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Reeleita com 75%, Kátia Abreu tomará posse para novo mandato na Faet, dia 2 de janeiro

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No próximo dia 2 de janeiro, a senadora Kátia Abreu tomará posse como presidente reeleita na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet). juntamente com toda a Diretoria, o Conselho Fiscal e a Suplência da FAET eleita para o triênio 2018/2021. A cerimônia ocorrerá, às 10 horas no Espaço Dengo Doce, localizado na 103 Sul, Rua SO 05, Conjunto 04, Lote 30, em Palmas. A senadora foi eleita no último dia 20 de outubro com 75% dos votos dos 40 presidentes dos Sindicatos Rurais do Tocantins. Kátia Abreu está em seu sexto mandato à frente da Faet.

Perfil

Kátia Abreu foi a primeira mulher a presidir um Sindicato Rural no Brasil, eleita em 1994 no município de Gurupi, Estado do Tocantins.

Assumiu a presidência da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins em 1996, onde exerce o seu sexto mandato. (licenciou-se em 2015 e reassumiu as funções em maio de 2017).

Foi a primeira mulher a presidir a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nos 60 anos da entidade. Eleita em 2007, com dois mandatos consecutivos, do qual se licenciou em 2015 para exercer o cargo de Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sendo também, a 1ª mulher a ser ministra da agricultura do Brasil.

Kátia Abreu exerceu, como suplente, o mandato de Deputado Federal na legislatura 1999-2003.

No ano de 2002 se candidatou Deputada Federal sendo a terceira deputada mais votada proporcionalmente no Brasil.

Eleita como Senadora da República em 2006 pela 1ª vez, com 325 mil e 51 votos, para um mandato de oito anos e, em 2014 para o seu segundo mandato no Senado Federal.

Diretoria eleita da Faet para o quadriênio 2018/2021

Presidente: Kátia Regina de Abreu
1º Vice Presidente: Paulo Carneiro
2º Vice Presidente: Saddim Bucar Figueira
1º Secretário: Eurípedes Martins Costa
2º Secretário: João Batista de Oliveira Neto
1º Tesoureiro: Carlos Ribeiro Soares
2º Tesoureiro: Ricardo Rosa da Silva

Suplentes da diretoria
Vandeir Sebastião Vieira
Marcelo Borges
Juracy dos Santos
Cláudio Ferreira da Silva
Januário da Silva Abreu

Conselho Fiscal
João Carlos Botelho Martins
Renato de Freitas Junior
José Rander Lopes
Luiz Dias Carneiro
Jackson de Souza Lima

Suplentes do Conselho Fiscal
Guardion de Sales
Hermes Paes Feitosa
Benoni Silva Pereira
Luiz Carlos Marinho do Rego
Alex Pereira Dias Botelho

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Bastidores

Candidatos que não tiveram registros solicitados por partidos, podem fazer até esta quinta, 1º

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Os candidatos das Eleições Municipais 2020 devem ficar atentos ao prazo eleitoral que termina nesta quinta-feira (1º). De acordo com o calendário eleitoral 2020, este é o último dia para os candidatos escolhidos em convenção solicitarem seus registros no tribunal eleitoral competente, caso os partidos políticos ou as coligações não os tenham requerido. O prazo, que se encerra às 19h, está determinado na Lei nº 9.504/1997, artigo 11, parágrafo 4º.

Como funciona

A partir do momento em que um candidato é escolhido em convenção partidária, ele tem o direito de ter seu nome indicado no registro de candidatura que o partido encaminha à Justiça Eleitoral.

Caso isso não aconteça, o candidato pode encaminhar seu próprio registro. Para isso, ele tem dois dias, contados da publicação do edital de candidatos do respectivo partido ou coligação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), meio oficial de publicação e divulgação dos atos judiciais, administrativos e das comunicações referentes à Justiça Eleitoral.

