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Tocantins

TOCANTINS: Candidatos a governador declaram ter arrecadado só R$ 201 mil

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Cerca de R$ 201 mil para Siqueira Campos (PSDB) e nenhum valor registrado para Carlos Gaguim (PMDB). Estas são as informações da arrecadação oficial para a campanha no Tocantins, até o último dia 3, quando os dois candidatos ao Governo do Tocantins entregaram a primeira parcial de sua prestação de contas à Justiça Eleitoral, como rege a legislação eleitoral. Candidato ao Governo pela coligação Tocantins Levado a Sério (PRB, PTB, PTN, PSC, PR, DEM, PRTB, PMN, PTC, PV, PSDB, PT do B), Siqueira Campos declarou como receita exatos R$ 201.202,00. Para a disputa ao governo, ao registrar a candidatura tucana, a coligação previu R$ 21 milhões em despesas.

Do total arrecadado até agora, R$ 189,1 mil são de bens estimáveis e apenas R$ 12 mil declarados como arrecadações em dinheiro. A declaração mostra ainda que cerca de R$ 2,5 mil, em dinheiro, foram injetados na campanha pelo próprio Siqueira e outros R$ 9,5 mil, também em dinheiro, foram arrecadados através de outros candidatos/comitês. Quanto às despesas, o candidato tucano declarou o total de R$ 200.942,00, sendo o maior gasto com transporte e deslocamento: R$ 93,4 mil, o que corresponde a 47% da despesa oficial até aquela data. Em seguida estão despesas com publicidade por materiais impressos (R$ 71,6 mil, ou 36% dos gastos) e com pesquisas e testes eleitorais (R$ 11,9 mil, ou 6%), entre outras.

Gaguim

Já a prestação de contas do candidato Gaguim, entregue à Justiça Eleitoral no último dia 3, mostra que ele não arrecadou nem teve despesas, até aquele momento da campanha. No registro da candidatura de Gaguim, a previsão de gastos para sua candidatura foi de R$ 12 milhões.

Ontem, em entrevista ao JTo, o candidato à reeleição no Governo pela coligação Força do Povo (PP, PDT, PT, PMDB, PSL, PPS, PSDC, PHS, PSB, PRP, PC do B) considerou que a repórter do Jornal, Luana Fernanda, estivesse equivocada quanto aos dados de zero arrecadação e despesas, abordados por ela. “Fala com meus advogados, pois só quem cuida da campanha pode passar todas as informações. Os meus advogados estão cuidando disso. Mas acho que você está equivocada quanto a isso”, disse. Neste sentido, vale registrar que todos os dados sobre a prestação de contas das campanhas estão disponíveis na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a consulta de qualquer cidadão com acesso à internet.

Procurada pelo JTo, a assessoria de comunicação da coligação afirmou, em nota, que a prestação de contas da campanha de Gaguim está sendo feita em nome do Comitê Financeiro, ressaltando que esta afirmativa foi repassada sob orientação de outra assessoria, a jurídica. “…está sendo feita em nome do Comitê Financeiro, que tem a prerrogativa de deliberar sobre as receitas e despesas do candidato. Segundo a Coligação, isso facilita a apresentação de contas, tornando-a mais transparente, uma vez que as fontes arrecadadoras (para receitas e despesas) são feitas pelo mesmo CNPJ”, descreve trecho da nota enviada ontem.

Sem os valores, não foi possível identificar, apenas pelas informações disponibilizadas pelo TSE, os dados específicos do candidato peemedebista, como foram descritos os dados relacionados ao outro candidato, Siqueira Campos. Isto porque as informações que constam na arrecadação e despesa dos comitês financeiros estão detalhadas apenas quanto aos trabalhos dos comitês, ou seja, não detalham o que foi gasto ou doado com cada candidato. (Cléo Oliveira, colaborou Luana Fernanda – Jornal do Tocantins)

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Tocantins

Tocantins tem 1.157 mortes e 80.717 casos de Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira,27 de novembro, foram contabilizados 272 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 107 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 255.288 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 80.717 casos confirmados da doença. Destes, 72.986 pacientes estão recuperados e 6.574 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.157 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

PALMAS: Quadrilha que realizava furtos em redes varejistas da Capital é presa

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Policiais militares do 1º batalhão prenderam, nesta quinta-feira, 26, uma mulher por furto em vários estabelecimentos comerciais e redes varejistas de Palmas. Ao todo a Polícia Militar conseguiu recuperar em torno de R$ 50 mil em produtos furtados.

