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Bastidores

Senador Zequinha Marinho destaca contribuição da indústria de mineração para saldo positivo do Pará na balança comercial

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Com saldo positivo de US$ 19,3 bilhões no mercado internacional, a indústria paraense fechou o ano de 2020 com o melhor resultado no ranking nacional, de acordo com o Ministério da Economia. E o bom desempenho repercute, inclusive, entre os parlamentares do Pará que atuam no Congresso Nacional.
 
É o caso do senador Zequinha Marinho (PSC/PA), que destacou o resultado em entrevista ao Brasil61.com. Ele cita, especialmente, o setor da mineração, principal responsável pelo desempenho superavitário da balança comercial paraense. No ano passado, a mineração exportou cerca de US$ 18,5 bi, com destaque para o minério de ferro bruto. Além disso, o senador cita que a economia local está se diversificando.
 
“Nossa principal atividade é a mineração, mas outras atividades vão se levantando, ressurgindo, como a agricultura. Daqui algum tempo, não só o minério terá um grande volume para exportação, mas também os produtos do agronegócio, que começam a crescer significativamente no nosso estado”, projeta. 

Destaques

Primeiro em saldo, o Pará foi o quarto estado em valor exportado, com variação positiva de 15,11%. Embora com impacto bem inferior ao da mineração, a exportação de soja conseguiu arrecadar US$ 759,4 milhões. O aumento de 43,4% em relação a 2019 comprova que o agronegócio está crescendo no estado. A pecuária também teve desempenho positivo, graças ao crescimento de quase 58% nas exportações de carne bovina. 
 
Para Cassandra Lobato, coordenadora do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA), o desempenho das exportações industriais tende a melhorar, caso a Reforma Tributária seja aprovada pelo Congresso Nacional este ano. 
 
“Se as reformas forem votadas, especialmente a tributária, vai ajudar não só o estado do Pará, mas todo o País. O custo da tributação ainda é muito pesado para nossas indústrias e isso faz com que muitas não cresçam, não tenham realmente um processo de desenvolvimento industrial.”
 
O senador Zequinha Marinho concorda e vê a reforma como uma oportunidade para impulsionar a fabricação, circulação e consumo de produtos. “A reforma tributária faz a economia crescer, no geral e, assim, ela termina impactando a parte de exportação. Ela é muito benéfica e importante para a economia paraense”, disse. 

Compradores

Em 2020, a Ásia se manteve como o bloco econômico que mais comprou do estado do Pará. Segundo a FIEPA, quase 74% de tudo o que se exporta no estado tem como destino o continente asiático, mais especificamente a China. Os principais produtos adquiridos em 2020 foram o minério de ferro e seus concentrados, soja e carne bovina. No ano passado, ao todo, a Ásia (excluindo o Oriente Médio) importou pouco mais de US$ 15 bilhões do Pará. (Brasil 61)

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Bastidores

Ex-senador João Rocha morre vítima de Covid

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Morreu nesta segunda, 26, vítima da Covid-19, o ex-senador pelo Tocantins, João da Rocha Ribeiro Dias. Ele tinha 80 anos. Ele estava intubado no Hospital das Clínicas da UFG, em Goiânia-GO, e não resistiu.

João Rocha foi uma das referências na luta pela criação do Tocantins e também foi ex-diretor do Grupo Jaime Câmara.

João Rocha era piauiense de Ribeiro Gonçalves-PI, mas cedo se mudou com a família para Cristalândia.


Ele estudou o primário e o ginásio em Porto Nacional, depois continuou os estudos em Goiânia, formando-se técnico em Contabilidade, onde também iniciou sua trajetória no grupo Jaime Câmara, começando como auxiliar de escritório. Formou-se em Direito, mas continuou no grupo Jaime Câmara, onde chegou a diretor financeiro por longos anos.

João Rocha exerceu um importante papel na luta pela criação do estado do Tocantins, usando seu prestígio não só no apoio à Constituinte de 88, como na formação da Comissão de Sistematização do Congresso Nacional, onde se discutia a criação do Tocantins que discutiu a criação do Estado.

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Bastidores

Bolsonaro não pede apoio de Kátia à Mendonça

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Segundo o colunista do site Metrópolis, Igor Gadelha, o presidente Jair Bolsonaro não pareceu muito empenhado em ajudar o seu mais recente escolhido para o Supremo Tribunal Federal (STF) a conseguir votos no Senado para aprovar a indicação.

No encontro com a senadora Kátia Abreu (PP) na semana passada, no Palácio do Planalto, Bolsonaro não teria sequer citado o nome de André Mendonça.

O diálogo teria se concentrado em outros assuntos, entre eles, a PEC do voto impresso, a saúde do presidente, as reformas, acordos comerciais e meio ambiente.

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Bastidores

Três inquéritos sigilosos no STJ miram gestão Helder no enfrentamento à Covid-19

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A revista Veja, trouxe este final de semana, matéria em que trata sobre três inquéritos sigilosos do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que miram a gestão do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) no combate à Covid-19. Material está com a CPI da Pandemia.

Helder é suspeito de participar de um esquema criminoso instalado na administração pública para fraudar licitações e desviar recursos públicos da área de saúde. As apurações revelaram que Helder discutia com empresários assuntos relacionados a compras que seriam efetuadas depois pelo Estado. Um dos processos se debruça sobre contratos feitos entre o governo paraense e organizações sociais para a gestão de hospitais de campanha em Belém e municípios do interior. Os valores firmados ultrapassam a cifra de 1,2 bilhão de reais.

Esses contratos dos hospitais de campanha seriam loteados, direcionados, fraudados e superfaturados, segundo os investigadores. O Ministério Público Federal (MPF) encontrou indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema ilegal envolvendo empresários e pelo menos quatro secretarias estaduais, por meio da participação de agentes públicos. O material, de cerca de 280 mil páginas, foi compartilhado com a CPI da Pandemia.


Entre as irregularidades apontadas na gestão de hospitais estão sobrepreço de itens, ausência de parecer jurídico sobre os contratos, indícios de que propostas apresentadas por organizações diferentes eram idênticas e até mesmo subcontratação de serviços médicos por parte dessas entidades. “O descaso com a gestão do sistema de saúde fica evidente nas divulgações que relatam a precariedade das unidades de saúde e dos serviços prestados, a despeito dos repasses milionários de recursos públicos aqui expostos”, apontou o relator do caso no STJ, ministro Francisco Falcão.

Os procuradores também investigam compras efetuadas pelo governo do Pará, como a aquisição de 400 respiradores e 1,6 mil bombas de infusão. Barbalho participou diretamente das tratativas,
trocando mensagens com o empresário André Felipe Silva, que atuou como representante comercial da empresa de importação SKN. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o negócio é fruto de relações pessoais.

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