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Tocantins

PRF apresenta Balanço da Operação Finados 2019 no TO

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a Operação Finados 2019 com foco, principalmente, em coibir e reprimir as infrações que proporcionalmente provocam mais acidentes de natureza grave nas rodovias federais, entre elas a embriaguez ao volante e as ultrapassagens irregulares.

A Operação que iniciou na última sexta-feira (01) teve duração de 3 dias, encerrando às 23h59 de domingo (03), período em que as ações da PRF foram direcionadas para os trechos com os maiores índices de acidentes, de acordo com estatísticas do órgão.

O órgão divulgou números preliminares da operação, os quais apontam um total de 2 acidentes registrados, os quais resultaram na lesão de 2 pessoas, além de 1 vítima fatal.

Na Operação Finados 2018, o número total de acidentes registrados foi 12, e resultaram na lesão de 14 pessoas e 1 vítima fatal.

A fiscalização promovida pela PRF foi intensa, e no decorrer da operação no Estado do Tocantins foram lavrados 338 autos de infração em virtude de flagrantes irregularidades no trânsito.

Os dados preliminares apontam que os condutores ainda adotam uma postura irresponsável, seja realizando ultrapassagens de maneira irregular, seja consumindo bebida alcoólica e assumindo a direção de veículo automotor. Foram contabilizados 18 flagrantes de ultrapassagem indevida e 8 flagrantes de embriaguez ao volante.

Durante a operação, das 8 pessoas autuadas por embriaguez ao volante, 1 foi presa por apresentar concentração igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Todos os condutores embriagados foram autuados com multa no valor de R$2.934,70, tiveram a CNH recolhe e ainda terão o direito de dirigir suspensa pelo período de 1 ano. No decorrer da Operação foram registrados alguns crimes:

1) foi recuperado um veículo furtado há 3 anos em Goiânia/GO (receptação);
2) uso de documento falso;
3) Crime ambiental – 25,88 m³ de madeira ilegal apreendida
4) Embriaguez ao Volante

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Tocantins

Tocantins passa dos 100 mil infectados com a Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta terça-feira, 26 de janeiro, foram contabilizados 605 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 128 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 320.439 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 100.204 casos confirmados da doença. Destes, 88.747 pacientes estão recuperados e 10.104 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além 1.353 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

Catalisa ICT tem inscrições prorrogadas

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As inscrições para o programa Catalisa Instituição Científica Tecnológica e de Inovação (Catalisa ICT) foram prorrogadas até o próximo dia 21 de fevereiro. O programa, promovido pelo Sebrae, irá selecionar cerca de mil pesquisas com potencial de gerar novos negócios. A jornada de aceleração oferecerá aos pesquisadores capacitação em gestão, mentorias, fomento a projetos e acesso ao universo empresarial. Podem se inscrever mestre e doutores, que já concluíram a titulação ou que ainda estão elaborando suas pesquisas.

A convidada dessa edição do podcast da Agência Sebrae de Notícias é a analista do Sebrae, Hulda Giesbrecht. Ela detalha quem pode participar, todo o processo de inscrição e fala sobre o apoio técnico de até R$ 150 mil. O podcast completo está disponível e pode ser replicado por emissoras de rádios e portais de notícia de todo o país, gratuitamente, sendo exigida apenas a citação à Agência Sebrae de Notícias. Confira os detalhes neste link. Podcast 36º Edição – Catalisa ICT – YouTube

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Tocantins

Tocantins registrou 11,8 mil casos de hanseníase na última década

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O Tocantins ocupa o décimo primeiro lugar no Brasil em número de casos novos de hanseníase. O alerta é da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que, com base no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, identificou no estado a ocorrência de 11.890 casos novos da doença entre 2010 e 2019. Deste total cerca de 35,9% chegaram aos consultórios e ambulatórios com algum grau de incapacidade, isto é, quando a doença causa alguma deformidade física ou causa diminuição ou perda de sensibilidade nos olhos, nas mãos e nos pés.

