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Bico do Papagaio

SES volta a orientar os municípios do Bico sobre aplicação de vacinas Covid

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) emitiu nesta quinta-feira, 17, uma Nota de Orientação aos 27 municípios biquenses, tem como aos do restante do estado, com diretrizes sobre a vacinação contra a Covid-19. O documento orienta os municípios que possuem primeiras doses (D1) em estoque, para seguirem a ampliação da vacinação dos grupos prioritários, conforme o Plano Nacional de Operacionalização da Covid-19 (PNO), do Ministério da Saúde (MS).

Este é o segundo documento oficial emitido pela Secretaria aos municípios, em menos de uma semana, basicamente com o mesmo teor de informações. Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Perciliana Bezerra, “alguns municípios ainda apresentaram dúvidas quanto ao que fazer em casos vacinas em estoque e grupos prioritários já imunizados, por isso tentamos deixar ainda mais explicado do que na Nota Técnica que enviamos na semana passada”, destacou.


A Nota de Orientação deixa claro que, ao finalizar os grupos prioritários descritos no PNO,: “a vacinação da população em geral será escalonada por faixa etária de forma decrescente, iniciando em 59 anos até os 18 anos, após ser submetida à aprovação nos Conselhos Municipais de Saúde”.

“Vale destacar, mais uma vez, que os grupos prioritários são: pessoas em situação de rua; população privada de liberdade; trabalhadores do transporte coletivo, rodoviário de passageiros urbanos e de longo curso; trabalhadores industriais; trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; caminhoneiros”, reforçou a superintendente.

A Nota ainda chama a atenção para as segundas doses (D2). “De acordo com as regras previstas no  PNO, não será permitida a utilização de D2 como ampliação de vacinação de grupos prioritários. As mesmas deverão ser preservadas exclusivamente para dar continuidade ao esquema vacinal em andamento”, dispõe o documento. (Com informações de Aldenes Lima)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Nome de rua não homenageia ex-governador Siqueira Campos

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Ontem, segunda-feira, dia 17, o webjornal Folha do Bico, recebeu diversas mensagens comentando sobre a dúvida do nome da rua popularmente chamada de Siqueira Campos, principal via comercial não só de Araguatins, mas do Bico do Papagaio, após o senador Eduardo Gomes (MDB), espalhar nas redes sociais e em veículos de imprensa ligados a ele, que a referida via, seria uma homenagem ao ex-governador Siqueira Campos. O estranhamento, veio principalmente por parte de moradores mais antigos do município, que imediatamente reagiram a “mancada”.

O vídeo do senador foi gravado para ele alegar, que foi o responsável por viabilizar a obra de recapeamento, por meio de recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), do Governo Federal, feitas ainda em 2018, na gestão do ex-prefeito Cláudio Santana.

Acontece, que a informação espalhada pelo senador, realmente não procede. O nome da rua não se refere ao ex-governador, mas sim ao militar e político Antônio de Siqueira Campos, que se tornou conhecido como Tenente Siqueira Campos. Ele foi um dos heróis da Revolução do Forte de Copacabana, na Revolta Tenentista. Foi um dos militares que marcharam na Avenida Atlântica, na orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, em direção aos cerca de três mil soldados legalistas e que, após intenso tiroteio em um combate totalmente desigual (18 revoltosos), acabaram sendo derrotados. Siqueira Campos e os movimentos aos quais era ligado, buscaram frear vícios da política brasileira da época, em que grupos elitistas se perpetuavam no poder. O tenente acabou sendo exilado, mas depois voltou a participar como um dos seus principais líderes, da famosa Coluna Prestes-Miguel Costa. Durante mais de três anos a Coluna percorreu o interior do Brasil do Sul ao Nordeste no prosseguimento da luta para derrubar a República Velha, que viria a cair em outubro de 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder.

Não só em Araguatins, mas em diversas cidades importantes do Brasil, existem homenagens como a de Araguatins. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o popular Parque Trianon, tem como nome oficial Parque Tenente Siqueira Campos. Na cidade do Rio de Janeiro, em Copacabana, também existe uma Rua Siqueira Campos, ela começa na junção com a Avenida Atlântica. Em Belém, no estado do Pará, tradicional Praça do Relógio, próximo ao Mercado do Ver-o-Peso, também se chama Praça Siqueira Campos.

Outras ruas importantes da área central de Araguatins, também são batizadas como nomes de militares históricos, como: Floriano Peixoto, Castelo Branco e Marechal Rondon.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Atendimento de saúde para desabrigados é reforçado

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Na tarde desta segunda-feira (17) a Escola Turma da Mônica, em São Miguel, no Bico do Papagaio, contou com atendimento médico e de enfermagem para as famílias desalojadas.

Os estudantes de medicina do último período da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), acompanhados do Dr. Alison, realizaram a triagem dos pacientes.

Além dos estudantes de medicina, a equipe de saúde contava com médicos, enfermeiros e técnicos.

A Prefeitura de São Miguel tem oferecido, além de abrigo e alimentação, atendimento de saúde para as famílias que sofrem com a elevação do Rio Tocantins.

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Bico do Papagaio

MARABÁ: Toni Cunha critica condições precárias de abrigos

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O deputado estadual, Delegado Toni Cunha (PTB), fez um giro este final de semana pelos abrigos da Prefeitura, que estão recebendo os desalojados pela cheia dos rios Tocantins e Itacaiúnas, em Marabá, na região de Carajás, Pará.

O parlamentar esteve nos abrigos no final da Av. Sororó, que atende moradores dos bairros Independência, Liberdade e Laranjeiras. O deputado disse que a situação é precária. “Vamos acompanhar até o fim das cheias para exigir tratamento digno para as pessoas. Estão sem água potável, sem mantimentos, correndo riscos com estruturas elétricas improvisadas, água entrando em baixo dos abrigos”, desabafou.

Cunha também esteve no abrigo da entrada da Marabá Pioneira, onde quase 500 pessoas estão, segundo ele, em situação muito difícil. “Água invadindo os barracos por falta de vedação no piso, apenas dois banheiros químicos para centenas de pessoas, 02 pontos de água para banho sem portas, “gambiarra elétrica” gerando sérios riscos de choque. Poucos mantimentos e, o mais grave, reclamam de nenhum material de higiene, sem álcool e máscaras em meio a pandemia.

O deputado ainda pediu a abertura do Centro de Convenções e mais prédios públicos com condições de receber as pessoas. “Ciente disso, vou expedir ofícios aos órgãos do estado e do município, bem como ao ministério público, exigindo providências”, finalizou.

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