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Bico do Papagaio

Publicada portaria com nomeação do reitor temporário da UFNT

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Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira, 9 de julho, portaria com a nomeação do professor Airton Sieben como reitor pro tempore da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT). A nova universidade foi criada por meio da Lei 13.856, no dia 8 de julho de 2019, pelo desmembramento dos câmpus de Araguaína e Tocantinópolis, sendo a Universidade Federal do Tocantins (UFT) como tutora nesse processo de implantação.

Segundo o reitor temporário, dentro da questão operacional, a reitoria temporária terá a incumbência de nomear uma comissão estatuinte que atuará no desenvolvimento de um estatuto para a UFNT, discutindo principalmente o modelo de gestão da universidade, além de providenciar o CNPJ da instituição e coordenar a primeira eleição para reitoria.

Sieben reforça que a participação dos técnico-administrativos, professores e alunos, além de toda a sociedade civil é fator essencial nesse processo de construção da UFNT. “A UFNT será implantada com uma perspectiva de avanços na educação pública, abriu-se uma possibilidade de diversidade de cursos de graduação e pós-graduação, a nova universidade tem como meta ainda, a iniciativa para estudar a inovação, estabelecer estratégias e a justiça social, principalmente nessa parte norte do Tocantins e extrapolando ainda os limites estaduais”, ressaltou.

Currículo

O professor Airton Sieben tem 47 anos e é natural de Selbach, Rio Grande do Sul. Mora em Araguaína (TO) desde 2004, mesmo ano em que tornou-se professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Sieben é doutor e pós-doutor em Geografia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). É professor do Curso de Geografia e do Programa de Pós-graduação em Cultura e Território (PGCult) da UFT. Coordena o Laboratório de Cartografia e Estudos de Território (LCET), foi membro da Comissão de Acompanhamento do Projeto de Lei da Criação da UFNT, é membro da Comissão Central de Transição da UFT/UFNT, participa em grupos de pesquisa, além de ser vice-coordenador do curso de Geografia e membro em várias comissões de gestão da UFT.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: No Esquinão, Aquiles diz que município voltará a ter obras e Saúde de qualidade

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Durante comício realizado na noite desta sexta, 23, realizado entre os bairros Vila Miranda e Madalena, o candidato da Coligação Uma Nova Política Para um Novo Tempo”, Aquiles da Areia (PP), disse que o município de Araguatins, voltará a contar com políticas públicas eficientes.

“Vocês vão terminar essa campanha sabendo que vão ter um prefeito para a cidade voltar a ter obras, saúde de qualidade, valorização ao educador, apoio ao agricultor e ser destaque novamente no turismo”, afirmou Aquiles da Areia e ainda acrescentou: “Nosso compromisso é Araguatins, por isso temos projetos para a melhoria da cidade”.

Participaram do evento, além de candidatos a vereador e líderes, o deputado estadual Olyntho Neto (PSDB).

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Rocha Miranda diz que segunda-feira Justiça Eleitoral define sua candidatura

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O candidato da Coligação “De Volta ao Progresso”, Rocha Miranda (PTB), afirmou por meio de vídeo na manhã deste sábado, 24, que espera para segunda, dia 26, uma posição da Justiça sobre sua candidatura que encontra-se indeferida com recurso.

O candidato mostrou otimismo para a reforma da decisão, como aconteceu com a de Cláudio Santana (MDB).

Veja a fala do candidato:

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Familiares de detentos reclamam sobre restrições e alertam para possibilidade de greve de fome e rebelião

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Esta semana a cadeia Pública de Araguatins, no Bico do Papagaio, foi palco de reclamações e queixas de familiares de detentos. Após a instauração da e Operação Legalidade Primavera Árabe, por parte dos policiais penais.

Os familiares alegam que as restrições impostas aos detentos, tem prejudicado inconsequentemente a permanência dos apenados e que além das visitas estarem restritas, vem enfrentando dificuldade, com as restrições impostas que bloqueiam a entrada de produtos de de limpeza, higiene pessoal e até remédios.

“Todos lá cometeram penalidades e estão pagando por isso. Agora, submete-los a não receber até medicamentos é demais. Sem contra que todos as famílias ajudam com materiais de limpeza, alimentação e higiene pessoal. Se existe problema entre os funcionários e o Governo, o caminho não deveria ser esse, mas sim o diálogo”, disse uma mãe de detento que pediu para não ser identificada, com receio de retaliação.

O movimento de reivindicação por direitos trabalhistas organizado por policiais penais no Tocantins já alcançou praticamente todas as unidades prisionais do estado. Batizado de Operação Legalidade Primavera Árabe, o movimento faz alusão à onda de movimentos e revoluções em países do Oriente Médio que teve início em 2010 e “faz referência a um movimento que começou pequeno, mas que se expandiu, tornando-se grande”, como explicou o presidente da Associação dos Prossionais do Sistema Penitenciário do Tocantins (Prosispen), Wilton Angelis Barbosa.

Apesar do nome, o movimento não se trata de uma ação operacional dentro das unidades, mas sim de um movimento que busca pressionar o Governo do Estado para cumprir o pagamento de direitos devidos aos policiais penais, como horas extras e adicionais.

De acordo com a Prosispen, a chamada Operação Legalidade Primavera Árabe suspende qualquer atividade que fuja às obrigações legais atribuídas aos policiais penais.

Os agentes prometem deixar de fazer horas extras, cumprindo somente as 40 horas semanais, de acordo com o estatuto da categoria, e ainda deixar de fazer escoltas fora do município de atuação por causa do não pagamento de diárias.

Ainda segundo a Prosispen, os agentes também pretendem como regalias de presos dentro das celas, como ventiladores, televisores, videogames, entrada de fumo e outros itens, além da proibição de contato de presos com parentes e advogados, a depender da disponibilização de equipamentos de proteção individual para prevenir o risco de contágio pela covid-19 no contato com pessoas do público externo.

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