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Tocantins

Suspeitos de integrar quadrilha que sequestrava famílias de bancários no TO, PA e MA são presos

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Uma ação conjunta de combate à criminalidade deflagrada nesta sexta-feira, 29, pela Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC- Palmas), nos Estados do Tocantins, Pará e Maranhão, resultou na prisão de sete pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada em roubo a bancos e, que é suspeita de roubar uma agência bancária em Silvanópolis.

Conforme o delegado Wanderson Chaves Queiroz, titular da DEIC, a operação foi deflagrada, simultaneamente, em Palmas, Zé Doca (MA) e Redenção (PA). Na Quadra 306 Sul, na capital do Tocantins, os policiais da DEIC cumpriram mandados de busca e apreensão em duas residências que serviam de base para o bando e, na oportunidade, efetuaram a prisão de Raimundo Brito da Silva, 45 anos, capturado, por meio de cumprimento de mandado de prisão preventiva e identificado como sendo um dos integrantes do grupo criminoso.

Ao mesmo tempo, equipes da DEIC e do GOTE, do Tocantins, com apoio da PC do Maranhão prenderam, em Zé Doca – MA, Neysom Rodrigues da Silva, vulgo “Negão”, 38 anos e José Roberto Pereira Maciel, além de mais quatro suspeitos pertencentes a mesma quadrilha.

Em continuidade às ações, no Pará, outra equipe da Polícia Civil do Tocantins, com apoio da PC daquele estado, efetuou a prisão de Ilana Ferreira Oliveira, 27 anos, a qual foi capturada, na cidade de Redenção. Ela também possui envolvimento com a quadrilha de assalto a banco, mas na ocasião, foi presa por tráfico de drogas, uma vez que estava de posse de grande quantidade de entorpecente.

Ainda de acordo com o delegado, a operação foi deflagrada após o seqüestro da família do gerente da agência do Banco do Brasil de Silvanópolis, crime ocorrido em 10 de julho de 2017 na modalidade conhecida como “Sapatinho”.  “No decorrer das investigações, conseguimos identificar sete pessoas envolvidas nessa extorsão mediante seqüestro e, nesta semana, nós descobrimos que dois dos suspeitos estavam em Zé Doca – MA, reunidos com mais quatro comparsas, onde se preparavam para praticar outro crime naquela cidade, no mesmo estilo do roubo ao banco de Silvanópolis”, disse.

“Diante disso, nós representamos pela prisão preventiva de três indivíduos e nesta sexta-feira, efetuamos a prisão de José Roberto e Neysom, em Zé Doca. Na ocasião, José Roberto, também foi preso em virtude do cumprimento de dois mandados de prisão oriundos do Estado de São Paulo e Mato Grosso, ambos pelo crime de homicídio”, pontuou.

  No momento da prisão, os policiais civis encontraram várias armas pertencentes à quadrilha e, desta forma, os sete homens foram autuados em flagrante pela prática do crime de posse ilegal de arma de fogo.

Raimundo Brito da Silva foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Palmas, (CPPP), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. José Roberto e Neysom foram recolhidos ao presídio de Zé Doca – MA, onde ficarão à disposição da Justiça.

Ainda de acordo com o delegado, as investigações continuam a fim de localizar e prender o último envolvido no crime e que ainda está foragido. Durante a operação, a DEIC contou com apoio da Delegacia Especializada na Repressão a Narcóticos (DENARC), do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) e da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Porto Nacional.

Para o delegado Wnaderson, a ação foi muito proveitosa, porque além de elucidar o roubo a agência do BB de Silvanópolis e prender os autores do crime, por meio das investigações, a Polícia Civil do Tocantins conseguiu frustrar mais um roubo a banco, que iria ser praticado pela mesma quadrilha, na cidade de Zé Doca –MA.

“Nosso planejamento tático e a união de esforços da DEIC – Palmas, GOTE, DENARC, 4ª DRPC de Porto Nacional, com apoio das Polícias Civis do Maranhão e do Pará,  foram preponderantes para o sucesso da operação, porque prendemos conseguimos identificar e prender os autores do crime, praticado no Tocantins, e conseguimos evitar que outro crime fosse praticado no Maranhão”, ressaltou o delegado. (Rogério de Oliveira)

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Tocantins

Tocantins contabilizou 236 novos casos de Covid-19 e passa de 74 mil

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Neste sábado, 24, o Tocantins contabilizou 236 novos casos confirmados da Covid-19, sendo 82 das últimas 24h. O restante é de exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Dos 236 novos casos 84 foram detectados por RT-PCR, 24 com sorologia e 128 através testes rápidos.

Atualmente, o Tocantins contabiliza 229.179 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 74.118 casos confirmados. Destes, 61.459 pacientes estão recuperados, 11.577 pacientes seguem em isolamento domiciliar ou hospitalar e 1.082 pacientes foram a óbito.

Os dados contidos no boletim são consolidados com resultados de exames realizados no Lacen e notificações recebidas dos municípios até as 23h59 do último dia.

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Tocantins

População desocupada aumenta 40,4% no Tocantins de maio a setembro

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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid19 (PNAD Covid19), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira, 23, estima que a população desocupada no Tocantins passou de 80,7 mil para 91,7 mil de agosto para setembro – alta de 13,6% na variação mensal e de 40,4% desde maio (início da pesquisa) que registrava cerca de 65,3 mil pessoas. Já a taxa de desocupação saiu de 12% para 13,5%, aumentando 1,5 ponto percentual.

