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Pará

Remo e Brasiliense disputam título inédito da Copa Verde nesta quarta

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O título da edição 2020 da Copa Verde não é a única motivação para Remo e Brasiliense, que decidem a competição regional nesta quarta-feira (24), às 16 (horário de Brasília), no Mangueirão, em Belém, com transmissão ao vivo da TV Brasil. O campeão garante um lugar direto na terceira fase da Copa do Brasil 2021. A simples participação no torneio nacional já assegura ao clube uma premiação de R$ 1,5 milhão concedida pela  da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). 

A vantagem é do Jacaré, que ganhou o jogo de ida por 2 a 1 no Mané Garrincha, em Brasília, no último domingo (21). O atacante Wallace abriu o marcador para os paraenses, mas os volantes Sandy e Aldo viraram o placar. Os brasilienses têm a vantagem do empate. O Leão Azul, por sua vez, tem que vencer por, ao menos, dois gols de diferença para levantar a taça. Se a vitória remista for por um gol de saldo, a decisão do título será definida na cobrança de pênaltis.

Seja quem for o campeão, o título será inédito. O Remo está pela segunda vez na final. Em 2015, o Leão Azul goleou o Cuiabá por 4 a 1 no primeiro jogo da decisão, mas foi atropelado por 5 a 1 no duelo de volta, ficando com o vice. Na campanha de 2020, o time paraense bateu Gama (1 a 0), Independente-PA (2 a 0 e 1 a 3, com  definição nos pênaltis por 3 a 0) e Manaus (1 a 1 e 6 a 2).

“No primeiro jogo [da final], começamos melhor, com mais posse de bola, mas sofremos o primeiro gol em uma desatenção e o segundo na bola parada, que treinamos tanto. A gente se cobrou para não repetirmos os mesmos erros. Nesta quarta-feira, vamos suar sangue. Cheguei agora [ao Remo], mas já pude sentir a atmosfera da torcida, sei que ela quer muito esse título e que ele será especial, não só para mim, mas para todos. Estamos confiantes”, disse o lateral remista Wellington Silva, em entrevista coletiva.

O Brasiliense disputa a final da competição pela primeira vez. A melhor campanha do clube distrital era a semifinal de 2014, na primeira edição do torneio, quando o Jacaré foi eliminado pelo rival Brasília, que levou o título daquele ano. Na trajetória até a decisão, o Jacaré superou Vitória-PE (4 a 0), Luverdense-MT (2 a 1), Atlético-GO (2 a 1 e 3 a 1) e Vila Nova (2 a 0 e 1 a 3, com 5 a 3 nos pênaltis).

“A Copa Verde contou com dois clubes de Série A, o Atlético-GO e o Cuiabá, que subiu esse ano [da Série B], e diversas equipes de Série B e de Série C. Mas quem está em destaque é justamente o Brasiliense, que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro. A nossa campanha reflete o esforço e seriedade do trabalho nestes últimos anos e ainda coloca na vitrine do cenário nacional o futebol de Brasília, mais uma vez”, comemorou a presidente do Jacaré, Luísa Estevão, em depoimento à imprensa.

As equipes têm desfalques para a decisão. No Remo, a única ausência é o zagueiro Kevem, que sofreu uma lesão de grau dois na coxa direita. Também contundido, o meia Tobinha não estará em campo pelo Brasiliense. O clube distrital, por sua vez, tem a volta do meia Wagner Balotelli, que cumpriu suspensão na partida de ida e disputará posição com Peu na lateral esquerda.

Dirigido por Paulo Bonamigo, o Leão Azul tem como provável escalação: Vinícius; Wellington Silva, Fredson, Rafael Jansen e Marlon; pingo, Lucas Siqueira e Felipe Gedoz; Hélio, Wallace e Augusto. O técnico do Jacaré, Vilson Tadei, deve mandar a campo o time com: Edmar Sucuri; Diogo, Badhuga, Keynan e Peu (Wagner Balotelli); Aldo, Sandy, Zotti e Luquinhas; Maicon Assis e Zé Love.

Copa sustentável

O vencedor da Copa Verde será agraciado com três taças. Além da tradicional, o campeão receberá um troféu vivo, com mudas para serem plantadas na sede do clube, e outro feito de madeira certificada, idealizado pelo artista Paulo Alves. As mudas são referentes aos biomas das regiões dos finalistas: bacupari da Amazônia e puruí do Cerrado. O atleta que for eleito o melhor em campo também será premiado com um troféu de madeira certificada, idealizado pela designer Roberta Rampazzo.

As duas equipes entrarão em campo no Mangueirão vestindo camisas com patches (apliques) alusivos às faunas da Amazônia e do Pantanal, biomas presentes nas regiões dos times que participam da competição. A iniciativa visa incentivar a preservação das espécies. O do Remo homenageará a onça-pintada e o do Brasiliense será alusivo à arara-azul. (Lincoln Chaves)

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Pará

MARABÁ: Florada dos Ipês dão atrativo especial a época do ano

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O verão marabaense, entre os meses de junho e agosto, vai ganhando ainda mais cor com a florada de ipês. Amarelo, branco, rosa, os ipês dão um colorido especial para as avenidas e ajudam na arborização da cidade. Essa semana, mais ipês floresceram garantindo um espetáculo de cores na cidade.

Para deixar a cidade ainda mais bonita, a coordenação de paisagismo da Semma (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) e a Sevop (Secretaria de Viação e Obras Públicas) devem plantar até o final do ano mais de 2 mil mudas de ipês. A beleza dessas árvores desperta uma boa sensação na população. Além dos ipês, o paisagismo também semeia espécies como pau preto, açaí, palmeiras e plantas ornamentais.

