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TOCANTINS: Deficientes ocupam poucas vagas no mercado de trabalho

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O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e para que o profissional consiga garantir sua vaga, precisa estar qualificado e atualizado. É assim para qualquer pessoa que deseja ingressar no mundo corporativo, mas a situação é ainda mais complicada para quem tem alguma necessidade especial. O Sistema Nacional de Empregos (Sine) do Tocantins constata que ofertas de trabalho destinadas a esse público são poucas.

Experiências bem sucecidas como a do auxiliar técnico Willian Guilherme Santos da Silva, 29, que tem os membros inferiores atrofiados e está inserido no mercado de trabalho há oito anos, são poucos no Estado.

Amparada em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao Censo de 2000, a Associação Beneficente Evangélica da Assembleia de Deus no Tocantins (Abeadetins) afirma que no Estado vivem 178.614 pessoas com deficiência, economicamente ativas ou não. Cruzando essa informação com os dados do Sine, fica exposta a distância abissal entre estes indivíduos e o mercado de trabalho.

Dados do Sine apontam que, no ano de 2008, foram captadas 273 vagas para pessoas com deficiência e colocados no mercado de trabalho 57 profissionais com esse perfil, ou seja, apenas 20,88% das vagas foram ocupadas. Já em 2009, foram captadas 152 vagas, empregando 51 trabalhadores com necessidades especiais, o que resultou numa ocupação um pouco melhor: 33,55%. E, no período de janeiro a abril deste ano, foram captadas 22 vagas e apenas 8 pessoas aproveitaram a oportunidade.

Deficiências

Conforme o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no Tocantins, em 2008, 862 profissionais inseridos no mercado de trabalho tinham necessidades especiais, seja auditiva, visual, física, mental, múltipla ou reabilitado. Destes, 365 estavam em Araguaína, a 400 quilômetros de Palmas, Norte do Estado. Em Palmas eram 318 trabalhadores e Gurupi e Miracema do Tocantins contavam, cada uma, com 49 pessoas com necessidades especiais inseridas no mundo corporativo.

Entre os deficientes auditivos, segundo o MTE, o Tocantins contava, em 2008, com 151 pessoas trabalhando. A maioria – 122 – estava em Palmas. Ainda conforme o MTE, entre os deficientes físicos – mais de 600 pessoas, em 2008 -, a maior parte estava trabalhando em Araguaína (282), seguida de Palmas (150) e de Miracema do Tocantins (49) pessoas.

Indivíduos com deficiência mental são os que têm mais dificuldades de serem contratados. O ministério registrava, em 2008, apenas dez pessoas empregadas no Estado. (Luana Fernanda – Jornal do Tocantins)

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PALMAS: Quadrilha que realizava furtos em redes varejistas da Capital é presa

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Policiais militares do 1º batalhão prenderam, nesta quinta-feira, 26, uma mulher por furto em vários estabelecimentos comerciais e redes varejistas de Palmas. Ao todo a Polícia Militar conseguiu recuperar em torno de R$ 50 mil em produtos furtados.

Uma equipe da polícia militar foi acionada, via sistema integrado de operações policiais (SIOP), para atender uma ocorrência de furto em estabelecimento comercial numa rede varejista de Palmas, localizada na quadra 402 Sul . No local, uma mulher foi presa, à qual confessou o crime de furto de duas Tv’s de 32″ e ainda informou aos militares, que contou com o apoio de um homem e uma outra mulher e que já tinha furtado, mais cedo e no mesmo supermercado, outras duas Tv’s.

A equipe solicitou apoio do comandante do policiamento da capital – CPU, e da Agência Local de Inteligência (ALI)  que, após analisar as imagens, foi constatado que a mesma estava atuando com mais três mulheres e que estavam na cidade há apenas dois dias.

Após diligências, foram encontrados em um hotel da cidade, vários objetos furtados pelas infratoras, sendo 04 (quatro) TV’s de 32 polegadas totalizando 06 (seis) aparelhos de TV, aproximadamente 500 peças de roupas que foram furtadas em várias lojas de grandes redes em Palmas. Ao todo a polícia militar conseguiu recuperar algo em torno de 50.000,00 reais em produtos furtados.

A infratora foi encaminhada para a central de flagrantes, juntamente com os objetos recuperados, e foi autuada no Art. 155 do código penal brasileiro. Os proprietários e responsáveis pela mercadoria foram informados e tiveram os produtos restituídos.

