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Pará

SANTARÉM: Terminal Hidroviário e Ginásio Poliesportivo ficam prontos ainda em 2020

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Santarém, no oeste do Estado, ganha até o fim deste ano duas grandes obras de infraestrutura que devem mudar para a melhor a rotina de toda a região. Está prevista para o fim deste mês a conclusão do Ginásio Poliesportivo, orçado em cerca de R$ 23 milhões e com capacidade para cinco mil pessoas.

Com cinco mil metros quadrados de área construída, o complexo, único da região com essa magnitude, terá capacidade de receber os mais variados tipos de eventos. Atualmente, gera a média de 150 empregos diretos, sem contar com os indiretos e os terceirizados pelas empreiteiras.

Amplo estacionamento, quadra, palco, elevador para acesso de pessoas com dificuldades de locomoção, painel eletrônico, tribunas, vestiários para atletas, juízes, sala de aquecimento, academia, duas lanchonetes, dois bares, postos das polícias Civil e Militar e também do Corpo de Bombeiros, o ginásio tem ainda vários acessos para entrada e saída, garantindo maior segurança do público. A obra já está na fase de acabamento, com a instalação de estrutura elétrica e de som, para então ser iniciada a aplicação do piso vilínico. 

Turismo – Já o Terminal Hidroviário de Passageiros de Cargas de Santarém, com previsão para ser entregue em dezembro, sob a administração da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH), já é considerado o mais moderno do Brasil. A obra já proporcionou a criação de 700 empregos diretos e 150 indiretos. 

Serão 3,6 mil metros quadrados de área construída, 16 guichês para venda de bilhetes, guarda-volumes, sistema de climatização, banheiros masculino, feminino e para pessoas com deficiência, farmácia, três lanchonetes e restaurante. A sala de espera vai contar com 1.205 cadeiras e rede wi-fi gratuita. Haverá, ainda, espaços para instalação de lojas e quiosques, e salas para órgãos de segurança e justiça, como Polícia Militar, Conselho Tutelar e Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Pará (Arcon). Já o terminal de cargas terá um galpão com mais de seis mil metros quadrados.

Para auxiliar no embarque e desembarque de passageiros, o espaço terá rampa metálica biarticulada, passarela coberta em concreto e flutuante com oito fingers, para atraque das embarcações. Na área externa, vai dispor de estacionamento com 5,8 mil metros quadrados e vagas para carros, motocicletas e bicicletas, além de pontos para táxis e ônibus.

No momento, estão em construção dois flutuantes de concreto, além da finalização da ponte do mesmo material que levará até as rampas metálicas articuladas e flutuantes, pavimentação da estrada de acesso, rede de combate à incêndio, e fundação da passarela do terminal até a ponte. (Carol Menezes)

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Pará

PARAUAPEBAS: Marido espanca esposa e abandona em via pública

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Uma mulher foi encontrada na noite deste sábado, 26, espancada nas mediações de uma via que liga os bairros Alvorá e Nova Carajás, na cidade de Parauapebas, na região de Carajás, no estado do Pará. A mulher é mais uma vítima de violência doméstica. O acusado é seu companheiro.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro.

A vítima teria sido abandonado no local com um corte na cabeça e aparentemente com o tornozelo fraturado.

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Pará

MARABÁ: Vítimas de acidente de trânsito caem 62% no Hospital Regional

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Com a chegada da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o número de pacientes atendidos de janeiro a agosto, vítimas de acidentes de trânsito em comparação com o mesmo período do ano passado, caiu 62,6% no Hospital Regional do Sudeste do Pará (HRSP), em Marabá.

Na unidade, mantida pelo Governo do Pará e com gestão da Pró-Saúde, uma das maiores entidades em serviços hospitalares do País, 514 pessoas foram admitidas na unidade neste ano em decorrência desses traumas.

Desse total, 37 tinham relação com acidentes de carro e 477 por motos. Em 2019, na mesma época, foram registrados 821 vítimas de acidentes, sendo 61 por carros e 760 por motos.

Segundo Valdemir Girato, diretor Hospitalar do HRSP, a unidade é referência há mais de uma década em casos graves de acidentes de trânsito no interior do Estado, e a queda significativa do número de vítimas é um reflexo da pandemia e do isolamento social.

“Todos os acidentes de trânsito podem ser evitados com mais atenção e se as pessoas seguissem com mais cuidado as orientações de trânsito. Por isso, mesmo que a pandemia tenha causado uma queda nos acidentes, ainda sim atendemos diversos casos. É importante contar com a conscientização de todos”, diz.

