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Pará

Sespa faz campanha para prevenir novos casos de Aids, dengue e hepatites

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Ações destinadas a evitar o aumento do número de casos de Aids, dengue e hepatites virais no Estado, e ainda dos acidentes de trânsito, estão sendo realizadas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) nas localidades mais visitadas por paraenses e turistas no mês de julho. As coordenações estaduais das três doenças já estão distribuindo panfletos e preservativos aos veranistas. As atividades também orientam a população sobre a rede de atendimento oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização dessas atividades foi abordada na manhã desta quinta-feira (12), pelo secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, em entrevista coletiva sobre a campanha de prevenção a acidentes de trânsito, desenvolvida pelo Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (Hume), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento de Trânsito (Detran-PA), na Rodovia BR-316. Helio Franco foi convidado a participar da coletiva pelo diretor do hospital, Pedro Anaisse.

O secretário ressaltou que é essencial unir forças para sensibilizar as pessoas nas viagens pelas estradas, a fim de evitar o consumo de bebidas alcoólicas, responsável por acidentes e situações de vulnerabilidade, como não usar preservativos nas relações sexuais. “São picos de ansiedade provocados pela euforia das férias que podem repercutir negativamente, não só na vida dessas vítimas, mas também para o Estado, no que se refere aos custos de tratamento e até de pagamento de pensões para quem fica inválido depois de algum acidente de moto”, destacou Helio Franco.

Segundo as estatísticas do Hospital Metropolitano, nos 10 primeiros dias de julho deste ano foram atendidos 237 vítimas de acidentes de trânsito, sendo 92 por colisão, 99 por moto, três envolvendo bicicletas e 43 de atropelamentos. No mesmo período do ano passado, foram 200 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, sendo 75 por colisão, 87 por moto e 38 por atropelamento.

Ação conjunta

As atividades desenvolvidas pelo Hospital Metropolitano se juntarão ao trabalho já realizado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), numa ação conjunta envolvendo os 13 Centros Regionais de Saúde, para apoiar municípios que, historicamente, recebem grande número de visitantes em julho. Cerca de 250 servidores da Sespa, entre profissionais de saúde e pessoal de apoio, estão envolvidos nas ações, que acontecem a cada fim de semana deste mês. Horários e locais das ações e abordagens dependem das condições climáticas e da quantidade de veranistas concentrados, sendo que o principal objetivo é esclarecer o maior número possível de pessoas sobre as doenças.

Em Belém, as atividades de prevenção acontecem no Terminal Rodoviário, nos portos do Arapari e Bom Jesus, em Outeiro, e no distrito de Mosqueiro. No interior, a praia de Ajuruteua, em Bragança, e os municípios de Salinópolis, Vigia de Nazaré, Marudá, Abaetetuba e Barcarena estão entre os locais que receberão reforço das equipes enviadas pela Sespa. Nos demais municípios, esse apoio será dado por servidores dos Centros Regionais de Saúde, como em Cametá (no Baixo Tocantins) e em Santarém (no oeste paraense).

Hepatites

Devido à proximidade do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais – 28 de Julho -, a equipe da Coordenação Estadual de Hepatites Virais incluiu no roteiro os municípios de Conceição do Araguaia, Marabá, Santarém, Soure e São Sebastião da Boa Vista. O objetivo é apoiar as secretarias municipais de Saúde nos testes rápidos para as hepatites B e C, além de reforçar a busca ativa por pessoas que podem estar com a doença e não sabem, para convencê-las sobre a necessidade de tratamento o mais rápido possível.

Em relação às hepatites virais foram registrados 250 casos de hepatite B em 2011 e 23 casos até agora, em 2012, além de 79 casos de hepatite C em 2011 e dois casos, até o momento, em 2012. O quantitativo ainda inclui 104.454 casos de todos os tipos de hepatites (A, B e C) no período de 1999 a 2010. “Vamos orientar e alertar para a prevenção, a fim de que o jovem use a camisinha. Também vamos informar que existe vacina contra a hepatite B, que pode ser tomada em três doses. Grávidas e pessoas com até 29 anos podem se vacinar gratuitamente nos postos do SUS”, destaca Cisalpina Cantão, coordenadora Estadual de Hepatites Virais.

