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Tocantins

TO registra 155% a mais focos de queimadas este ano

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Monitoramento dos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 1º de janeiro e 17 de junho deste ano, registrou 1.358 focos de queimada em todo o Estado, 155% a mais do que no mesmo período do ano passado. Esses números colocam o Tocantins como o primeiro lugar no ranking de queimadas da região Norte do País, com 50% das 2.681 queimadas identificadas em 2012 nos sete estados. O segundo colocado no ranking é o Pará, com 634 queimadas registradas esse ano. O Estado está em terceiro lugar no ranking nacional, atrás de Mato Grosso (2.978) e Bahia (1.718).
Em 2011, o Inpe registrou 872 focos de janeiro a junho no Tocantins, e 6.648 durante todo o ano. Enquanto, em 2010, foram registrados 1.644 focos no período e 19.401 no ano.

Segundo a Defesa Civil, as condições climáticas atuais podem favorecer o aumento de queimadas no período de estiagem que está se iniciando. “Observando a média histórica de chuvas, este ano tivemos menos chuvas do que o esperado, e como em 2011 a vegetação se recuperou das queimadas do ano anterior a tendência é que esse ano as queimadas aumentem”, explicou o coordenador-adjunto da Defesa Civil Estadual, major Carlos Eduardo Farias.

A região Sudeste do Estado é a região que apresenta histórico mais crítico devido à predominância de vegetação mais seca, acrescentou Farias. Por isso, a partir de hoje um grupo de trabalho, formado por Defesa Civil Estadual, Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semasp), começará a monitorar as condições climáticas do Estado e estudar as áreas que são frequentemente afetadas por queimadas para emissão de alertas de risco.

Crime

Conforme informou a Defesa Civil Estadual, queimadas geradas por causas naturais são raras. “Diante das queimadas que estamos acostumados a encontrar, podemos dizer que 99% dos casos são causados por ação humana, seja pela perda do controle de uma queimada autorizada ou por ações criminosas”, afirmou major Farias.
Na zona rural, os proprietários rurais devem obter autorização junto ao Naturatins para realizar queimadas controladas. Na Capital, a lei municipal nº 1.011 de 2002 proíbe a prática, que pode ser punida. A multa pode variar de R$50 a R$ 50 milhões. Segundo o chefe da Divisão Ambiental da Guarda Metropolitana de Palmas, subinspetor Lêonidas Castro, o objetivo da proibição é inibir a liberação de gases poluentes na natureza.

O subinspetor explicou ainda que qualquer morador pode denunciar focos de calor através do 190 para que as equipes de combate a queimadas se dirijam ao local. Antecipadamente ao período de estiagem, guardas ambientais municipais têm realizado campanhas educativas através de notificações de proprietários rurais e moradores da cidade para evitar focos de calor. Até esta semana, mais de mil notificações rurais já foram feitas e cerca de 200 na área urbana de Palmas. (Jornal do Tocantins)

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Tocantins

Palestra aborda os relatos de pesquisas com educação escolar indígena

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Ministrada pelo professor Francisco Edviges, como parte da programação do III Simpósio de Linguística, Literatura e Artes, promovido pelo curso de Letras da Universidade de Gurupi – UnirG, a palestra “Relatos de pesquisas com Educação Escolar Indígena”, trouxe os desafios e soluções para educação comunitária esses povos, na quinta-feira, 21. O evento ocorreu durante a 7ª Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi.

Estiveram presentes, o professor da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), campus Araguaína, Dr Francisco Edviges. Ele abordou a sua experiência como pesquisador de povos indígenas dos estados do Tocantins, Maranhão e Mato Grosso. O encontro foi mediado pela professora do curso de Letras da UnirG, Drª Marcilene de Assis.

O palestrante atua como pesquisador na área de educação indígena tocantinense. Durante sua apresentação contou sobre as experiências em campo, e também chamou atenção para a valorização da cultura desse povo, no compartilhamento de saberes. “Precisamos levar em consideração não só o aspecto regional, mas a cultura deles, a linguagem. E assim levar educação e integração para as comunidades indígenas”.

A abordagem ressaltou ainda as novas formulações das propostas educacionais que levem em consideração os aspectos linguísticos, históricos e culturais, fazendo com que assim, sempre se tenha a participação dos professores indígenas, não-indígenas, comunidade e instituições públicas de ensino. As ações apoiam o desenvolvimento de projetos que propiciem e resultem qualquer tipo de produção de material pedagógico para o uso da escola indígena.

A professora e doutora Marcilene enfatizou a importância em levar de forma consciente e adaptada a educação para esses povos. “A proposta de uma educação escolar indígena, surge como uma educação diferenciada, possibilitando que o ensino trabalhado em cada escola preserve os universos socioculturais específicos de cada povo”, frisou.

