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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Policial suspeito de atirar em casal aguarda conclusão de processo

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A Polícia Militar (PM) do Tocantins informou que aguarda a conclusão do processo na esfera civil, que apura a morte de Maria Célia Silva, 42 anos, e a tentativa de homicídio do marido dela, José Luís Coimbra da Silva, 46 anos, para decidir o futuro do policial militar Reginaldo Manoel de Araújo. Ele é apontado no processo como autor do disparo que matou a mulher e deixou Silva paraplégico.

O fato aconteceu no dia 3 de maio no município de São Miguel do Tocantins. Ela e o marido foram atingidos quando teriam furado o bloqueio policial na fronteira entre os estados do Maranhão e Tocantins. Após passar pela barreira na Ponte Dom Afonso Gregori, ainda do lado do Maranhão, o casal, que estava em uma motocicleta, atravessou para o Tocantins, onde, ao chegar, recebeu nova ordem de parada e empreendeu em fuga, razão pela qual foi iniciada uma perseguição e os policiais teriam então disparado contra os dois.

O casal foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Imperatriz (Socorrão), mas Maria Célia morreu assim que deu entrada na unidade. Gomes foi atingido na coluna cervical, passou por cirurgias e ficou paraplégico.

Araújo foi indiciado por homicídio com dolo eventual. A assessoria da Polícia Militar (PM) do Tocantins informou que aguarda a conclusão do processo e, caso seja condenado, o policial será automaticamente expulso da corporação. Enquanto isso, Araújo está afastado do serviço operacional e desempenha funções administrativas na sede da unidade policial.

O Ministério Público Estadual (MPE) informou, através de nota que, por meio do promotor de Justiça Paulo Alexandre Rodrigues de Siqueira, aguarda a conclusão do relatório e das diligências do inquérito policial para efetuar a denúncia por homicídio doloso contra o militar. (JT)

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Educação realiza formação continuada para profissionais da pasta

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A Secretaria Municipal de Educação, deu inicio na segunda, 25, à primeira formação continuada de 2021. Abertura do encontro aconteceu na quadra poliesportiva da Escola Municipal Alfredo Paulino. Na ocasião a secretária municipal de Educação, Maria José Lima de Oliveira, desejou boas vindas e parabenizou os profissionais pelos avanços registrados pela Educação municipal.

Na primeira formação do ano, estão sendo ministrados conteúdos para professores, coordenadores pedagógicos, diretores escolares, secretários escolares, auxiliares de secretarias, coordenardes de bibliotecas e assistentes administrativos.

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Profissionais de Saúde são vacinados

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Nesta semana iniciou-se a vacinação contra a Covid-19 em profissionais de Saúde que atuam na linha de frente no enfrentamento a pandemia, uma parte dos profissionais imunizados fazem parte da Unidade Sentinela, e a outra integram a equipe do Hospital Regional de Augustinópolis – Ala Covid e UTI Covid.

O secretário municipal de Saúde informou que serão imunizados 36 Técnicos de Enfermagem, 12 Enfermeiros (as), 9 Fisioterapeutas, 3 Psicólogos (as), 3 Farmacêuticos (as), 1 Auxiliar de Farmácia, 12 Recepcionistas, 13 Médicos (as), 13 Auxiliares de Higienização, Limpeza e Borrifamento, 10 Maqueiros, 6 Assistentes Sociais, 10 Radiologistas, 1 Administrador UTI.

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CNM divulga orientações aos gestores municipais sobre a vacinação da Covid-19

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Com o início da distribuição de imunizantes e vacinação contra a Covid-19 por todo o Brasil, o baixo número de vacinas disponíveis preocupa os municípios mais longínquos do País. Por isso, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) enviou um ofício ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em que manifesta apreensão sobre a forma como o governo federal está enfrentando os gargalos no combate à pandemia.

De acordo com o presidente da CNM, Glademir Aroldi, o governo federal ainda não dispõe de um calendário de vacinação e muito menos de um plano de comunicação com a sociedade brasileira. O presidente da entidade diz que é preciso rever o plano anteriormente divulgado pelo Ministério da Saúde e reforçar as estratégias adequando ao número de vacinas que o Brasil possui.

“O número de vacinas disponibilizadas para os municípios, nesse primeiro momento, não atende ao primeiro grupo. Essa é uma dificuldade que o gestor está enfrentando lá na ponta. Evidentemente que isso causa alguns transtornos como os critérios para estabelecer subgrupos, ou seja, pessoas a serem escolhidas nessa primeira etapa com esse número de vacinas. Essa é uma situação, a outra é a falta de uma campanha de comunicação com a comunidade, no sentido de transmitir que a vacina é segura e eficaz”, explicou Aroldi.

Segundo o líder municipalista, o governo federal ainda não dispõe de um plano de comunicação com a sociedade brasileira – o que é imprescindível nesse momento, pois apresenta informações sérias e concretas, combatendo as fake news que circulam atualmente. “Em toda vacinação sempre acontece uma campanha ampla e ainda não aconteceu. Já cobramos com muita força o Ministério da Saúde para que isso ocorra imediatamente”, disse Aroldi.

No documento enviado ao Ministério da Saúde, a Confederação solicita um cronograma de entrega das vacinas, com estimativa mensal até o fim de 2021, para que os gestores municipais possam ter informações que norteiam um efetivo planejamento e enfrentamento da pandemia.



Procurado, o Ministério da Saúde informou que não comenta esse tipo de documento enviado por outros órgãos e entidades. Por isso, a CNM começa a divulgar a partir desta quarta-feira (27), um próprio plano de comunicação para orientar os municípios sobre a vacinação. De acordo com a entidade, foram “reiteradas tentativas de alinhar a estratégia com a pasta federal sem sucesso”. Desta forma, a campanha informativa da CNM tem objetivo de auxiliar os Municípios nos planos locais de comunicação.

Como primeiro passo, a CNM orienta os gestores municipais a construir ações comunicativas, com mensagens de informação à população: como, quando, onde e para quem será a primeira etapa e demais, bem como a quantidade de doses recebidas no município.

Essas informações estão de acordo com a opinião do médico infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília (HFA), Hemerson dos Santos Luz. “O número reduzido de doses da vacina exige um planejamento prévio, considerando as prioridades de quem deve ser vacinado ao mesmo tempo em que se tem uma flexibilização desse plano para que se possa adaptar os grupos de acordo com o andamento da pandemia. Isso pode ser feito com um bom planejamento e uma boa análise epidemiológica da situação da Covid-19 em cada localidade”, afirmou o médico. (Brasil 61)

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