JANEIRO ROXO – Como janeiro é o mês dedicado à conscientização, combate e prevenção da hanseníase no País, a SBD somou forças para apontar a importância de se enfrentar essa doença tropical de evolução crônica, que se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos, como dormência e diminuição de força nas mãos e nos pés.

A Região Norte do País figura na terceira posição em número de casos novos detectados ao longo da última década: 19% do total, o equivalente a 60.211 mil casos. Em primeiro lugar aparece o Nordeste, com 43% dos registros, seguido do Centro-Oeste, com 19,5% dos casos. Na quarta posição, está a Região Sudeste (15%). Somente 3,5% dos novos pacientes identificados nos últimos dez anos estão no Sul do Brasil.

Em oposição, cerca de 4% dos casos novos registrados na população brasileira durante o período se concentraram apenas no Tocantins. Na liderança do ranking estão: Maranhão, com 36.482 registros (12%); Mato Grosso, com 33.104 (11%); e Pará, com 31.611 (10%). Os estados de Roraima, Rio Grande do Sul e Amapá apresentam os melhores índices, diagnosticaram menos de 1.500 casos novos da doença na década.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – “São números alarmantes e, apesar disso, a hanseníase ainda é considerada uma doença negligenciada. Trata-se de um contexto contra o qual a SBD e muitos gestores públicos têm trabalhado arduamente ao longo dos anos, a fim de conscientizar a população sobre as manifestações clínicas da doença e assegurar a todos acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce”, ressalta Mauro Henokihara, presidente da SBD.

Segundo ele, a detecção precoce da doença é fundamental para que o paciente evolua sem sequelas e para diminuir a chance de transmissão para outras pessoas, em especial aquelas com quem convive de maneira regular e próxima. “Infelizmente, observamos um aumento na proporção de novos casos que chegam ao médico com o que chamamos de Grau 1 e 2 de incapacidade física, deformidades e incapacidades físicas às vezes irreversíveis”, pontua o dermatologista.

Pelos números apurados pela SBD no Sinan/MS, em 2010 os casos novos diagnosticados no Tocantins com algum tipo de deformidade (Grau 2) e com diminuição ou perda da sensibilidade nos olhos, mãos ou pés (Grau 1) representavam 27,6% do total. Os últimos dados nacionais disponíveis, referentes a 2019, mostram que essa proporção saltou para 45,1%.

PERFIL DO PACIENTE – Na maior parte do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença preocupa mais com as mulheres quando o assunto é hanseníase, pois elas são mais afetadas pela doença. No Brasil, no entanto, são os homens os mais afetados: 55% dos casos novos detectados na última década. No Brasil, mais da metade dos pacientes com diagnóstico de hanseníase na década tinham entre 50 e 59 anos (18%), 40 e 49 anos (18%) e 30 e 39 anos (17%). Outra parcela significativa tinha mais de 60 anos (22%) ou estava na faixa entre 20 e 29 anos (12%).

Para Sandra Durães, coordenadora do Departamento de Hanseníase da SBD, isso pode estar relacionado a uma série de fatores, como a classe social e a menor frequência com que eles vão a consultas médicas. “A hanseníase tem uma característica interessante: a pessoa precisa estar atenta aos sinais o próprio corpo. Muitas vezes são manchas silenciosas, que não doem e não coçam. E sabemos que, culturalmente, o homem brasileiro tem mais dificuldade de ir ao médico e cuidar da própria saúde”, ressalta.

Os analfabetos e com ensino fundamental incompleto representam 54% das notificações da doença nos últimos dez anos. “A hanseníase está classificada entre as doenças ditas negligenciadas, que atingem populações com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O Brasil, apesar de estar entre as grandes economias mundiais, apresenta grande desigualdade social. Nas periferias de suas metrópoles, existem grandes bolsões de pobreza caracterizados por habitações insalubres e difícil acesso aos serviços de saúde”, lembra Sandra Durães.

A especialista alerta, no entanto, que, por se tratar de doença endêmica, a rigor toda a população está exposta e pessoas de maior poder aquisitivo também podem adoecer.

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