Sicteg ON
 “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta”, é o tema da 7ª Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi/TO (SICTEG), que acontece entre os dias 20 a 22 de outubro de 2021. A SICTEG é uma ação alinhada à 18ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT/MCTI.  O evento gratuito é coordenado pelo Programa InovaGurupi da Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia de Gurupi, Conselho de Gestores de Instituições de Ensino Superior de Gurupi e conta com a colaboração do Governo Federal/Estadual, Senac, Sesi, Senai e Sebrae.

Durante a Sicteg On são realizadas palestras, workshops, minicursos, mesas-redondas, desafio de games, campeonatos de LOL e Minecraft, apresentação de trabalhos acadêmicos, além de apresentações culturais. (Assessoria de Imprensa do Sebrae Tocantins)

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Tocantins

Governo do Tocantins desmente fake news e reitera que pagamento de servidores será feito em dia

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Em virtude de notícias falsas divulgadas nesta sexta-feira, 22, o Governo do Tocantins reiterou que o pagamento dos salários dos servidores públicos estaduais continuará sendo pago em dia, como tem sido a prática da Gestão Estadual.

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Tocantins

ARAGUAÍNA: Prefeitura intensifica fiscalização sobre regulamentação de calçadas

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A Prefeitura de Araguaína está intensificando a fiscalização sobre a manutenção das calçadas com acessibilidade implantadas na cidade. A ação se deve às denúncias de que moradores estariam removendo o piso intertravado e substituindo-o por rampas, dificultando a acessibilidade de pessoas com deficiência física, visual e outras dificuldades de locomoção, como idosos ou pessoas com carrinho de bebê.

Desde 2013, já foram executados mais de 100 mil metros quadrados de calçadas com acessibilidade em Araguaína, contemplando diversos bairros e melhorando a qualidade de vida dos moradores. A meta do Município é concluir 226.308,48 metros quadrados de novas calçadas.

“Enfatizamos que as melhorias e benefícios das obras são para todos os moradores e demais cidadãos, portanto o respeito aos direitos individuais, acessibilidade e preservação do bem público deve ser prioridade de todos nós”, afirmou Cid Forghieri, gerente técnico de Supervisão e Acompanhamento de Obras da Unidade de Gerenciamento de Projeto (UGP) do Projeto Águas de Araguaína, que está beneficiando a diversos setores com obras de infraestrutura.

A população deve fazer a denúncia diretamente ao Demupe (Departamento Municipal de Posturas e Edificações), por meio dos telefones: 3411-5639 ou 99949-5394 (WhatsApp).

Notificação e penalidades
“As denúncias recebidas são averiguadas in loco. Se confirmadas, notificamos o morador e estipulamos um prazo para que refaça o piso da forma como estava”, explicou a fiscal do Departamento Municipal de Posturas e Edificações (Demupe), Isabela Cunha.

O prazo estipulado depende da dimensão da intervenção que o morador tenha feito, variando de 48 a 72 horas. Caso não faça a readequação, as equipes da Secretaria da Infraestrutura fazem o trabalho e as despesas são cobradas do morador, além da cobrança de multa.

Mais irregularidades
Além da modificação de calçadas, outros problemas vêm sendo registrados em Araguaína, como o entupimento dos bueiros, ocasionado pelo excesso de lixo descartado de forma irregular nas ruas; e as ligações clandestinas de esgoto à rede de drenagem pluvial.

“É preciso que os moradores tenham consciência de que o lixo jogado na rua trará problemas para eles mesmos, entupindo as bueiras e provocando alagamentos”, ressaltou Nathalia Alencar, gerente social da UGP do Projeto Águas de Araguaína.

Águas de Araguaína
O desenvolvimento sustentável, com investimento em infraestrutura aliado à preservação das nascentes é o objetivo do Projeto Águas de Araguaína, executado com financiamento obtido por meio do Banco de Desenvolvimento da América Latina – Corporação Andina de Fomento (CAF).

A canalização de parte dos córregos Canindé e Neblina, principais afluentes da bacia do Lontra, evitará a degradação dos recursos hídricos disponíveis, colaborando para a despoluição do Lago Azul.

Além da implantação da Via Norte, que passará sobre o canal integrando toda a cidade, o Projeto contempla uma série de obras de infraestrutura, beneficiando a mais de 30, com macrodrenagem, pavimentação, urbanismo, criação de bacias de detenção da água das chuvas e a criação de áreas verdes, totalizando um investimento de mais de R$ 350 milhões. (Mara Santos / Fotos: Marcos Sandes)

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