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Pará

Sem agência bancária, moradores de Bom Jesus do Tocantins reclamam de prejuízos

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O município de Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do Pará, está sem uma agência bancária há dois anos. O comércio local sofre com a baixa movimentação bancária. Comunidades e zonas rurais próximas à cidade também são prejudicadas com a situação.

A agência do Banco do Brasil que ficava na cidade foi totalmente destruída durante um assalto, há dois anos. Em outro prédio, foram instalados cinco caixas eletrônicos, que também foram destruídos em outro assalto no mês de janeiro de 2013.

De acordo com o presidente da Associação Comercial de Bom Jesus do Tocantins Jonas Pinheiro, as vendas no comércio local caíram depois que a agência bancária parou de funcionar na cidade. Algumas lojas tiveram que fechar as portas.

“Tem um correspondente bancário na agência do correio que trabalha com valores de R$ 300. Isso impossibilita o comércio de modo geral de fazer movimentação. Não existe a possibilidade de movimentar R$ 300 diário em uma agência bancária”, explica Jonas Pinheiro.

Para realizar transações de alto valor é necessário deixar a cidade e ir até Marabá ou Rondon do Pará, ambas no sudeste do estado. De acordo com o funcionário público Rogério Covre, a falta do banco traz transtorno à vida dos moradores.

“90% da população aqui é cliente do Banco do Brasil e, quando o banco não oferta à população todos os serviços necessários, o município perde, o comerciante perde, o servidor público perde. Tem que sair, se deslocar daqui até Marabá para poder usar as agências de lá. Então, isso traz prejuízo financeiro para o município e transtorno”, conta Rogério Covre.

A movimentação financeira da cidade é tão baixa que na agencia lotérica local, os beneficiados por programas do governo, como o bolsa família, só recebem depois que a pessoas fazem o pagamento de contas pessoais.

Segundo a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, no início do mês de agosto deve começar a construção da nova agência no município. A previsão é que até o fim de 2013 o atendimento seja retomado.

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Pará

MARABÁ: Defesa Civil e Corpo de Bombeiros definem logística assistencial às famílias atingidas por enchentes

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As estratégias de atendimento às famílias atingidas pela enchente deste ano foram discutidas durante reunião realizada na sexta, 26, na cidade de Marabá, na região de Carajás, com o coordenador da Defesa Civil do município, Jairo Milhomem e representante do Corpo de Bombeiros Militar.

Durante a reunião ficou estabelecida a manutenção da parceria entre corpo de Bombeiros e Defesa Civil nas ações de atenção às famílias com uso da logística dos Bombeiros e na ajuda assistencial às famílias nos abrigos.

“Como todos os anos o Corpo de Bombeiros vem prestando esse apoio a Defesa Civil, e este ano não será diferente. No ano de enfrentamento à pandemia pensar estratégias para conter o avanço da doença nos abrigos se torna uma preocupação a mais”, pontuou o tenente Emílio Rodrigues, do Corpo de Bombeiros Militar.

Foi discutida a instalação de placas de orientação nos abrigos e informações a respeito da Covid-19, como o uso de álcool em gel e uso de máscaras, além da manutenção da higiene pessoal.

De acordo com Jairo Milhomem, a preocupação com a Covid-19 neste período de cheia e aglomeração nos abrigos já havia sido tema de discussão com a Secretaria de Saúde, onde ficaram definidas as visitações médicas todas as semanas nos abrigos, teste rápido de Covid aos desabrigados e vacinação para os servidores envolvidos diretamente no atendimento a essas famílias.

“Podemos reduzir a possibilidade das pessoas se contaminarem com uso de máscaras e álcool e também a higiene pessoal, as pessoas serão orientadas. Também pensamos em reduzir o número de famílias nos abrigos”, esclareceu Jairo Milhomem, coordenador da defesa civil do município.

A Defesa Civil já contabilizava o atendimento a 35 famílias que estão no abrigo do ginásio de esportes da Obra Kolping, no bairro Belo Horizonte. (Victor Haôr / Fotos: Paulo Sérgio)

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Pará

PARAUAPEBAS: PROSAP amplia canais de comunicação com lançamento de site

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Manter um bom relacionamento com as comunidades, baseado num diálogo direto e transparente, é um dos compromissos do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Nesse sentido, o programa amplia seus canais de comunicação, com o lançamento de mais uma importante ferramenta: o site prosap.parauapebas.pa.gov.br

Com layout simples e fácil navegação, o site pode ser acessado a partir de diferentes dispositivos tecnológicos, como smartphones, notebooks e computadores, mantendo suas características e funcionalidades.  

