Copa Verde não é a única motivação para Remo e Brasiliense, que decidem a competição regional nesta quarta-feira (24), às 16 (horário de Brasília), no Mangueirão, em Belém, com transmissão ao vivo da TV Brasil. O campeão garante um lugar direto na terceira fase da Copa do Brasil 2021. A simples participação no torneio nacional já assegura ao clube uma premiação de R$ 1,5 milhão concedida pela  da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). 

A vantagem é do Jacaré, que ganhou o jogo de ida por 2 a 1 no Mané Garrincha, em Brasília, no último domingo (21). O atacante Wallace abriu o marcador para os paraenses, mas os volantes Sandy e Aldo viraram o placar. Os brasilienses têm a vantagem do empate. O Leão Azul, por sua vez, tem que vencer por, ao menos, dois gols de diferença para levantar a taça. Se a vitória remista for por um gol de saldo, a decisão do título será definida na cobrança de pênaltis.

Seja quem for o campeão, o título será inédito. O Remo está pela segunda vez na final. Em 2015, o Leão Azul goleou o Cuiabá por 4 a 1 no primeiro jogo da decisão, mas foi atropelado por 5 a 1 no duelo de volta, ficando com o vice. Na campanha de 2020, o time paraense bateu Gama (1 a 0), Independente-PA (2 a 0 e 1 a 3, com  definição nos pênaltis por 3 a 0) e Manaus (1 a 1 e 6 a 2).

“No primeiro jogo [da final], começamos melhor, com mais posse de bola, mas sofremos o primeiro gol em uma desatenção e o segundo na bola parada, que treinamos tanto. A gente se cobrou para não repetirmos os mesmos erros. Nesta quarta-feira, vamos suar sangue. Cheguei agora [ao Remo], mas já pude sentir a atmosfera da torcida, sei que ela quer muito esse título e que ele será especial, não só para mim, mas para todos. Estamos confiantes”, disse o lateral remista Wellington Silva, em entrevista coletiva.

O Brasiliense disputa a final da competição pela primeira vez. A melhor campanha do clube distrital era a semifinal de 2014, na primeira edição do torneio, quando o Jacaré foi eliminado pelo rival Brasília, que levou o título daquele ano. Na trajetória até a decisão, o Jacaré superou Vitória-PE (4 a 0), Luverdense-MT (2 a 1), Atlético-GO (2 a 1 e 3 a 1) e Vila Nova (2 a 0 e 1 a 3, com 5 a 3 nos pênaltis).

“A Copa Verde contou com dois clubes de Série A, o Atlético-GO e o Cuiabá, que subiu esse ano [da Série B], e diversas equipes de Série B e de Série C. Mas quem está em destaque é justamente o Brasiliense, que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro. A nossa campanha reflete o esforço e seriedade do trabalho nestes últimos anos e ainda coloca na vitrine do cenário nacional o futebol de Brasília, mais uma vez”, comemorou a presidente do Jacaré, Luísa Estevão, em depoimento à imprensa.

As equipes têm desfalques para a decisão. No Remo, a única ausência é o zagueiro Kevem, que sofreu uma lesão de grau dois na coxa direita. Também contundido, o meia Tobinha não estará em campo pelo Brasiliense. O clube distrital, por sua vez, tem a volta do meia Wagner Balotelli, que cumpriu suspensão na partida de ida e disputará posição com Peu na lateral esquerda.

Dirigido por Paulo Bonamigo, o Leão Azul tem como provável escalação: Vinícius; Wellington Silva, Fredson, Rafael Jansen e Marlon; pingo, Lucas Siqueira e Felipe Gedoz; Hélio, Wallace e Augusto. O técnico do Jacaré, Vilson Tadei, deve mandar a campo o time com: Edmar Sucuri; Diogo, Badhuga, Keynan e Peu (Wagner Balotelli); Aldo, Sandy, Zotti e Luquinhas; Maicon Assis e Zé Love.

Copa sustentável

O vencedor da Copa Verde será agraciado com três taças. Além da tradicional, o campeão receberá um troféu vivo, com mudas para serem plantadas na sede do clube, e outro feito de madeira certificada, idealizado pelo artista Paulo Alves. As mudas são referentes aos biomas das regiões dos finalistas: bacupari da Amazônia e puruí do Cerrado. O atleta que for eleito o melhor em campo também será premiado com um troféu de madeira certificada, idealizado pela designer Roberta Rampazzo.

As duas equipes entrarão em campo no Mangueirão vestindo camisas com patches (apliques) alusivos às faunas da Amazônia e do Pantanal, biomas presentes nas regiões dos times que participam da competição. A iniciativa visa incentivar a preservação das espécies. O do Remo homenageará a onça-pintada e o do Brasiliense será alusivo à arara-azul. (Lincoln Chaves)

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Pará

PARAUAPEBAS: Primeira mulher eleita cacique Xikrin toma posse

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A primeira mulher eleita cacique em Parauapebas tomou posse na manhã deste sábado, 20. Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi recepcionada em uma cerimônia festiva que contou com a participação de 11 aldeias do povo Xikrin, 43 aldeias Kayapó e representantes dos poderes Executivo e Legislativo do município.

A posse da primeira cacique do povo Xikrin do Cateté é uma demonstração de fortalecimento da cultura e do reconhecimento do papel da mulher na comunidade indígena. 

Kôkôti  Xikrin

A primeira cacique Xikrin é casada, mãe de três filhos e vem de uma linhagem de caciques. Ela foi escolhida pelo pai e pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse em cuidar do seu povo, participando das reuniões de lideranças indígenas. “Agora, mesmo que as índias da nossa tribo não falem português, elas têm voz e têm força”, comemora a cacique. (Foto: Divulgação)

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