“Há um aumento da população desocupada ao longo de todos esses meses. Esse crescimento se dá em função tanto das pessoas que perderam suas ocupações até o mês de julho quanto das pessoas que começam a sair do distanciamento social e voltam a pressionar o mercado de trabalho”, explica a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa revela que cerca de 588 mil pessoas estavam trabalhando em setembro, no mês anterior eram aproximadamente 591 mil. Porém, cerca de 42 mil estavam afastadas do trabalho, dos quais 19 mil estavam afastadas por motivo de doença, licença maternidade, férias, qualificação, entre outros e 23 mil devido ao distanciamento social. Frente a agosto, a queda foi de 38,6%. Estes indicadores vêm apresentando quedas sucessivas desde o início da pandemia, à medida que as restrições de isolamento vão sendo abrandadas.

A redução dos afastamentos do trabalho devido à pandemia também pode ser verificada através da queda do percentual de pessoas afastadas por este motivo no total de pessoas ocupadas, que de agosto para setembro passou de 6,3% para 3,9%. Em julho, este percentual era de 9,3%, em junho 12,2% e em maio 15,9%. De acordo com a coordenadora da PNAD Covid19, Maria Lúcia Vieira, essas pessoas podem ter sido demitidas ou retornado ao trabalho.

Analisando todos os meses da pesquisa, o número de pessoas inseridas no mercado de trabalho também vem diminuindo no estado: cerca de 611 mil em maio, 605 mil em junho, 603 mil em julho, 591 mil em agosto, chegando a 588 mil em setembro. O nível da ocupação, isto é, o percentual de pessoas ocupadas em relação às que tem idade de trabalhar (14 anos ou mais), passou de 50% em maio, para 49,4% em junho, 49,2% em julho, 48,3% em agosto e no mês passado registrou 47,9%.

Já o número de tocantinenses que trabalhavam remotamente se manteve praticamente estável em setembro, segundo a pesquisa. No mês de maio, em torno de 31,4 mil pessoas (6,3% do total de ocupados e não afastados do trabalho) exerciam suas atividades no estilo home office. Em junho, esse contingente subiu para 34,4 mil (6,7%), já em julho caiu para 29,6 mil (5,7%), em agosto chegou novamente a 34 mil (6,4%) e em setembro a cerca de 33,7 mil (6,2%).

Rendimento e auxílio

Foi verificado que entre os 42 mil trabalhadores tocantinenses que estavam afastados do trabalho, em setembro, aproximadamente 8 mil não receberam remuneração. Esse contingente representava 19% do total de pessoas afastadas do trabalho. Em agosto, esse percentual era de 22%, mas vem caindo consistentemente ao longo da pandemia.

No Tocantins, o rendimento médio real domiciliar per capita efetivamente recebido em setembro foi de R$ 1.079, ficando estável em relação a agosto (R$1.078). Já a renda média per capita dos lares onde nenhum dos moradores recebia algum auxílio do governo relacionado a pandemia (R$ 1.485) era, em média, quase duas vezes superior ao daqueles onde alguém recebia benefício (R$ 781).

A proporção de domicílios no estado que recebeu algum auxílio relacionado à pandemia (como o Auxílio Emergencial e o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda) passou de 50,2% em maio para 53,8% em junho, caiu para 53% em julho, 52,2% em agosto e chegou a 51,4% dos lares, no mês passado. O valor médio do rendimento proveniente do benefício recebido, vinha aumentando nos últimos meses, mas sofreu leve retração em setembro ficando em R$ 923,00.

Os estados das regiões Norte e Nordeste, foram os que apresentaram as maiores proporções de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial. Da Região Norte, três estados estão entre os cinco primeiros com maior percentual: Amapá (68,4%); Maranhão (63,7%); Pará (63,3%); Alagoas (63,1%) e Amazonas (60,9%). Na sequência os demais estados do Nordeste e Norte, todos com mais da metade dos domicílios recebendo auxílio emergencial, exceto Rondônia, que possui 49,5% dos domicílios recebendo auxílio, enquanto os estados das demais regiões, todos abaixo de 50%. Tocantins ficou em 14º no ranking (51,4%). Rio Grande do Sul (29,3%) e Santa Catarina (24,1%) apresentaram as menores proporções.

Informalidade

A pesquisa aponta ainda que o número de tocantinenses considerados como trabalhadores informais foi de aproximadamente 240 mil em setembro, equivalente a 40,8% do total de ocupados, A quantidade de informais em relação a agosto e a taxa de informalidade se mantiveram estáveis. As regiões com as maiores taxas de informalidade foram a Norte e a Nordeste: 49,2% e 45,0% respectivamente, em seguida, a região Centro-Oeste figurou com 34,6%, as regiões com as menores taxas foram a Sudeste e a Sul com, respectivamente, 29,6% e 25,0%. Na comparação entre os estados, Tocantins ficou com a 14º menor taxa. Santa Catarina registrou o menor percentual de informais (20,3%) e Maranhão o maior (52,6%).

Dados nacionais

A população desocupada do Brasil, que era de aproximadamente 10,1 milhões no começo da pesquisa, passou para 12,9 milhões em agosto e, agora, 13,5 milhões de pessoas (aumento de 4,3% no mês e de 33,1% desde o início da pesquisa). A Região Sul foi a única a apresentar queda da população desocupada (-1,4%). Nordeste (10,6%) e Norte (6,4%) apresentaram as maiores variações. A taxa de desocupação aumentou em 0,4 pontos percentuais de agosto para setembro, passando de 13,6% para 14,0% e atingindo o maior nível da série histórica da PNAD Covid19 mensal. (Wendy Almeida)

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Tocantins

Nesta sexta, 23, Tocantins chega a quase 74 mil casos de Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira, 23 de outubro, foram contabilizados 374 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 124 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 227.951 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 73.902 casos confirmados da doença. Destes 61.250 pacientes estão recuperados e 11.574 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.078 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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