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Tocantins e Maranhão estão entre os estados em que mulheres mais buscam por homens mais velhos e ricos

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Durante o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, a procura por “Sugar Daddies” foi superior a “Sugar Baby” no Brasil. De acordo com dados do Google, levantados pelo site Universo Sugar, uma das plataformas desse segmento, no ranking dos dez estados que buscaram por um “patrocinador” o Piauí encabeça a lista. Já na busca por “Sugar Baby”, o Distrito Federal aparece no topo dos interessados pelo serviço.

Para quem não sabe, Sugar Daddy, é um termo em inglês, formado pela junção das palavras “açúcar” e “papai”, é usado para intitular homens mais velhos e ricos, que escolhem uma sugar baby – mulheres mais novas que buscam estabilidade financeira – para proporcionar experiências de luxo, em uma “troca de benefícios”. Esse tipo de romance se define em linhas gerais pelos sites especializados como “relacionamento Sugar”.

Tocantins e Maranhão estão no top 10 da busca.

Nordeste em alta  

O Nordeste protagoniza a lista dos estados que mais procuram por “Sugar Daddy” (Patrocinador), como mostra a classificação:

1° Piauí 78%

2°Acre 69%

3°Alagoas 68%

4° Rio Grande do Norte 64%

5°Maranhão 63%

6°Espírito Santo 62%

7° Tocantins 61%

8° Mato Grosso 60%

9° Paraná 58%

10°Pernambuco 57%

O levantamento realizado pela rede social considerou o período de 24 de março de 2020, data de início da quarentena em São Paulo, até 10 de julho do corrente ano.

Distrito Federal é o maior interessado por ‘Sugar Baby’

Já o Distrito Federal, foi a região que mais buscou por “Sugar Baby” –  jovem que desfruta das regalias oferecidas pelo Sugar Daddy. O centro do poder político brasileiro, aparece com 60% do volume de buscas pelo serviço. É o que mostra os dados do Google Trends – ferramenta do Google que mostra os mais populares termos buscados– levantados pelo site Universo Sugar.

Top 10- “Sugar Baby”:

Distrito Federal 60%

Santa Catarina 56%

Rondônia 54%

Rio de Janeiro 53%

Roraima 50%

Amapá 50%

São Paulo 50%

Goiás 49%

Pará 49%

Minas Gerais 48%

A busca pelo serviço no Universo Sugar teve um crescimento de 85% se comparado aos meses que antecederam o início do isolamento social em São Paulo.  

Ainda de acordo o site de relacionamento Sugar, o perfil de estudante é recorrente na rede social neste período. Só durante a quarentena, 68% dos jovens que se cadastraram na condição de “Sugar Baby” são universitárias.

Empresários, diretores de empresas e funcionários públicos foram ocupações mais frequentes dos homens que se inscrevem com o perfil de “Sugar Daddy.

Sobre o Universo Sugar

O Universo Sugar é uma rede social especializada para pessoas bem-sucedidas que queiram patrocinar o estilo de vida de seus parceiros (as). O relacionamento é claro e direto, pois, baseia-se no investimento econômico de homens ou mulheres em troca de uma relação afetiva. O objetivo da união é oferecer ganhos para as partes envolvidas no relacionamento. Atualmente existem mais 1 milhão de perfis ativos em todo o Brasil, além de membros do exterior.

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Jovem se inspira em Pablo Vittar e quer ser nova estrela do Bregafunk

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Negro, gay e de família simples. Para Merson, estes requisitos mostram o quanto é difícil fazer sucesso na carreira musical quando a bagagem trás estes três requisitos. Mas ainda assim, o jovem sonha com o estrelato e já está traçando o caminho. Para chegar lá, ele decidiu investir na carreira de cantor e promete se transformar no novo Pablo Vittar do nordeste brasileiro.

Merson tem 20 anos de idade e conta que desde a infância sempre gostou de dançar. Atualmente, além de estudante de Educação Física, o jovem passou a cantar bregafunk e a ser agenciado pela paisagista brasileira Sophia Utnick, empresária que tem feito sucesso nos Estados Unidos e revelado diversos talentos artísticos por meio da sua agência Utnick Production. O jovem cantor detalha que “sempre gostei muito de dançar, desde a minha infância. A partir de 2016 a dançar profissionalmente e comecei a conquistar meu espaço, divulgando meus trabalhos”, relata.

Em meio à pandemia, que mudou a vida de todo mundo, o jovem também teve sua rotina transformada, mas positivamente: “Nesse ano as oportunidades começaram a aparecer e as portas começaram a se abrir para mim. Foi aí que vi que era hora de mudar o foco e descobrir as novidades que estavam diante de mim”, ele detalha. Numa dessas oportunidades, ele participou da gravação de um clip de uma dançarina e cantora, o que possibilitou a chave para o sucesso: “Foi aí que a Sophia ficou me conhecendo e me procurou para oferecer novas oportunidades de trabalho”.

Nessa semana, dando início à parceria, Merson conta que já gravou o primeiro videoclipe. Além disso, “nos últimos já fui para o estúdio gravar a minha primeira música, e olha que eu nunca tinha cantado antes. Então está sendo tudo novo para mim, nessa nova fase de minha vida”, destaca.

