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Bico do Papagaio

Prazo para declaração da vacinação contra febre aftosa continua aberto

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Produtores rurais do Tocantins que vacinaram o rebanho contra febre aftosa deve obrigatoriamente fazer a declaração da vacinação junto à Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) até o dia 31 de agosto. O prazo continua aberto e a Agência orienta os pecuaristas a fazerem o agendamento nas unidades locais para evitar aglomerações.

“Alertamos o produtor rural para que o quanto antes faça o agendamento nas unidades locais da Adapec para o atendimento. É necessário levar a nota fiscal da compra da vacina e a carta-aviso preenchida” disse o responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, João Eduardo Pires. Os contatos dos escritórios da Agência estão no site adapec.to.gov.br ou anexado nos prédios.

O pecuarista, Juscelino Lopes dos Santos, proprietário da chácara olho d’água, localizada no município de Lagoa do Tocantins, já cumpriu o seu papel. “A vacinação contra a febre aftosa é coisa séria e tem que avisar na Adapec que vacinou, faço isso duas vezes para evitar qualquer transtorno”, avisa.

Nesta etapa, a expectativa é de que tenham sido vacinados cerca de 8,5 milhões de animais de todas as faixas etárias. O Estado conta com mais de 56,4 mil pecuaristas vinculados à exploração pecuária.

Multas

A multa para o produtor rural que deixar de vacinar a multa é de R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada, além de outras sanções. (Welcton de Oliveira)

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Bico do Papagaio

ADAPEC suspende aglomeração de equídeos e restringe cavalgadas e tropeadas no Bico

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A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) editou uma nova portaria nº 270, nessa terça-feira, 1º, suspendendo qualquer aglomeração de equídeos (asininos, equinos e muares), no município de Araguatins, no Bico do Papagaio, além de Santa Fé do Araguaia, Muricilândia e  Filadélfia, na região norte do Tocantins. Além disso, restringe cavalgadas e tropeadas em outros municípios circunvizinhos, permitindo somente aqueles eventos autorizados pela Agência. A medida adotada visa controlar o mormo nesta região após o surgimento de focos da doença. 

Os locais considerados limítrofes as regiões acima citadas são: Ananás, São Bento, Axixá, Augustinópolis, Buriti, São Sebastião, Esperantina, Araguaína, Aragominas, Babaçulandia, Barra do Ouro, Goiatins e Palmeirante. Essa é a mais nova atualização, já que a medida que o saneamento das propriedades rurais são cumpridos, os municípios saem do rol restritivo e outros que apresentarem focos entram.

Segundo o gerente de sanidade animal, Sérgio Liocàdio, o objetivo das ações é conter o avanço do mormo no Estado, uma vez que foram registrados focos da doença nestas regiões. “Priorizamos a prevenção, pois se trata de uma enfermidade que pode também ser transmitida ao homem. Assim que as medidas sanitárias forem todas cumpridas e o trabalho de investigação concluído as áreas serão liberadas”, disse.

Prevenção

Não existe vacina ou tratamento para o mormo. O produtor rural deve ficar atento, realizar os exames regularmente nos seus animais, já que a validade é de 60 dias, exigi-los ao comprar um animal, evitar que ele tenha contato direto com outros. Caso o dono do equídeo suspeite que ele esteja infectado deve isolá-lo e comunicar imediatamente a Adapec. No manuseio deve ter cuidado redobrado, luvas e máscaras, e evitar ao máximo que ele tenha contato com outros animais e humanos.

A Adapec está à disposição nas suas unidades em todo o Estado e disponibiliza ainda o 0800 63 11 22, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 14, para que os interessados tirem suas dúvidas e também denunciem o trânsito clandestino de animais. Outra plataforma disponível está no  link a seguir: https://adapec.to.gov.br/animal/notificacao-de-suspeitas-de-doencas-em-animais/ , onde o usuário poderá registrar suspeita da enfermidade.

Mormo

É uma doença infectocontagiosa causada por bactéria que acomete principalmente os equídeos. Nos equídeos, os principais sintomas são nódulos nas narinas, corrimento purulento, pneumonia, febre e emagrecimento. Existe ainda a forma latente (assintomática) na qual os animais não apresentam sintomas, mas possuem a enfermidade.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Curso de Letras da Unitins promove roda de conversa com o tema “Literatura para quê?”

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O curso de Letras, da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Câmpus Araguatins, promoveu na quarta-feira, 25, uma roda de conversa com o tema “Literatura para quê?”. O evento contou com a participação da professora Cláudia Lúcia Coelho Lopes, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), docente de Literatura na rede privada de ensino em Araguaína. A roda de conversa foi direcionada para os acadêmicos de Letras do 6º período. Evento aconteceu de forma remota com transmissão via Google Meet.

De acordo com a professora mestranda Rosana Quadros Santos Leite, idealizadora da ação, o objetivo do evento foi proporcionar aos acadêmicos uma reflexão sobre o ensino da literatura “e de como ela pode ser trabalhada em sala de aula com uma função libertadora no processo de ensino aprendizagem”, ressalta.

A acadêmica Nayara Régia avalia que “a roda de conversa proporcionou aos estudantes mais conhecimentos sobre a temática abordada, pois nós, como futuros professores de Língua Portuguesa e Literatura, temos que compreender a importância da Literatura na sociedade, pois em breve estaremos contribuindo para a formação de jovens leitores,” defende. 

A coordenação do curso de Letras entende que cada vez que o acadêmico se aproxima das práticas escolares que a universidade proporciona, ele fortalece seus valores intrínsecos no âmbito da formação pedagógica se percebendo como sujeito professor e o habilitando para prática docente no mercado de trabalho. (Ruy Bucar)

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Acadêmico e egresso de Direito publicam artigo

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O acadêmico de Direito João Emanuel da Silva e o egresso Tiago Alencar Cruz, sob a orientação do professor Dr. Hewldson Reis Madeira, do Câmpus Augustinópolis, da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), tiveram publicado o artigo “Vedação ao Less Elegibility: Finalidades da pena e marginalização do apenado em análise”, na revista Humanidades & Inovação, da Unitins.

A pesquisa faz parte do Núcleo de Pesquisas em Direito da Universidade Estadual do Tocantins (Nupetins), Câmpus Augustinópolis, “Neoconstitucionalismo, ativismo judicial e direitos fundamentais”.

Para o acadêmico João Emanuel,  é gratificante ver um trabalho dando frutos. Vejo a área de pesquisa científica como ponto fundamental para formação acadêmica e, por isso, me empenho em participar dela. O apoio dos professores e  colegas do grupo de pesquisa do Nupetins foi essencial. Acredito que o fortalecimento dos grupos de pesquisa na Unitins será engrandecedor para toda comunidade acadêmica. Quero também agradecer especialmente ao professor Dr. Heldwson e ao egresso da Unitins e coautor do artigo Tiago Alencar”, disse.

A coordenadora do curso, Sarah Coelho Lima, explica que o núcleo é um ótima oportunidade de desenvolvimento profissional. “O aluno que participa desse tipo de grupo tem condições de adquirir habilidades diferenciais para um processo de seleção de estágio, além de criar um rico networking”, arremata.

Para conferir esse e outros artigos na Revista Humanidades e Inovação, clique aqui.

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