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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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TOCANTINÓPOLIS: OAB questiona ações da UFT

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Tocantinópolis, presidida pelo advogado Renato Jácomo, preocupado com os rumos do processo de expansão da Universidade Federal do Tocantins (UFT), discutida em um Fórum realizado no Colégio Dom Orione, protocolou no último dia 10 de abril, um documento solicitando do presidente da Comissão de Expansão, professor Flávio Moreira, informações sobre o andamento do processo, as razões de membros estarem se desligando da referida comissão e colocando a OAB à disposição para contribuir com o projeto. Passados sete dias, nenhuma resposta foi dada.

A Subseção da OAB, por meio de ato, nomeou uma Comissão composta pelos advogados Giovani Moura Rodrigues e Dayanne Cristine,  os quais, em nome da classe, estarão  fazendo os trabalhos necessários ao esclarecimento público sobre o que verdadeiramente vem ocorrendo nesse processo de expansão.

Para o presidente da OAB, Renado Jácomo, é necessário que os trabalhos sejam mostrados à comunidade, especialmente quando não se verifica nenhuma atitude no que se refere a externar o que vem sendo feito. “Os trabalhos da Comissão estão fechados, ninguém da comunidade tem acesso a qualquer informação, contrariando o que afirmou semana passada, a professora Marluce Zacarioti, que falou da importância da participação da comunidade, bem como declarou que as decisões não são tomadas de forma isolada”, comentou a advogado.

Outra informação questionada pela OAB seria o desligamento de diversos membros da comissão, o que se torna necessário maiores esclarecimentos por parte do presidente, professor Flávio Moreira.

A OAB teve acesso a informações de que teria acontecido uma reunião da comissão, proposta pelo professor, Flávio Moreira, na qual, contrariando tudo o que foi discutido e apresentado no Fórum do Colégio Dom Orione,  o professor desconsiderou qualquer estudo, qualquer discussão, apresentando somente três cursos, segundo proposta, sendo os cursos de Licenciatura em Artes, Licenciatura em Educação Física e Licenciatura em Educação do Campo, sendo que as propostas fogem do que foi discutido no Fórum.

A OAB considera que com esta atitude a comissão afronta a população de Tocantinópolis, professores que se dedicaram juntamente com os alunos, diretores e autoridades, sendo desprestigiados pela ação tida como autoritária do diretor do Campus, que não tem demonstrando nenhum interesse pela comunidade. (Com informações do Portal Mouranet)

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ALUNO UFT

ESSE FLÁVIO MOREIRA DIRETOR DO CAMPUS DE TOCANTINÓPOLIS É UM PRA NADA,,, SÓ SERVE PRA TOMAR CACHAÇA,,,,PODE IR NOS BARES DA CIDADE TODO FIM DE SEMANA QUE ELE ESTA BEBADO

Evaldo

Acho que essa discussão deveria ir além. Não devemos discutir somente a inclusão de cursos pontuais num campus já bastante marginalizado e fraguimentado como o de Tocantinópolis. Devemos propor uma verdadeira universidade, que agregue amplo valor cultural e científico para o município e região. E siceramente, não vai ser a inclusão de um ou dois cursos que possibilitará isso, qualquer curso que seja.

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