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Esporte

Paysandu volta a derrotar o Princesa e garante vaga na semi

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O Paysandu não teve a mesma facilidade da primeira partida, mas voltou a vencer o Princesa do Solimões, dessa vez por 2 a 1, no estádio Gilberto Mestrinho, o Gilbertão, em Manacapuru, e assegurou a passagem do Papão para as semifinais da Copa Verde 2014.

Mais uma vez a figura do atacante Lima foi decisiva. O jogador, que já havia marcado em quatro oportunidades em Belém, foi o responsável pelos dois gols do Paysandu. O zagueiro Lídio descontou para o campeão amazonense.

Papão marca no início

Não era segredo. A necessidade de reverter o 6 a 1 da primeira partida ou pelo menos sair de Manacapuru com uma vitória faria com que o Princesa do Solimões saísse mais para o jogo, mas o Paysandu mostrou, de cara, que a viagem até o interior do Amazonas não foi à toa.

Na primeira investida do Papão, o time do Pará abriu o marcador e ampliou a vantagem diante do Tubarão do Norte. Airton fez boa jogada pelo lado esquerdo do ataque e cruzou na medida para Lima, que precisou finalizar duas vezes antes que o bandeirinha validasse o gol do Paysandu. Mais uma polêmica para o histórico recente do duelo entre os times.

Sem Michel Parintins e com um esquema de três homens no meio-campo e três atacantes, o Princesa tinha dificuldade em se organizar dentro de campo. Marinelson, assim como na primeira partida, era o principal destaque individual do Tubarão. Por outro lado, o Paysandu, mais organizado, saía com facilidade nos contra-ataques.

Djalma quase ampliou com um belo chute de fora da área, que obrigou o goleiro Milton a fazer grande defesa. A bola ainda tocou na trave. Marinelson, na sequência, respondeu. Em bela jogada, ele driblou três marcados e finalizou para a defesa do arqueiro do Papão.

No mais, o cenário da partida foi o mesmo. O time do Amazonas tinha dificuldades de se aproximar da área, e quando o fazia era de forma desordenada. Já o Paysandu, bem montado, explorava sempre as jogadas pelas laterais, nas costas dos marcadores do Tubarão.  Mas o primeiro terminou com o 1 a 0 no placar.

Princesa volta melhor, mas Lima faz a diferença

O técnico Marcos Piter colocou Deurick no lugar de Delciney, e a mudança surtiu efeito no Tubarão do Norte. A equipe ficou mais compacta dentro de campo, fechou os espaços nas laterais, antes explorados pelo Paysandu, e ganhou em volume de jogo.

Competitivo, o time do Amazonas não demorou a encontrar o gol de empate. Após cruzamento na área, Deurick ajeitou de calcanhar para o zagueiro Lídio. Livre, ele só teve o trabalho de colocar para o fundo das redes no Gilbertão. Festa para a torcida em Manacapuru. Motivado, o Princesa pressionou o Papão. Foram pelo menos mais duas boas oportunidades para virar a partida, com Edinho Canutãma e Sidimar.  Ambas pararam no bom goleiro Matheus. Quando não era o goleiro, foi o travessão que salvou o Papão após cabeceio de Lídio.

Aos poucos, a equipe do técnico Mazola Junior colocou os ânimos no lugar. E, assim como na primeira etapa, explorava os contra-ataques. E, mais uma vez, Lima aparece na hora certa. Em novo cruzamento, o atacante ganhou dos defensores e, de cabeça, recolocou o Papão à frente no placar.

No restante do jogo, foi só esperar pelo apito final e comemorar a classificação.

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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