Essa medida visa garantir o direito daquele que, escolhido em convenção partidária, registre a sua candidatura junto à Justiça Eleitoral, quando a agremiação política, por algum motivo, não o tenha feito.

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Bastidores

Tocantins segue em equilíbrio fiscal e fecha 2° quadrimestre abaixo do limite prudencial da LRF

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O Tocantins fechou o segundo quadrimestre de 2020 com um índice de 42,14% em relação a despesas com pessoal, ou seja, abaixo do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n° 101/00), que é 46,55% em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). Os dados constam no Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo do Estado do Tocantins que será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), edição desta quarta-feira, 30.

O resultado é ainda menor que o demonstrado no primeiro quadrimestre deste ano, quando o índice foi de 47,57%. O relatório aponta que essa redução decorreu principalmente pelo crescimento da Receita Corrente Líquida no montante de R$ 356 milhões. Crescimento proporcionado pelos recursos federais destinados ao Programa Federativo de Enfrentamento do Coronavírus (Lei Complementar n° 173/2020).

“Esse recurso que veio para o Estado para ajudar no combate à pandemia foi muito importante. Mas, essa ajuda tem tempo determinado e, por isso, precisamos manter o controle das contas públicas. Investindo nas necessidades do povo e em obras para fazer o Tocantins crescer, bem como gerar empregos, renda e desenvolvimento. Trabalhamos com os pés no chão e planejamento, nosso objetivo sempre será melhorar a vida das pessoas”, ressalta o governador do Tocantins, Mauro Carlesse.

O secretário de Estado da Administração, Bruno Barreto, reitera a finalidade do auxílio enviado pelo governo federal e complementa: “É importante destacar que o auxílio não representa um recurso permanente para pagamentos de dívidas ou com pessoal, uma vez que essa receita é carimbada para as ações de enfrentamento à Covid-19. Continuamos fazendo nosso trabalho de austeridade nas despesas e uma melhoria no controle do gasto público, visando à otimização da máquina pública”, pontua.

Equilíbrio

O governador Mauro Carlesse destaca que, desde o início de sua gestão, teve a preocupação de equilibrar as contas e buscar o enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que só foi possível a partir de uma série de ações. Dentre as medidas, estão a redução do número de servidores contratados e comissionados; e a redução de despesas com frota de veículos, água, luz, telefone, aluguel, além de revisão de concessões fiscais e redução da quantidade de órgãos do Governo.

O resultado veio já no segundo quadrimestre de 2019 quando, após sete anos fora dos limites permitidos pela legislação, o Tocantins conseguiu alcançar o índice de 47,67%, cerca de 10% a menos que o mesmo período de 2018, ficando abaixo do limite legal de 49% da receita líquida, ou seja, dentro do limite prudencial da LRF.

“Os resultados mostram que de fato precisávamos adotar essas medidas para devolver ao Tocantins as condições de retomar seu desenvolvimento, recuperando a capacidade de investimentos em obras estruturantes que refletem diretamente na geração de emprego e renda e qualidade de vida para o cidadão. Além disso, esse enquadramento na LRF traz credibilidade ao Estado diante dos investidores, das instituições financeiras e do governo federal para recebimento de recursos”, finaliza o Governador.  (Vania Machado / Foto:  Aldemar Ribeiro)

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Dívida pública federal sobe 1,26% e alcança R$ 4,1 tri em agosto

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A dívida pública federal (DPF) subiu 1,56% na comparação entre julho e agosto e chegou aos R$ 4,412 trilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, nesta terça-feira (29). 

O estoque da dívida foi puxado pelo recorde de emissões no período: cerca de R$ 114 bilhões emitidos, o maior valor para o mês de agosto da série histórica do Tesouro, que começou em novembro de 2006. A dívida pública mobiliária interna cresceu 1,35% em agosto, passando para R$ 4,174 trilhões. A dívida externa, por sua vez, alcançou os R$ 238,25 bilhões. (Brasil 61)

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