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Pará

Policiais civis e militares vão trabalhar na segurança da eleição em Marituba

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Marituba terá novas eleições no próximo domingo

Marituba terá novas eleições no próximo domingo

O Sistema Integrado de Segurança Pública já definiu as ações que serão executadas pelas polícias Civil e Militar no próximo domingo (4), para garantir a tranquilidade na eleição do novo prefeito de Marituba, município da Região Metropolitana de Belém. As ações contarão com a participação de policiais civis da Divisão de Polícia Administrativa (DPA), os quais atuarão para impedir o comércio de bebidas alcoólicas em bares da cidade, em atendimento à determinação do juiz eleitoral do município.

Os policiais civis também vão coibir o funcionamento irregular de casas noturnas e estabelecimentos similares. A Polícia Militar vai atuar com 390 homens, integrantes do Comando de Policiamento da Região Metropolitana, da Rotam, do Batalhão de Choque, do Canil e do Batalhão de Polícia Montada (Cavalaria).

As polícias Civil e Militar vão trabalhar juntas na noite de sábado (3) em Marituba, durante a operação “Hypnos”, a partir de 20 horas, para fazer a população cumprir a “Lei Seca”, que proíbe a venda e consumo de bebidas alcoólicas em bares antes da eleição. O trabalho contará com apoio do Corpo de Bombeiros.

Urnas

Ainda no sábado, equipes da PM vão escoltar e guardar as urnas eleitorais. Os policiais militares, ao longo do domingo, farão o policiamento normal, e reforçarão o policiamento nas ruas e próximo aos locais de votação, informou o tenente coronel Sérgio Alonso, comandante de Policiamento da Região Metropolitana. As ações terão o apoio de helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), que sobrevoará a cidade.

A operação integrada acontecerá nos dias 3 e 4, e terá como base a Seccional Urbana da Polícia Civil em Marituba. O trabalho começará às 18 horas do dia 3, e se estenderá até as 20 horas do domingo (4). A DPA vai mobilizar 14 policiais, entre investigadores, peritos e motoristas, sob a coordenação dos delegados Maury Marques, diretor interino da DPA, e João Bosco Rodrigues, diretor de Polícia Especializada.

Segundo o delegado James Moreira, diretor da Seccional, a equipe policial ficará de plantão para atender as ocorrências normais e “os casos de descumprimento à Lei Seca”. Os casos de crimes eleitorais constatados, disse o delegado, serão encaminhados à sede da Polícia Federal, em Belém.

De acordo com a portaria do juiz Raimundo Santana, da 43ª Zona Eleitoral, estão proibidas festas dançantes em clubes, casas de shows, boates, bares e outros estabelecimentos de diversão pública similares, até as 20 horas de domingo.

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Pará

PARAUAPEBAS: Marginais roubam ótica dentro do Partage Shopping

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Dois bandidos aproveitaram o final de expediente da loja Ótica Maia, dentro do Partage Shopping, na cidade de Parauapebas, na região de Carajás, no estado do Pará, para realizar um roubo.

O registro feito por câmeras de segurança mostra a ação dos assaltantes.

Após o assalto os bandidos saíram em retirada sem serem notados pela Segurança do shopping. A Polícia Militar foi acionada mas os criminosos não foram localizados.

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Pará

Embarcações de passageiros estão proibidas a partir desta quinta entre Pará e Amazonas

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Está proibida, a partir desta quinta-feira (14), a circulação de embarcações de passageiros entre os estados do Pará e do Amazonas, como medida de prevenção à proliferação da Covid-19. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), por meio do Decreto Estadual 1.273/2020.

A partir deste momento, os órgãos e as entidades enquadrados no Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, assim como àqueles responsáveis pela fiscalização dos serviços públicos de transporte, ficam autorizados a aplicar sanções para os casos de descumprimento, que podem ser: advertência; multa de R$ 10 mil por embarcação, no caso de reincidência; até a apreensão da embarcação. 