Edilson Nunes Ferreira, coordenador do paisagismo, explica que a arborização do município é um trabalho que o setor já desenvolve há algum tempo, e esta época em especial os ipês ganham evidência na cidade. “A época da floração do ipê é muito bonita para a nossa cidade. Estamos continuando plantando cada vez mais, nas avenidas principalmente”, pontua.

A equipe do paisagismo atualmente planta grama no Km 07 e está arborizando os locais que precisam. “Já temos uma pista de caminhada e precisamos no futuro ter a sombra para as pessoas fazerem a caminhada tranquilos”, lembra Edilson Nunes, acrescentando que desvios da Folha 33 também estão no rol de locais que recebem o paisagismo no município.

A previsão é que até o mês de dezembro sejam plantadas mais de 2.000 mil espécies de ipês em pontos estratégicos do município.

Rubens Sampaio, secretário municipal de Meio Ambiente, relembra que este mês de julho se trata de um período onde muitas espécies fazem sua floração. “Isso é importante para o meio ambiente, porque as árvores ajudam a diminuir o calor na cidade, sabemos que existe uma necessidade muito grande de arborizarmos Marabá e, às vezes, falta arborização. Fazemos um trabalho junto com o paisagismo da cidade, onde temos um viveiro na Semma que realizam a arborização da cidade somente nos logradouros públicos”, comenta Rubens Sampaio.

As árvores assumem um papel importante na área urbana, uma vez que, absorvem poluição sonora e atmosférica, dando conforto térmico, visual e melhorando consequentemente a qualidade de vida. (Emilly Coelho / Fotos: Sérgio Barros e Paulo Sérgio)

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Pará

PARAUAPEBAS: Operação sensibiliza banhistas em balneários sobre a preservação de igarapés e rio

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Com o objetivo de sensibilizar banhistas em balneários da cidade para que destinem corretamente os resíduos e contribuam com a preservação de igarapés e do rio Parauapebas, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) iniciou no sábado, 24, a operação Verão Sem Lixo – Ambientes Saudáveis, que seguirá até o dia 15 de agosto.

“Estamos percorrendo os balneários da cidade, principalmente aqueles que têm como sua fonte hídrica igarapés, pois tudo o que é jogado neles vai parar no rio Parauapebas. Levamos a mensagem de conservação para que o rio sobreviva por mais tempo”, explica Francilma Dutra, coordenadora de educação ambiental da Semma.

O gerente do balneário Vitória, Carlos Conceição, o primeiro a receber a ação, reforçou a importância de campanhas de sensibilização assim, “a gente deixa cestos de lixo em vários pontos, colocamos placas, mas ainda assim as pessoas insistem em jogar latas, plásticos e outras coisas na piscina de água natural. Por isso acho ações como essas importantes pra chamar a atenção das pessoas”.

Durante a programação as crianças recebem uma atenção especial, já que são aliadas importantes no processo de divulgação das práticas corretas com relação ao lixo e à preservação da natureza. O Caio Cunha, de seis anos, disse que aprendeu a não jogar lixo na água, “porque a gente bebe a água do rio”.

A Luiza Albuquerque, também de seis anos, participou da leitura compartilhada e também aprendeu uma mensagem importante sobre o meio ambiente, “a gente não pode jogar lixo no rio porque também tem os seres vivos que vivem lá e se a gente jogar lixo eles vão morrer”, disse a pequena.

Uma equipe da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur) também acompanha a ação e contribui com a distribuição de materiais educativos e com o sorteio de brindes para as crianças que participam da programação. (Karine Gomes / Fotos: José Piedade)

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Pará

PARAUAPEBAS: Construção do sistema viário avança às margens do Igarapé Ilha do Coco

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Do quintal da casa da aposentada Maria Pereira Batista, de 66 anos, é possível ver a movimentação de homens e máquinas da empresa Transvias na construção de novas vias às margens do Igarapé Ilha do Coco. As execuções resultarão em maior proteção ao canal, melhor mobilidade urbana na área do projeto, e benefícios para toda a comunidade.

Moradora da rua 19, no bairro União, dona Maria acompanha de perto os trabalhos, confiante de que as melhorias serão sentidas por ela e seus vizinhos.  “Se Deus quiser, isso aqui vai ficar muito bom! Vai melhorar cada dia mais. Agora eu estou gostando, meu filho também está satisfeito”, diz a aposentada sobre os serviços realizados na área.


O engenheiro civil do Prosap, Lucas Carvalho, reforça que nessa primeira etapa de obras serão construídos 3,44 quilômetros de vias marginais ao longo do Igarapé Ilha do Coco, em ambos os lados do canal, com sarjeta, meio-fio, calçada e ciclofaixa, além de dispositivos de drenagem, sinalização e iluminação pública.

“Ainda na semana passada, realizamos uma obra de drenagem visando à melhoria de uma situação ocorrida em uma margem do viário na rua 19, que gerou um alagamento pontual. Como ainda vamos aumentar a dimensão do sistema viário, uma drenagem provisória foi executada com a implantação de manilhas”, explica o engenheiro civil.

O sistema viário vai interligar os bairros Liberdade e Rio Verde, alcançando a avenida Liberdade, e a estrutura em construção em frente à prefeitura municipal. “Com os Parques Lineares do Liberdade e Rio Verde, o Parque Urbano Municipal e a lagoa, a população terá mais lazer e bem-estar”, acrescenta o engenheiro Lucas. (Jéssica Borges / Fotos: Jéssica Borges)

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