Desejando subir aos palcos para mostrar seu talento, Merson já sonha com os novos caminhos: “Quero conseguir meu espaço no cenário musical e da dança, onde eu possa levar amor e carinho, principalmente para a galera LGBT. Além disso tenho o desejo de ajudar minha família e estou fazendo de tudo para isso dar certo”.

O jovem artista pernambucano também já almeja estar nas rádios de todo o país: “Quero mostrar que uma pessoa pobre e que vem de baixo pode chegar lá. Com muito esforço e determinação, mesmo tendo os empecilhos que o mundo oferece, mas é possível chegar lá. Que essa oportunidade seja apenas o meu primeiro trabalho e a minha primeira música”, completa.

Para conhecer mais o trabalho de Merson, acesse seu Instagram, por meio do perfil @_mers0n. A agência Utnick Production já conta com nomes de sucesso do bregafunk como McAbalo, Ayarla Sousa, McLipinho Atrevido e Mister Zi. Conheça a produtora no perfil @utnickproduction. (Fabiana Abreu)

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Do limão à limonada, experiências de negócios

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Lídia Tavares é dona de uma loja de roupas na cidade de Taipas, interior do Tocantins e, como todos os empresários, também passou por momentos de apreensões no início da pandemia. Com as restrições, a empreendedora viu que precisava ajustar o plano de negócios feito antes de abrir o empreendimento. Buscou de novo o Sebrae Tocantins para construir uma solução que a permitisse continuar vendendo, mesmo com tantas limitações.

A empreendedora buscou o Sebrae em Dianópolis, porque queria estratégias para movimentar a loja de forma virtual. “Eu não acreditava que o Sebrae podia me ajudar tanto. Ouvi que era necessário usar a inovação, implementar novas técnicas, investir na entrega em casa, promoções, estoques, novos fornecedores, preços atrativos e, o principal, a acompanhar as capacitações online e o que eu não esperava ocorreu, minhas vendas cresceram’, contou a empresária.

Raene Matos, teve uma ideia diferente: assinatura de roupas, onde os clientes podiam alugar as peças por um tempo determinado. Algo tão inovador assustou e ela buscou o Sebrae para fazer o planejamento estratégico, ver viabilidades e então abriu o negócio. Na pandemia, a consultoria continuou e das orientações vieram novas parcerias, reposicionamento de serviços e planos para seguir e adequar.

Recém completado um ano de negócio, Raene fala com alegria das transformações vividas e das boas experiências surgidas da ampliação do negócio. “Precisamos definir quem é o nosso público alvo, para quem você deseja vender, nosso negócio é propiciar estilo e peças diferenciadas aos nossos clientes. Precisamos também precificar corretamente e ousar, investir, inovar, observar o comportamento das pessoas e não esquecer de estar buscando orientações que podem ajudar”.

As duas histórias fizeram parte do quadro do Limão à Limonada, quadro da programação diária do Arena do Conhecimento. A cada quadro serão mostrados empreendedores que buscaram o Sebrae Tocantins durante a pandemia, receberam consultoria especializada e inseriram essas inovações no negócio, conseguindo bons resultados.

Para acompanhar a programação é necessário acessar o site do evento www.arenasebrae.com.br, fazer a inscrição e entrar na área da transmissão online. Lembrando que todo o evento conta com tradução simultânea em libras e serão emitidos certificados de participação.

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Quase 50% das mulheres já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho

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O recente levantamento do LinkedIn e da organização Think Eva apontou que 47,12% das mulheres já sofreram assédio sexual no ambiente corporativo, em algum momento de suas vidas. Ao todo, 414 mulheres responderam à pesquisa, realizada no início de 2020.  

Os dados também concluíram que a maioria das mulheres assediadas são negras (52%) e que recebem entre dois e seis salários mínimos (49%). O Norte e Centro-Oeste são as regiões com maiores índices de relatos de assédio, correspondendo a 63% e 55%, respectivamente.  

A maioria das mulheres assediadas, que responderam à pesquisa, ocupam cargos de assistente (32,5%). Posições de direção na empresa apresentou o menor índice, com 2,4%. Contudo, 60% das entrevistadas que desempenham funções de gerência afirmaram ter sido vítimas de assédio.  

O advogado Robson Tiburcio, especialista em Advocacia Extrajudicial, explicou o que caracteriza esse tipo de assédio. “De acordo com o art. 216-A do nosso Código Penal, o assédio sexual é todo ato que constrange alguém com o intuito de se obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função”, definiu.  

O especialista também alertou. “É importante que esse assunto seja amplamente discutido para que todas aquelas mulheres que possam estar sofrendo tal prática tenham conhecimento da gravidade do que é o assédio e que consigam tomar providências em relação a este crime”, ressaltou o advogado Robson Tiburcio.  

Pesquisa 

O questionário aplicado pelo LinkedIn e a organização Think Eva possui um índice de confiabilidade de 99% e constatou, ainda, que enquanto o agressor acaba saindo impune, a vítima é quem sofre as consequências. Sobre a reação ao assédio, 50% das mulheres relataram que contaram o caso para pessoas próximas; 33% não fizeram nada; 15% pediram demissão e 14% tomaram outras medidas (não especificadas). Acesse a pesquisa completa, no link: https://thinkeva.com.br/pesquisas/assedio-no-contexto-do-mundo-corporativo/ e saiba mais sobre o assunto.  

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