Aids

Para prevenir as Doenças Sexualmente Transmissíveis, como a Aids, o uso de preservativos é recomendado em todas as relações sexuais. “Mas o foco das nossas ações abrange jovens entre 14 e 29 anos, faixa em que os índices de contaminação estão crescendo, além da ocorrência de gravidez na adolescência”, destaca Deborah Crespo, coordenadora Estadual de DST/Aids. Para a campanha de julho, 1.923.984 preservativos masculinos e 33.500 unidades de gel lubrificante serão distribuídos, com o objetivo de ajudar a reduzir os índices de DSTs e Aids no Estado, além de combater a subnotificação, uma vez que 13 municípios não registram nenhum caso desde 2006.

No Pará, atualmente 4.690 pessoas soropositivas estão em tratamento, das quais 121 são crianças e 121 começaram a se tratar este ano. Os números também mostram a existência de 67 gestantes infectadas pelo HIV no Estado, 155 parturientes e 154 recém-nascidos. A faixa etária com maior número de casos é dos 20 aos 49 anos, o que, segundo os especialistas, demonstra o diagnóstico tardio.

Os dados também apontam que, entre os homens portadores do HIV, a transmissão do vírus se deu, sobretudo, em relações heterossexuais (31,9% dos casos). Em seguida vêm os casos em relações homossexuaia (com 20,7%) e bissexuaia, com 11,5%. A preocupação maior está entre as mulheres. Em 87,6% dos casos de Aids confirmados, a contaminação aconteceu em relações heterossexuais. Só em 2011, 654 casos em adultos foram notificados no Estado, dos quais 400 homens e 254 mulheres. No ano anterior, foram notificados 935 casos em adultos, sendo 565 do sexo masculino e 370 do sexo feminino.

Chuvas e dengue

A respeito da dengue, o objetivo principal das ações da Sespa é orientar a população para não deixar lixo nas praias e nas cidades. A tática serve para evitar a disseminação de novos criadouros do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, que pode se alojar numa tampa de garrafa PET ou em um copo descartável.

Só neste ano já foram confirmados 8.595 casos de dengue, sendo 8.526 de dengue clássica, 52 de dengue com complicação, 15 de febre hemorrágica da dengue e dois casos de síndrome do choque da dengue, além de três óbitos ocorridos em Parauapebas, Altamira e Ananindeua. Esse reforço em torno da prevenção da dengue é decorrente das fortes chuvas atípicas nesta época do ano. Pelo risco de acúmulo de água, aumentou o alerta das equipes de Vigilância Epidemiológica nos municípios, para evitar a ocorrência de novos casos.

“É importante que os veranistas saibam que o descarte do lixo pode demorar alguns dias, visto que alguns municípios onde estão passando férias não dão conta de limpar, a toda hora, o excesso de sujeira deixado pelas pessoas. É preciso ter sensatez e higiene nessas horas, para não deixar na rua tudo o que possa acumular água”, acrescenta a coordenadora Estadual de Controle da Dengue, Aline Carneiro.

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Pará

MARABÁ: Nível do rio recua mas continua acima dos 13 metros

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De acordo com o Boletim da Defesa Civil Municipal, às 18 horas, desta quinta-feira (20), o nível do Rio Tocantins continuou baixando e atingiu a marca de 13 metros e 03 centímetros na régua fluviométrica. O número atualizado de famílias atingidas é de 4.296, sendo que 789 estão nos abrigos, 2.424 desalojadas, ou seja, que foram para casa de parentes e amigos, 465 famílias ribeirinhas e 618 ilhadas, que ficam no segundo piso dos imóveis e resistem em sair das residências. Hoje foram entregues cestas básicas nos abrigos Sororó, Folha 14 e Irmã Theodora.

Apesar do recuo do nível do rio, a Defesa Civil recomenda que as pessoas ainda não retornem para casa devido à conhecida situação de repique, característica do Tocantins por aqui, que é quando o rio volta a subir. Segundo a coordenação do órgão, todos os trabalhos de assistência vão continuar, inclusive melhorias dos abrigos já construídos, agora já são 21 oficiais, bem como o serviço de mudanças, que conta com 20 caminhões, sendo alguns do Exército, 02 caminhões dos Bombeiros e 06 embarcações para atender às famílias que ainda não conseguiram sair do local.

A Defesa Civil tem contado também com o apoio da Marinha, Governo do Estado, Governo Federal e toda a estrutura da Prefeitura Municipal, uma média de 200 servidores estão envolvidos diretamente.

Vale ressaltar que algumas famílias resistem em abandonar as residências, na esperança de que a enchente não atinja o andar de cima, ou no caso de locais mais altos, que água não entre dentro de casa, o que tem dificultado a dinâmica do trabalho da Defesa Civil. Por dia, vinha sendo programada uma média de 400 mudanças, das quais nem sempre eram concluídas com sucesso, devido às desistências, informações desencontradas no cadastro e, ainda, por conta de veículos estacionados de forma irregular atrapalhando o acesso dos caminhões aos endereços.

