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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: Com futebol parado no TO, atleta se dedica na linha de frente em combate a Covid-19

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O Campeonato Tocantinense estava nas semifinais – jogos de volta. Porém, no meio do caminho, uma pandemia, que resultou na suspensão da competição, no dia 18 de março. Geovane Alves, 27 anos, zagueiro do Tocantinópolis (time semifinalista), vivia a expectativa de ir à final da competição, mas teve que mudar os planos e se dedicar ao cargo de agente de saúde na luta contra a Covid-19.

No cargo desde de dezembro de 2019, Geovane viu a necessidade de se dedicar ainda mais ao trabalho na cidade de Tocantinópolis, região do Bico do Papagaio. Na função ele é um dos responsáveis por orientar pessoas que fazem parte do grupo de risco, além de visitar infectados pelo vírus.

– Com essa pandemia, estamos trabalhando na área, das 7h30 às 13h30. Só que a gente está agora visitando apenas as casas dos acamados, os idosos e as gestantes. Eu sou da linha de frente. Quando, é notificado com Covid-19, aí eu tenho que ir até a casa da pessoa pegar o telefone para o pessoal da saúde ter contato com eles. Meu contato é direto com as pessoas.

Antes da pandemia, ele trabalhava atendendo pacientes com outros problemas de saúde. E mesmo atuando na área da saúde, Geovane ainda tem compromisso marcado com o futebol. O Tocantinópolis vai disputar a fase preliminar da Série D, contra o Brasiliense, no início de setembro.

-O presidente [do time] notificou a gente, que provavelmente no final desse mês ou começo do outro, devemos retornar aos treinos. Acho que daqui uma semana ou duas ele vai começar a liberar a academia para gente trabalhar a parte física.

Em relação a parte financeira, o jogador consegue se manter durante esses meses sem futebol. Porém, segundo Geovane, ele é uma exceção, e chama atenção para a situação dos seus companheiros de campo que não tiveram a mesma oportunidade.

-Às vezes é complicado você ver pessoas internadas por conta disso e ao mesmo tempo ver o futebol sem torcida. Só que a gente depende do futebol, hoje graças a Deus eu tenho um serviço, mas tenho amigos que estão desempregados, tem família, tem filhos, e não estão podendo trabalhar, não tem emprego e não podem jogar futebol.

Geovane espera pelo retorno do campeonato, e diz que é necessário um planejamento para não prejudicar os jogadores que estão parados.

-Acredito que cabe um planejamento, alguma coisa que venha a ajudar a gente. Meus colegas e amigos aqui que são trabalhadores e querem voltar logo. Faltam três jogos para o Tocantinense, não é demorado, em duas semanas você termina – explica.

O jogador é natural de Araguaína (TO). Na carreira ele soma passagem por Marília-MA, Itabuna-BA, Arsenal-TO e Tocantinópolis. (Globo Esporte)

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ARAGUATINS: Curso de Letras da Unitins promove roda de conversa com o tema “Literatura para quê?”

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O curso de Letras, da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Câmpus Araguatins, promoveu na quarta-feira, 25, uma roda de conversa com o tema “Literatura para quê?”. O evento contou com a participação da professora Cláudia Lúcia Coelho Lopes, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), docente de Literatura na rede privada de ensino em Araguaína. A roda de conversa foi direcionada para os acadêmicos de Letras do 6º período. Evento aconteceu de forma remota com transmissão via Google Meet.

De acordo com a professora mestranda Rosana Quadros Santos Leite, idealizadora da ação, o objetivo do evento foi proporcionar aos acadêmicos uma reflexão sobre o ensino da literatura “e de como ela pode ser trabalhada em sala de aula com uma função libertadora no processo de ensino aprendizagem”, ressalta.

