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domingo, 14 / agosto / 2022
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TOCANTINS: Amarildo divulga nota sobre condenação do TRF

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O ex-deputado federal, Amarildo Martins, enviou nota esclarecendo as acusações do Tribunal Regional Federal (TRF) que o condenou por improbidade administrativa juntamente com os empresários Darci e Luiz Vedoin, além do ex-prefeito de Porto Alegre do Tocantins, Adeljon Nepomuceno de Carvalho.

NOTA

Em resposta ao noticiado pela imprensa essa semana, tenho a dizer:

A Justiça Federal do Tocantins já havia julgado improcedente ação proposta pelo Ministério Público Federal.  Este recorreu ao TRF onde a desembargadora convocada, deixou de apreciar o acórdão 5.566/2011 da 2ª Câmara do Tribunal de Contas da União datado de 09 de agosto de 2.011, onde este julgou improcedentes os valores estimados pela Controladoria Geral da União. Tal acórdão não só julgou improcedentes os valores estimados pela C.G.U, onde ela gostaria que existisse tal superfaturamento, como também afirma que os valores da aquisição da referida ambulância foram feitos 11,3% A MENOR do que o valor de  mercado à época, ou seja, a aquisição se deu por R$ 80.000,00 no entanto, o valor que poderia ser pago era de R$ 89.091,56, conforme o acórdão do TCU 5566/2011. Então, a condenação do Sr.ex-prefeito Adeljon Nepomuceno de Porto Alegre do Tocantins e do Sr. ex-deputado federal Pastor Amarildo, se deu porque o prefeito comprou uma ambulância por valor abaixo do preço de mercado.

O recurso já foi interposto e como a Justiça tarda, mas não falha, nós aguardamos o julgamento do mérito.

Palmas, 22 de novembro de 2.011.

Pr. Amarildo

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José Augusto Dionízio

È lamentável que a improbidade pareça um passo certo na política. Ao final da gestão ou periodo legislativo no Brasil, quase todos os gestores e legisladores são apontados como supostos improbos, ou seja, acusados de enfiarem a mão nas verbas públicas, o que vem gerando uma descrença até mesmo naqueles que se afirmam crentes no sentido crente da palavra. Esperamos que esse pastor esteja certo e não tenha usado as verbas públicas inadequadamente, caso contrário, não temos mais em quem acreditar. Pior de tudo, é que o ano que vem estaremos aí obrigados a votar nos candidatos, mesmos estando a maioria respondendo processos por suspeita de roubo, outros pelejando na justiça para provar que as promotorias ou órgãos fiscalizadores estão metindo e que estão buscando a JUSTIÇA para provarem aos eleitores que precisam mandar mais 04 anos e não mais enfiarem a cabeça na gaiola. Ò Deus, iluminai a cabeça dos eleitores porque a JUSTIÇA tarda e as vezes não chega.

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