Outro fator importante, é a parceria da Equatorial junto à Defesa Civil. A concessionária de energia foi solicitada pelo órgão para análise e desligamento de energia nos locais que oferecem riscos, com fiação próxima à água.

Atualmente, a prioridade da Defesa Civil é a retirada das famílias das áreas alagadas. Por outro lado, as secretarias de Assistência Social, Saúde, Centro de Controle de Zoonoses, Obras, Serviço de Saneamento Ambiental, Meio Ambiente e Segurança têm dado atendimento por todos os abrigos distribuídos pela cidade.

A Defesa Civil informa ainda que os cadastros realizados pelo órgão no momento do pedido de mudança é o mesmo que servirá para os benefícios ofertados pelo município, tais como, entrega de cestas básicas, atendimento de saúde, dentre outros. Quanto ao salário pago pelo Governo do Estado, os cadastros têm sido feitos no Centro de Convenções.

Em função da cheia antecipada dos rios Tocantins e Itacaiúnas, provocando a maior cheia em 20 anos, a Prefeitura de Marabá construiu em tempo recorde 13 abrigos oficiais, o que foi ampliado para 21 abrigos oficiais. Só nesta quinta-feira (20), foram realizadas 199 mudanças de famílias atingidas pelas cheias. Para esta sexta-feira (21) estão previstas mais 298 mudanças.

A Defesa Civil Municipal, em parceria com a Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (SEAPAC), continua realizando o cadastro das famílias e a entrega de cestas básicas.

Quem desejar ajudar as famílias com doações, os pontos oficiais da Prefeitura para arrecadação são a sede da SEASPAC, que fica na Travessa da Fonte, bairro Amapá, Marabá – em frente ao CAP e ao lado do Ministério Público Estadual, e na sede da Defesa Civil Municipal, que está em novo endereço, na Rua 7 de Junho, nº 1020, Marabá Pioneira. A arrecadação é das 8 às 16 horas. Os itens prioritários são alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal, roupas e artigos de cama, mesa e banho.

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Pará

Águas turvas do Rio Tapajós em Alter do Chão preocupam especialista

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Uma equipe composta por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) chegou na última quarta-feira (19), ao município de Santarém, oeste paraense, para avaliar as condições da água do rio Tapajós e áreas em torno dos locais onde a água apresenta coloração diferente da habitual. 

O grupo coordenado pelo secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Mauro O’ de Almeida, é composto por técnicos da  Diretoria de Recursos Hídricos, do Núcleo de Monitoramento Hidrometereológico, Diretoria de Fiscalização e da Assessoria Especial de Inteligência e Segurança Corporativa. 

Teste

De imediato e de forma paralela, enquanto uma equipe coletava informações por via aérea, outros técnicos se dirigiram até a vila de Alter do Chão para realizar o teste de medição dos parâmetros físicos para checar a turbidez da água do rio Tapajós. Para a verificação foi utilizada uma sonda multiparâmetro que avalia, entre outros aspectos, o PH e a temperatura da água. 

Ainda não é possível determinar se a causa da turbidez que o Rio Tapajós tem apresentado nos últimos dias é fruto de ação direta do homem ou se é do volume de chuvas que está caindo na região. De acordo com dados do setor de hidrometereologia da Secretaria, foram identificadas chuvas acima da média na região do Tapajós desde o mês de novembro do ano passado e que este fenômeno é recorrente na região.

“Temos a dúvida porque há décadas não tínhamos chuvas desta magnitude no Tapajós. Estamos agindo em duas pontas: aumentando a fiscalização sobre os garimpos e buscando aprimorar a investigação científica com dados de qualidade para que a gente saiba com certeza o que está ocorrendo para responder de forma mais assertiva. Neste sentido, estamos firmando parceria com a Ufopa, a Universidade Federal do Oeste do Pará, para disponibilizar os dados do Projeto Águas do Tapajós e rapidamente montar um laboratório que atue em conjunto com nosso núcleo regional. Mas é importante fazer uma ressalva: o Estado, sozinho, não tem condições de fiscalizar os garimpos. É preciso a ação dos órgãos federais no combate aos crimes ambientais que porventura estejam ocorrendo”, ressaltou o titular da Semas.

Integração

Junto à equipe da Semas havia também representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Federais (IBAMA), além de integrantes do projeto “Águas do Tapajós” e Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). 

Segundo o secretário Mauro O’ de Almeida, a integração entre as instituições pode gerar benefícios de curto e longo prazo.