Uma equipe da polícia militar foi acionada, via sistema integrado de operações policiais (SIOP), para atender uma ocorrência de furto em estabelecimento comercial numa rede varejista de Palmas, localizada na quadra 402 Sul . No local, uma mulher foi presa, à qual confessou o crime de furto de duas Tv’s de 32″ e ainda informou aos militares, que contou com o apoio de um homem e uma outra mulher e que já tinha furtado, mais cedo e no mesmo supermercado, outras duas Tv’s.

A equipe solicitou apoio do comandante do policiamento da capital – CPU, e da Agência Local de Inteligência (ALI)  que, após analisar as imagens, foi constatado que a mesma estava atuando com mais três mulheres e que estavam na cidade há apenas dois dias.

Após diligências, foram encontrados em um hotel da cidade, vários objetos furtados pelas infratoras, sendo 04 (quatro) TV’s de 32 polegadas totalizando 06 (seis) aparelhos de TV, aproximadamente 500 peças de roupas que foram furtadas em várias lojas de grandes redes em Palmas. Ao todo a polícia militar conseguiu recuperar algo em torno de 50.000,00 reais em produtos furtados.

A infratora foi encaminhada para a central de flagrantes, juntamente com os objetos recuperados, e foi autuada no Art. 155 do código penal brasileiro. Os proprietários e responsáveis pela mercadoria foram informados e tiveram os produtos restituídos.

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Tocantins

Alegando adequações técnicas, PM do Tocantins adia lançamento do edital de concurso

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A Polícia Militar adiou o lançamento do edital do concurso público que estava previsto para ser divulgado nesta sexta-feira (27). O comando informou que foi necessário fazer adequações técnicas e o documento deve ser publicado nos próximos dias. A previsão é de que o certame vai ofertar mil vagas para o cargo de soldado.

O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (CEBRASPE) foi contratado ao custo de R$ 2,7 milhões, sem licitação, para realizar as três primeiras fases da seleção. O edital deveria ter sido apresentado 30 dias a partir da contratação, o que não aconteceu.

Em uma rede social, a PM informou a determinação para adequações no certame partiu do governo do estado.

“A fim de implementar o edital do concurso público da PMTO, o Governo do Tocantins determinou que fossem realizadas novas adequações técnicas, o que provocou alteração no cronograma de trabalhos inicialmente planejado, desenvolvido em conjunto entre a Comissão Organizadora do Concurso e o CEBRASPE”.

Esse novo concurso será realizado porque o anterior, que teve as provas aplicadas em 2018, acabou sendo anulado por fraudes durante as avaliações. Na época, a empresa responsável pelo certame foi o Instituto AOCP, que foi contratado por R$ 2 milhões, após processo de licitação.

O contrato com a Cebraspe, conforme informado pelo governo, tem o valor de R$ 51,20 por candidato inscrito. A estimativa tem como base o total de inscritos no concurso anterior, que chegou perto dos 80 mil. O contrato foi publicado do DOE pelo comandante-geral da PM, Jaizon Veras Barbosa.

Serão três etapas, avaliação intelectual, teste de capacidade física e avaliação psicológica. Depois disso, os candidatos ainda passaram pelo curso de formação. O salário inicial deve ser informado no edital, conforme a legislação vigente. A idade limite para inscrição será de 32 anos.

O concuso anterior

O concurso anulado por fraudes foi realizado em março de 2018 e acabou anulado em abril de 2019 após a descoberta de celulares com gabaritos parciais das provas serem encontrados dentro de banheiros em locais onde o processo seletivo era realizado. Ao todo, mais de 70 mil pessoas fizeram as provas em 17 cidades.

No concurso anterior, o subsídio inicial previsto durante o Curso de Formação de Oficiais era de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados de R$ 2.215,10. Foram oferecidas 1 mil vagas para soldado e mais 40 para oficial da PM.

Uma investigação interna realizada pela empresa que aplicou as provas concluir que pelo menos 23 candidatos tiveram participação no esquema. Eles já tinham sido eliminados quando a decisão de anular o concurso como um todo foi tomada. (G1)

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