A aplicação das penalidades previstas pelo decreto não exclui que os responsáveis pelas embarcações sofram, também, responsabilizações civis ou criminais.

“Esta é uma medida preventiva, porque estamos vendo que o Amazonas voltou a ter números altos de hospitalização pela doença. Por isto, o Pará decidiu proibir embarcações de passageiros, estando liberadas aquelas que fazem o transporte de cargas. Seguem liberados também os transportes terrestres”, explicou Ricardo Sefer, procurador-geral do Pará.

Em suas redes sociais, na noite de quarta-feira (14), o governador do Pará, Helder Barbalho reforçou que a medida visa garantir que pessoas contaminadas pelo novo coronavírus, oriundas do Amazonas, entrem em território paraense e acabem aumentando o número de casos da doença no Pará. 

“Isto é uma medida fundamental para evitar o contágio dentro do Estado e, consequentemente, evitar problemas de saúde em face da pandemia. Portanto, nossas fronteiras com o Amazonas estarão fechadas, com fiscalizações da Polícia Militar do Pará e apoio de embarcações e aeronaves, para que possamos fazer cumprir a medida preventiva de restrição e proteger nossa população”, informou o chefe do Poder Executivo.

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Pará

No Pará, homem tem surto psicótico, agride policiais e acaba morto

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Um homem identificado como Luís Carlos Rodrigues, de 44 anos, foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira, 11, depois de atacar policiais militares das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), possivelmente durante um surto psicótico. A tragédia aconteceu na rua Tancredo Neves, na comunidade Fé em Deus, no bairro do Tenoné, em Belém, por volta de 17h30. A confusão que resultou na morte do deficiente mental foi registrada em vídeo por diversos moradores da localidade e amplamente divulgada nas redes sociais.

De acordo com vizinhos da vítima, Luís Carlos Rodrigues teria tido um surto por volta das 15h30 e começou a quebrar toda a residência onde morava a pouco tempo com a família, situada na vila da Lourdes. Os parentes dele, assustados, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel (SAMU) e o Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMP) para tentar conter a fúria do homem, que estava transtornado. Ainda conforme relatos dos moradores do entorno, as equipes de socorristas do Samu e dos bombeiros também foram agredidas por Luís Carlos. O homem, segundo testemunhas, empunhava um barra de ferro pesada e com o objeto teria quebrado a ambulância e a viatura do CBMP. Estilhaços de vidro dos dois veículos se espalharam pela via e as equipes, com medo, acabaram deixando o local rapidamente.

Moradores e comerciantes do entorno, apavorados, se trancaram em suas casas e se esconderam, com receio de também serem atacados por Luís Carlos, que continuava visivelmente alterado.

Ainda numa tentativa de frear a violência de Luís Carlos, foi requisitado o apoio das Rotam, que chegaram ao local por volta de 17h20. O homem, no entanto, ao se ver encurralado por vários policiais armados, não exitou e começou a agredir os agentes de segurança pública, ainda com a barra de ferro. Os policiais revidaram a ação e dispararam munições de borracha contra ele, mas os tiros não o contiveram. Luís Carlos continuou a se insurgir contra os policiais e correu atrás de um deles para tentar espancá-lo. O PM,  que corria de costas, tropeçou e caiu ao chão. Luís Carlos, então, o golpeou pelo menos três vezes na região da cabeça. Para impedir que o policial fosse morto, os agentes de segurança pública efetuaram disparos de arma de fogo contra Luís Carlos, que morreu ainda no local.

O PM ferido, identificado apenas como cabo Vilhena, foi amparado por colegas de farda e por moradores do entorno, ainda no local. Ele foi socorrido por uma guarnição da PM e levado inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Icoaraci, distrito de Belém, em estado gravíssimo. Em seguida, foi transferido para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) e até o fechamento desta edição o estado do policial era considerado grave.  

A família de Luís Carlos se manteve perto do cadáver e lamentou a tragédia. O corpo dele foi removido e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) no final da noite.

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