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Maranhão

Projeto da Uema vai coletar óleo e gordura residual em cinco municípios do Maranhão

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O óleo e a gordura residual (OGR), gerado a partir de frituras, ao ser descartado de forma inadequada por domicílios e estabelecimentos comerciais, se torna uma substância altamente poluente, gerando grandes impactos ambientais. Pensando nisso, o projeto “Óleo Social: Doação em favor da natureza”, coordenado pelo professor Hamilton Jesus Almeida, da Uema, visa coletar esse óleo residual para ser reaproveitado como biodiesel.

O projeto, que vai ser articulado junto à Associação de Catadores de Material Reciclável (ASCAMAR), busca, além de beneficiar o meio ambiente, gerar emprego e renda, como afirma Hamilton. “Nós estamos articulados com essa cooperativa para fazer a coleta, envolvendo estudantes dos cursos de Agronomia e Zootecnia, que vão prestar orientação e acompanhamento, mostrando a importância da coleta desse óleo”.

Pioneiro no Maranhão, o projeto vai abranger seis municípios do entorno da Refinaria Premium 1, São Luís, Bacabeira, Raposa, São José de Ribamar, Santa Rita e Rosário. A matéria prima coletada poderá ser utilizada para a produção de biodiesel, com vantagens econômicas, como possibilidade de produção de biocombustível, a partir de material de baixo custo e vantagens sociais, como fonte de geração de emprego e renda para catadores de materiais recicláveis, através de cooperativas.

De acordo com o professor, “o projeto vai começar a funcionar em 2014, e vai coletar tanto o óleo de cozinha, quanto o óleo de origem animal, como suíno, caprino e peixe, que serão vendidos para a Petrobras, através da Agência Nacional de Petróleo (ANP)”, apontou.

O trabalho exige deixar recipientes em casas e estabelecimentos comerciais em, depois, passar recolhendo o material nas datas combinadas. O projeto será voltado para entidades associativas, tendo como foco os catadores e sua percepção da realidade local e do potencial de geração de renda existente a ser trabalhado. Depois de gerado o diagnóstico, os coletadores serão cadastrados durante os dois anos de projeto, com meta de 300 coletadores beneficiários.

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Maranhão

Dino deve processar Bolsonaro que durante visita ao Maranhão, disse que teria ‘virado boiola, igual maranhense’ ao tomar Guaraná Jesus

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Foto reprodução twitter ThaynaraOG

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou as redes sociais nesta quinta-feira (29) para informar que vai processar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Durante visita ao estado, o presidente fez uma piada homofóbica envolvendo maranhenses.

“Bolsonaro veio ao Maranhão com sua habitual falta de educação e decoro. Fez piada sem graça com uma de nossas tradicionais marcas empresariais: o guaraná Jesus. E o mais grave: usou dinheiro público para propaganda política. Será processado”, escreveu o governador.

Mais cedo, Dino tinha divulgado um vídeo criticando “visitantes mal-educados”. 
“O Brasil está precisando de energia patriótica. Vamos todos, hoje à noite, comemorar essas conquistas tomando Guaraná Jesus, o guaraná do povo do Maranhão. É uma coisa boa, a gente serve aqui para os visitantes. Até aos visitantes mal-educados a gente serve”, disse.

‘Virei boiola’

Durante visita oficial ao Maranhão, o presidente fez uma piada homofóbica. Ao se encaminhar para o segundo compromisso do dia, o presidente brincou ao tomar um copo de guaraná Jesus. A bebida tem a cor rosa. “Agora eu virei boiola. Igual maranhense, é isso?”, disse. 

“Guaraná cor-de-rosa do Maranhão aí. Quem toma esse guaraná aqui vira maranhense”, brincou.

Minutos depois, o presidente insistiu na brincadeira. “Guaraná cor-de-rosa do Maranhão, f*eu, f*eu. É boiolagem, isso aqui.”

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Maranhão

IMPERATRIZ: Veja como foi a visita de Bolsonaro

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Por volta das 14h30, Bolsonaro participou da entrega do “Panelodrómo”, um complexo gastronômico da culinária popular em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão. Com 3 mil metros quadrados, o espaço deve abrigar os comerciantes que vendem a “panelada”, um prato típico da região.

Ao chegar ao município, o presidente se encontrou com apoiadores na saída do aeroporto. Sem máscara, ele interagiu com o grupo e uma aglomeração se formou no local. Desde maio, o uso de máscara é obrigatório do Maranhão, segundo decreto do governo do Estado.

Ainda na cidade, Bolsonaro fez a entrega de pontos de internet ilimitada para áreas remotas da região. De acordo com o governo federal, a ação deve beneficiar 3 mil pessoas que vivem nas cidades de Balsas, Açailândia e Imperatriz.

A agenda do presidente no Maranhão, que tem a companhia dos ministros do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas; das Comunicações, Fábio Faria; do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; e de Governo, Luiz Eduardo Ramos, terminou às 16h, quando eles retornaram à Brasília.

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Maranhão

Bolsonaro brinca sobre refrigerante no Maranhão, “Agora virei boiola, igual maranhense, é isso?”

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Após visitar as obras da BR-135, o presidente foi a um bar em Bacabeira, interior do Maranhão, e tomou um refrigerante fabricado no estado, conhecido como Guaraná Jesus. Ao tomar a bebida, de coloração rosa, o presidente deu risada e fez comentário homofóbico.

“Agora virei boiola, igual maranhense, é isso? [risos] O guaraná cor de rosa do Maranhão aí, quem toma esse guaraná vira maranhense [risos]. Guaraná cor de rosa no Maranhão… Que boiolagem isso aqui”.

O momento foi transmitido em uma live, por volta de 12h, em uma rede social do presidente.

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