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Pará

Prefeituras paraenses devem mais de R$ 370 mi ao Fisco

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Quase 40% das prefeituras paraenses terão de se explicar junto à Receita Federal sobre supostas irregularidades cometidas na contribuição previdenciária dos servidores municipais. Mais de R$ 370 milhões foram sonegados por 56 prefeituras do Pará, entre os anos de 2009 e 2011. Os prefeitos serão responsabilizados e terão de responder a processo administrativo fiscal e representação fiscal para fins penais.

As multas podem chegar a 225% do valor não recolhido, o que inviabiliza a prestação de uma série de serviços públicos à população. O Ministério Público Federal (MPF) já recebeu a denúncia e deve dar início às penalidades legais.

Conforme explica o chefe da Divisão de Fiscalização da RFB, Aldemir Braga, as prefeituras que não têm regime próprio de previdência são obrigadas a contribuir pelas mesmas regras da iniciativa privada. ‘Apenas as alíquotas são diferentes, porque são reduzidas e totalizam 20% da remuneração do servidor’, comenta. Segundo Braga, os valores relativos à contribuição previdenciária descontados pelas prefeituras são declarados ao Fisco federal através da Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP). ‘Detectamos algumas inconsistências nestes dados.

O valor de algumas remunerações não batia com o percentual de contribuição abatido dos salários’, esclarece, enfatizando que os órgãos empregadores reduziam o ônus previdenciário ao prestar a informação. Antes de consolidar as informações, é feito um cruzamento dos dados da GFIP com os informados ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). ‘Foram detectadas diversas inconsistências e isso resultou em uma ação iniciada em 2009. Os prefeitos foram notificados e chamados para esclarecer as possíveis irregularidades’, finaliza. (O Liberal)

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Assista o Conexão Rural deste final de semana – Dias 16 e 17

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Pará

PARAUAPEBAS: Município e ANM assinam nesta quarta-feira Termo de Cooperação para regularização de mineradoras

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Buscando soluções que viabilizem empreendimentos minerários legalizados e sustentáveis, será assinado nesta quarta-feira, 13, o Termo de Cooperação Técnica entre a Prefeitura de Parauapebas e a Agência Nacional de Mineração (ANM).

O evento será realizado no Hotel Vale dos Carajás, às 18h.

Em 22 de setembro a Prefeitura apresentou junto à ANM um documento com um plano de trabalho para indicar o interesse do município em firmar a parceria.


De acordo com o documento, o município coloca à disposição da ANM a equipe técnica da Secretaria Municipal de Mineração, Energia, Ciência e Tecnologia para contribuir com os processos de fiscalização da Contribuição Financeira por Exploração Mineral (Cfem) e de atividades de extração mineral, além de apoio em Processos Minerais.

“Segundo o cadastro da ANM, até dezembro de 2020, o município de Parauapebas registrava 761 Processos Minerais em todas as suas fases, desde requerimento até a autorização de lavra, representados por 197 pessoas físicas e jurídicas, com indicação de 29 substâncias minerais”, detalha o documento.

O município de Parauapebas tem longa experiência na fiscalização da Cfem, especialmente pelo trabalho desenvolvido desde 2007 em conjunto com o então Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), hoje ANM. Graças a essa sinergia, foram realizadas denúncias quanto à prática de preços externos da Vale S.A, que resultou no Processo de Cobrança nº 951.438/2009 e rendeu mais de meio bilhão de reais por meio da Execução Fiscal 0006181-37.2010.4.01.390.

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Pará

PARAUAPEBAS: Gilson Fernandes pode ser um dos nomes de Bolsonaro para federal

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O nome do líder dos pequenos mineradores, Gilson Fernandes, vem ganhando força no meio bolsonarista na região de Carajás, para disputar uma cadeira de deputado federal em 2022.

Gilson está a frente da Federação Brasileira da Mineração e da Cooperativa Brasileira da Mineração, e vem desde 2015 ganhando protagonismo nas pautas conservadoras e políticas alinhadas ao presidente Bolsonaro.

Gilson tem se mantido reservado quanto a possibilidade de aceitar disputar uma cadeira de deputado federal, mas vem sendo incentivado por correligionários do setor mineral e conservador da região de Carajás.

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