Conscientização no trânsito

Visando sensibilizar seus usuários e colaboradores quanto a prevenção dos acidentes de trânsito, a comissão de Humanização do HRSP promove uma ação especial chamada de “Direção Viva”.

A atividade ocorre nessa sexta-feira, 25, em alusão ao Dia Nacional do Trânsito. o objetivo é promover mais educação em saúde, principalmente informar sobre as sequelas oriundas de traumas por acidentes de trânsito.

No dia, serão distribuídos folders educativos, com dicas e orientações que contribuem para prevenção. O Hospital Regional do Sudeste do Pará é uma unidade de saúde que presta atendimento 100% gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde), sendo referência para 22 municípios.

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Pará

Pará contará com abastecimento de Gás Natural e Congresso avança com PL que torna produto mais barato

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A partir de 2022, o Pará vai fazer parte do grupo dos estados que contam com abastecimento de Gás Natural Liquefeito (GNL). O produto é considerado uma alternativa mais barata que a energia elétrica. A informação é do secretário de Desenvolvimento, Mineração e Energia do Estado, Iran Lima. O investimento nas obras está avaliado em quase R$ 4 bilhões, com previsão para gerar 7.500 empregos diretos e indiretos.

Com o objetivo de tornar o gás natural ainda mais barato por meio da abertura de mercado, o PL 6407/2013, conhecido como Nova Lei do Gás, foi aprovado na Câmara dos Deputados no início de setembro. O novo marco, que está em análise no Senado Federal, é uma das apostas para reaquecer a economia e retomar a atividade industrial. 

O deputado federal Joaquim Passarinho (PSD-PA) acredita que acabar com o monopólio da Petrobras no setor, como propõe o projeto, é a principal medida para eliminar os entraves que impedem a expansão da comercialização do produto no Brasil.

“O Brasil possui dimensões continentais e um enorme potencial de ser desenvolvido. E, apesar de produzir boa parte do que consome, tem seu gás natural entre os mais caros do mundo. Isso de vede a um conjunto de fatores. Mas, talvez o principal deles seja a inexistência da concorrência no setor”, defende o parlamentar.

Pelos termos do PL 6407/2013, toda a cadeia de produção de gás natural no Brasil seria aberta à concorrência do mercado. Com isso, o transporte desse produto também entraria no processo, o que, segundo o deputado Joaquim Passarinho, abriria uma grande margem de redução no valor das negociações.

“A formação de sistema de transporte de gás promove a concorrência e operação independente e integrada do sistema, com atração de investimentos, sem formação de monopólio de mercado. O aumento da competição e o acesso não discriminatório às infraestruturas essenciais seriam uns dos benefícios para o nosso estado”, pontuou Passarinho.

O último boletim sobre a produção de petróleo e gás natural divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) comprovam que a Petrobras é responsável pela operação de mais de 90% de toda a produção de gás natural, além de administrar a maioria dos campos de gás, gasodutos, termelétricas, transportadoras, distribuidoras e revendedoras.

Benefício da lei

O consumo de gás natural reúne alguns benefícios ao consumidor – entre eles, o de ser uma energia mais limpa, com fornecimento contínuo e diminuição nos custos de operação e manutenção. O problema é que a baixa oferta não permite ao usuário utilizar esse tipo de combustível.

A Nova Lei do Gás poderá ainda reduzir a burocracia para construção de gasodutos, tubulações utilizadas para transportar gás natural. Segundo redação votada na Câmara dos Deputados, em 2019, o processo de concessão de gasodutos atualmente é “muito burocrático”, o que impediu a ampliação dessa infraestrutura desde 2009, quando o sistema de concessão de gasodutos foi regulamentado por lei.

A norma propõe também que as companhias precisem apenas de autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em vez de passar por licitação pública, como é exigido hoje. O diretor de Eletricidade e Gás da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Bernardo Sicsú, espera que o projeto seja aprovado no Senado sem alterações. Ele destaca, também, pontos que considera cruciais no sucesso da Nova Lei do Gás. 

“A partir de estímulo à livre iniciativa, de redução das barreiras para entrada de agentes, você cria um cenário para melhor utilização das infraestruturas existentes e também [dá] segurança jurídica para novos investimentos, que são fundamentais para a retomada do crescimento. O PL solidifica as bases para o aumento da produção e do número de vendedores e é isso o que vai fazer com que o preço do gás caia”, destaca.

O Ministério da Economia estima que o marco regulatório deve trazer investimentos da ordem de R$ 60 bilhões por ano para o Brasil. Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a Nova Lei do Gás tem potencial para gerar mais de quatro milhões de empregos em todo o país nos próximos anos. (Brasil 61)

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