A acadêmica Nayara Régia avalia que “a roda de conversa proporcionou aos estudantes mais conhecimentos sobre a temática abordada, pois nós, como futuros professores de Língua Portuguesa e Literatura, temos que compreender a importância da Literatura na sociedade, pois em breve estaremos contribuindo para a formação de jovens leitores,” defende. 

A coordenação do curso de Letras entende que cada vez que o acadêmico se aproxima das práticas escolares que a universidade proporciona, ele fortalece seus valores intrínsecos no âmbito da formação pedagógica se percebendo como sujeito professor e o habilitando para prática docente no mercado de trabalho. (Ruy Bucar)

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AUGUSTINÓPOLIS: Acadêmico e egresso de Direito publicam artigo

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O acadêmico de Direito João Emanuel da Silva e o egresso Tiago Alencar Cruz, sob a orientação do professor Dr. Hewldson Reis Madeira, do Câmpus Augustinópolis, da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), tiveram publicado o artigo “Vedação ao Less Elegibility: Finalidades da pena e marginalização do apenado em análise”, na revista Humanidades & Inovação, da Unitins.

A pesquisa faz parte do Núcleo de Pesquisas em Direito da Universidade Estadual do Tocantins (Nupetins), Câmpus Augustinópolis, “Neoconstitucionalismo, ativismo judicial e direitos fundamentais”.

Para o acadêmico João Emanuel,  é gratificante ver um trabalho dando frutos. Vejo a área de pesquisa científica como ponto fundamental para formação acadêmica e, por isso, me empenho em participar dela. O apoio dos professores e  colegas do grupo de pesquisa do Nupetins foi essencial. Acredito que o fortalecimento dos grupos de pesquisa na Unitins será engrandecedor para toda comunidade acadêmica. Quero também agradecer especialmente ao professor Dr. Heldwson e ao egresso da Unitins e coautor do artigo Tiago Alencar”, disse.

A coordenadora do curso, Sarah Coelho Lima, explica que o núcleo é um ótima oportunidade de desenvolvimento profissional. “O aluno que participa desse tipo de grupo tem condições de adquirir habilidades diferenciais para um processo de seleção de estágio, além de criar um rico networking”, arremata.

Para conferir esse e outros artigos na Revista Humanidades e Inovação, clique aqui.

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BURITI: Pai de buritinense assassinada pelo marido no Suriname encontra netos

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O pai da buritinense Romênia Brito pôde finalmente encontrar os netos nesta terça, 1º, na vila onde a filha foi assassinada, no Suriname. As crianças, de cinco e 10 anos, estavam com a vizinha desde que a mãe foi morta a facadas na semana passada. Para a família esse encontro representa um pouco de esperança no meio de uma tragédia que nunca será esquecida.

Este é o primeiro encontro do avô, Francisco Saraiva, com o neto mais novo. Isso porque a última vez que Romênia Brito esteve no Brasil ainda estava grávida do menino. A família informou que a guarda das crianças está encaminhada e deve ser concluída nos próximos dias, quando o avô e as crianças voltarem a Paramaribo, capital do Suriname.

Dona de casa, a buritinense Romenia Brito, de 28 anos, foi morta a facadas em uma vila nas margens do rio Lawa, no resort Tapanahony, distrito de Sipaliwini, no Suriname, que faz fronteira com Maripasoula uma comuna da Guiana Francesa. Segundo autoridades locais, o principal suspeito do crime é Aimar Lopes de Souza, marido da vítima e pai dos meninos, que também é brasileiro e está preso. A defesa dele não foi localizada.

A família também está realizando os trâmites legais para repatriar o corpo da brasileira, que está em um necrotério na capital.

“O atestado de óbito dela já está pronto, mas o pai teve que ir lá na vila para resolver o que tem que resolver. Só então ele vai voltar para a capital, Paramaribo, para mexer com a papelada do corpo porque a partir do momento que receber a liberação já tem que retirar o corpo”, explicou Holanda Brito, irmã da brasileira assassinada. (Com informações do G1)

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