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Maranhão

Policiais da regional de Imperatriz-MA retomam paralisação de atividades

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Depois de terem retornado ao trabalho no fim de semana, os policiais civis da regional de Imperatriz voltaram a paralisar suas atividades nesta segunda-feira (20). Com isso, apenas são atendidos os casos graves como flagrantes e o registro de Boletim de Ocorrência (B.O) para os casos de homicídio.

O representante sindical Marco Aurélio ressaltou que na sexta-feira foi realizada uma reunião entre a comissão de negociação do movimento e representantes do Governo do Estado, ocasião em que o sindicato entregou documento em que abre mão de vários itens da pauta. No entanto, a pauta foi rejeitada pelo Governo do Estado.

“O governo quer uma situação que beneficia só governo e prejudica a categoria”, disse.

A retomada da paralisação contou com mais adesões do que na semana passada. Desta vez aderiram ao protesto peritos criminais do Instituto Médico Legal (IML), Instituto de Criminalística (Icrim) além de investigadores e escrivães das delegacias de Entorpecentes e Homicídios. Apenas 30% dos servidores se
mantiveram no trabalho, mas não descartam a possibilidade de parar, dependendo do andamento das negociações sobre a greve.

Em nota o Governo do Estado disse lamentar a rejeição as propostas e que diante disso adotará todas as medidas previstas para que a normalidade dos serviços essenciais seja mantida em respeito aos maranhenses.

Conforme a nota, o governo fala, ainda, no compromisso de manter o diálogo e debater as reivindicações da categoria. A justiça do Maranhão decretou a ilegalidade da greve e estabeleceu multa de R$ 25 mil por dia ao sindicato em caso de descumprimento da decisão.

Já a assessoria do sindicato dos policiais civil informou que o tema está sendo analisado em assembleia da categoria em São Luís. (iMirante)

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Maranhão

PORTO FRANCO: “Chefe” é preso acusado de importunação sexual

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Em Porto Franco, município do sul do Maranhão, distante certa de 100 km de Imperatriz, um homem foi preso pela Polícia Civil, acusado de importunação sexual e estupro.

O homem não teve a identidade divulgada, se utilizava da sua posição hierárquica dentro de órgão público, pra assediar, importunar e estuprar suas subordinadas.
Ele foi preso em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 1° Vara da Comarca de Porto Franco e está à disposição da Justiça.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Valores incorretos do IPTU de apartamentos estão sendo corrigidos

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Os valores para imóveis com apartamentos do IPTU 2021 saíram com alíquotas incorretas, o que gerou um valor mais alto que o normal do imposto desse ano, na cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão.

O contribuinte que perceber o erro no sistema, ao tentar gerar o boleto, deve aguardar a correção que já está em andamento pela Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária, Sefazgo, ou falar com a Secretaria.

A empresa responsável pelo sistema que realiza o cálculo foi acionada e a Secretaria está empenhada em resolver o problema o mais rápido possível.

Contatos da Sefazgo:

E-mails: [email protected]/[email protected]
WhatsApp: (99) 99185-7126

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Maranhão

No Maranhão, deputado e ex-prefeito são suspeitos de pagarem dívidas junto ao TCU usando dinheiro público

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Uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão em parceria com a Polícia Civil do Maranhão cumpriu na manhã desta quinta-feira (15) mandados de busca e apreensão em cinco municípios do estado por crimes de desvios de recursos públicos.

Batizada de ‘Laços de Família’, a operação está sendo realizada nas cidades de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Miranda do Norte e Bom Jardim.

Segundo a polícia, as investigações começaram após uma denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre desvios de recursos realizados no período de 2017 a 2020, durante a gestão do ex-prefeito de Miranda do Norte, Carlos Eduardo Fonseca Belfort.

Ainda de acordo com a polícia, o ex-prefeito faria uso de recursos públicos para quitar dívidas pessoais junto ao TCU. O mesmo esquema também seria feito pelo ex-prefeito e atual deputado federal, José Lourenço Bonfim Júnior, que esteve à frente da administração municipal de Miranda do Norte no período de 2009 a 2016.

A polícia diz que o esquema era operacionalizado por meio de empresas de fachada que participavam de licitações fraudulentas. O esquema causou um prejuízo aos cofres públicos no valor de R$ 22.061.477,53.

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