A Polícia Federal (PF) prendeu preventivamente a pregoeira Dagna Martins da Cruz Sousa, uma das investigadas da Operação Imhotep, após ter violado a prisão domiciliar que vinha cumprindo desde o início do mês de outubro quando Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União, deflagraram a operação que tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável por fraudes em contratos públicos no transporte escolar.

O processo corre em sigilo, no entanto, o Jornal do Tocantins apurou que a audiência de custódia da pregoeira está prevista para esta quarta-feira, 30.

O advogado de defesa da pregoeira, Antônio Neiva Rego Junior, informou que já entrou com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional Federal 1ª Região (TRF1). “Houve um equívoco por parte da Polícia Federal que requereu a prisão preventiva. Na audiência de custódia que determinou a prisão domiciliar não tinha nenhuma restrição quanto a ir a um restaurante, que foi o caso alegado pela polícia. Então, entendemos que foi um equívoco e isso vai ser esclarecido”, informou.

Entenda

A Operação Imhotep foi deflagrada no dia, 2 de outubro, levando as prisões do empresário João Paulo Silveira, a esposa dele, Jacianny Amaral Maciel Silveira, Joaquim Alves da Silva Júnior, vice-presidente da Coopertransmed (Cooperativa de Trabalho dos Transportadores do Norte e Nordeste do Brasil) e Dagna Martins da Cruz Sousa, pregoeira em diversos municípios do Bico, apontada como auxiliar de João Paulo a fraudar licitações que resultaram em contratos fraudulentos de aluguel ônibus escolares, com prejuízos estimados em mais de R$ 2,8 milhões.

Jacianny está sob prisão domiciliar e só pode deixar sua residência para cumprir suas funções no Hospital Geral de Palmas (HGP). João Paulo segue preso preventivamente por decisão da Justiça Federal em Araguaína. (Jornal do Tocantins)

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