 “Aqui na Ufopa nós propusemos uma parceria um pouco mais imediata de fazer uma absorção dos dados que eles já têm no projeto ‘Águas do Tapajós’, que há algum tempo vem monitorando a água do rio Tapajós a partir de uma série de dados e pesquisas e, futuramente, construir uma parceria para que a Universidade possa nos dar um apoio de dados e pesquisas para as nossas atribuições executivas, e até quem sabe, a parceria para que nós possamos ajudar a montar um laboratório de água aqui”, afirmou o titular da Semas.

Iracenir Andrade, professora da Ufopa e coordenadora do projeto “Águas do Tapajós” afirma que a soma de esforços irá gerar resultados significativos. “ É louvável pensar o Pará de forma mais integrada. É fundamental garantir com que as ideias sejam efetuadas e nós podemos fazer o levantamento das informações, beneficiando a todos. Isso é viável”, garantiu. (Aline Saavedra)

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Pará

MARABÁ: SEMAS diz que enchentes são influenciadas por chuvas em estados vizinhos

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As fortes chuvas que caem em Marabá não são a única causa da inundação no município paraense, localizado no sudeste do Estado. Segundo informação divulgada nesta quinta-feira (20), pelo Núcleo de Meteorologia da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), as chuvas que estão ocorrendo nas cabeceiras dos rios Araguaia e Tocantins, presentes entre os Estados do Mato Grosso, Goiás e Tocantins, aproximadamente, são as maiores responsáveis pelo aumento de nível do rio Tocantins. “Além dos altos acumulados de chuva ocorridos nessa região central do país, houve uma antecipação do atingimento da cota de alerta do rio Tocantins, em Marabá”, afirma o coordenador do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico da Semas, Saulo Carvalho.

Nesta quinta-feira (20), de acordo com o Boletim da Defesa Civil Municipal, o nível da régua fluviométrica do rio Tocantins marca 13 metros e 7 centímetros, um recuo de dois centímetros em relação ao dia anterior. Sobretudo nas últimas semanas, a precipitação foi intensificada pelo fenômeno Meteorológico Zona de Convergência do Atlântico Sul. “As chuvas intensas, principalmente no sul e sudeste paraense serão causadas pelo grande fluxo de umidade causado pela zona de convergência do Atlântico Sul aliado com a chegada da zona de convergência intertropical”, explica o coordenador. Segundo ele, a tendência é que o rio Tocantins mantenha o nível elevado. “Todas as chuvas que caem nas bacias e cabeceiras dos rios Araguaia e Tocantins, que abrangem os estados do Pará, Maranhão, Goiás, Tocantins e Mato Grosso, vão continuar influenciando a subida dos níveis do rio Tocantins, em Marabá”, alerta o coordenador.

O boletim climatológico, divulgado pela secretaria no início do mês, chama atenção sobre o volume de chuvas acima do esperado para janeiro em grande parte do território paraense. Para a região de Marabá, na porção norte do sudeste do estado, a previsão é de 300 a 400 mm neste primeiro mês do ano. O município de Marabá decretou situação de emergência por causa das fortes chuvas e elevação do nível do rio Tocantins que atingem a região. De acordo com o boletim desta quinta-feira divulgado pela Defesa Civil do município, o número de famílias atingidas já é de 4.097.

Assistência – Na última quarta-feira (19), famílias atingidas pelas enchentes do Rio Tocantins, em Marabá, sudeste paraense, começaram a receber os serviços de saúde e cidadania ofertados pelo Governo do Pará por meio de duas carretas do projeto “TerPaz, Formação Profissional”, adaptadas para realizar atendimentos médicos, testes para detecção da covid-19, emissão de documentos, entre outros serviços. 

Também em Marabá, 96 famílias desabrigadas receberam cestas de alimentos no abrigo Yamada, onde estão alojadas. Famílias de ruas alagadas da Marabá Velha, como a Rua Pará, no bairro Santa Rosa começarão a ser cadastradas para receberem o auxílio do programa “Recomeçar”.

O Governo do Pará já encaminhou três caminhões de donativos para Marabá, que chegaram no último domingo (16). São colchões, kits de higiene e limpeza, e cestas de alimentos, que serão entregues às famílias, além de atendimento nas especialidades Clínica Médica, Pediatria e Ginecologia, além de vacinas (contra Covid-19 e a tríplice viral) e exames (testes rápidos de Covid-19, sífilis, hepatite B e C e HIV) que são oferecidos por profissionais de saúde. (Aline Saavedra)

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