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Professor da UFNT cria mesa adaptada e maquetes para aluno deficiente visual

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No curso de Zootecnia do Câmpus de Araguaína, um professor teve uma iniciativa inovadora para melhorar as condições de aprendizado de um aluno deficiente. Trata-se de uma mesa adaptada para deficientes visuais, projetada e construída pelo professor José Hugo de Oliveira Filho para o aluno Ryckelmy Silva Lopes, do 1º período do Curso. A mesa foi pensada para as necessidades de Ryckelmy na disciplina de Desenho Técnico, de modo que, tateando relevos diversos, barbantes, fios e outros materiais, o aluno consiga fazer a leitura de plantas baixas de projetos de construções rurais, por exemplo. O professor aprimorou a ideia, ainda, com a elaboração de maquetes, também desenvolvidas especialmente para o estudante. 

Previamente informado, pela Coordenação do Curso, sobre a condição do aluno, Oliveira Filho identificou, com a ajuda da monitoria digital da disciplina, a necessidade de Ryckelmy em ter uma ferramenta que pudesse auxiliá-lo na compreensão das aulas de Desenho. “Sabemos que os deficientes visuais têm outra forma de ler e compreender o cotidiano, possuindo uma sensibilidade maior dos sentidos, para diversas situações. No primeiro dia de aula, Ryckelmy já me foi uma grata surpresa: percebi, nele, bastante interesse na disciplina e uma capacidade de desenvolvimento muito boa. A partir daí, comecei a pensar em uma forma de ajudá-lo a melhor entender o que trabalhamos em sala”, conta o professor. 

O professor se diz um entusiasta do “faça você mesmo”. Tendo uma serie de ferramentas em casa e gostando de fazer trabalhos manuais em seu tempo livre, Oliveira Filho construiu mesa e maquetes na garagem de casa, com seus próprios recursos financeiros. A cada novo encontro com Ryckelmy – futuro zootecnista pela UFT – as ferramentas passam por melhorias e adaptações, conforme mestre e aluno testam, no decorrer das aulas, o sucesso da invenção. “Partimos, a princípio, do mais simples, dentro de uma concepção de percepção sensitiva: montamos uma mesa de madeira, coberta com uma superfície emborrachada e uma película, tornando-a, dessa forma, macia. Nela, podemos fixar alfinetes, tachas, grampos que, unidos por cordas e barbantes, formam as figuras usadas no Desenho Técnico, numa versão tateável”.

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Hipermercado Extra é autuado no Tocantins por publicidade enganosa em Black Friday

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Desde o início do mês de novembro, o Procon Tocantins tem monitorado o preço de diversos produtos, devido a promoção da Black Friday. Nessa quinta-feira, 26, o Procon Tocantins autuou o hipermercado Extra por publicidade enganosa. O órgão de defesa do consumidor identificou dois produtos que estavam sendo monitorados com aumento abusivo, no hipermecado em Palmas.

Conhecida como sexta-feira negra, a Black Friday acontece nesta sexta-feira, 27. O Artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. Ou seja,  segundo o CDC, é “enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”.

O aparelho celular Smart Samsung S20 128G que antes da Black Friday estava sendo vendido por R$ 3.999,99, teve um reajuste de R$1.000. Ou seja, estava sendo vendido por R$ 4.999,00. Já o segundo  produto, também um aparelho celular, sendo o IPhone 11 Black 64 G vendido anteriormene de R$ 4.499,00 e com reajuste R$ 200 no preço. Passando a ser comercializado no valor de R$ 4.699,00. 

“Nos dois produtos, o Extra aumentou os preços e ainda colocou um anúncio de Black Friday passando uma falsa sensação para os consumidores de que o produto estava com o preço atrativo. Isso é propaganda enganosa, pois a empresa  aumenta os preços e os consumidores não têm benefício nenhum”, explica Walter Viana, superintendente do Procon Tocantins. 

Denuncie

Em caso de denúncias, o consumidor deve entrar em contato por meio do Disque 151 ou utilizar o Whats Denúncia 99216-6840. Para formalizar a reclamação, o mesmo pode entrar no site www.procon.to.gov.br e clicar no banner “Faça sua Reclamação aqui”, preencher todos os campos e anexar os documentos solicitados. (Thaise Marques)

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