Na plataforma, o usuário tem acesso a imagens, vídeos institucionais, documentos, legislação e estudos relacionados ao programa, bem como, a toda estrutura administrativa do Prosap, entre outros conteúdos.   

O site foi desenvolvido pelo analista de sistemas do Prosap, João Melo, com o acompanhamento da gestão e equipe de comunicação do programa. “Ele é parte de um conjunto de ações de comunicação que tem como objetivo aproximar a população do programa, oferecendo à comunidade informações sobre a importância das obras de saneamento ambiental e todos os benefícios que serão gerados para Parauapebas”, diz a jornalista Jéssica Borges.

“Estamos lançando agora, mas entendendo que as melhorias serão realizadas continuamente para que essa plataforma atenda aos nossos diversos públicos”, completa João Melo. 

Canais de relacionamento

Com o site, o Prosap amplia e fortalece seus canais próprios de relacionamento com a comunidade. Atualmente, o programa disponibiliza contato de Whatsapp (94) 9 9973-0476 para dúvidas, perguntas e manifestações da comunidade, além de e-mail: [email protected], e dos atendimentos presenciais realizados nos escritórios do programa nos bairros Rio Verde e Vale do Sol.

O Escritório de Gestão Socioambiental na Rua Minas Gerais, n° 65, bairro Rio Verde, atende ao público no horário das 8h às 18h (sem interrupção para almoço), de segunda a sexta-feira. 

Enquanto que o Escritório Social no Residencial Vale do Sol, localizado na Rua Sebastião Leite, Quadra 08, Lote 01, atende ao público do reassentamento no horário das 8h às 12h e das 13h às 18h, de segunda a sexta-feira. O público do reassentamento abrange as 250 famílias retiradas de áreas de risco compreendidas por obras da primeira fase do Prosap.  (Jéssica Borges)

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Pará

PARAUAPEBAS: Observatório de Gênero será implementado nos próximos meses

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Idealizado por professores e alunos da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), o Observatório de Gênero será implementado nos próximos meses em Parauapebas. Caberá ao projeto colocar à disposição municipal indicadores estratégicos de gênero e ferramentas analíticas para a formulação de políticas públicas, manter atualizado o acompanhamento da autonomia política, física e econômica das mulheres, bem como produzir boletins mensais sobre dados relacionados à violência contra a mulher. 

Na semana passada técnicos da Secretaria Municipal da Mulher (Semmu) e do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap), acompanhados pelas professoras da Ufra, Daniela Castro dos Reis e Josilene Ferreira Mendes, visitaram a área em que o Observatório de Gênero será instalado. 

Trata-se de um espaço no próprio campus da universidade, onde serão montados dois contêineres totalmente adaptados e equipados com cadeiras, mesas, computadores, centrais de ar, armários, e toda a estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades. A Prefeitura de Parauapebas, por meio do Prosap, destinará 60 mil dólares para a aquisição dos itens acima, conforme orienta a forte política de gênero promovida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).  

Mestre e doutora em pesquisa do comportamento, a professora Daniela Castro dos Reis é categórica ao afirmar que o Observatório de Gênero é um projeto inovador na Amazônia, “ele vai nos ajudar a discutir os dados da política pública em Parauapebas. A gente quer falar sobre essa violência praticada contra mulheres, crianças, adolescentes, e estudar também os autores da agressão. Há uma gama de possibilidades para discutir e garantir políticas públicas”. 

A também professora da Ufra, Josilene Ferreira Mendes, doutora em Direito, antecipou que a proposta do observatório é também lançar um aplicativo para o fortalecimento da rede de atendimento à mulher e a elaboração de um livro que resgate a história do movimento no município. “A ideia é justamente fortalecer a política municipal e também trabalhar a prevenção nas escolas”, destacou.

A secretária da Mulher, Edileide Maria Batista, demonstrou entusiasmo pelo andamento do projeto, assim como a subcoordenadora de ações sociais do Prosap, Eulália Almeida. “A política de gênero do BID tem como principal objetivo promover projetos que definam a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres. Essa parceria entre as instituições é muito importante para que avancemos nesse assunto”, completou. (Jéssica Borges)

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