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TOCANTINS: Gaguim diz que Siqueira não dá conta de administrar o Estado

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O ex-governador Carlos Gaguim (PMDB) respondeu, duramente a nota distribuída pelo governo Siqueira Campos (PSDB) nesta quinta-feira, 20, em que o culpa pelas 15,5 mil demissões promovidas pela atual gestão na semana passada. “O Siqueirido está desesperado porque sabe que não vai dar conta de cumprir o que prometeu em campanha, que não dá conta nem tem competência para administrar o Estado”, disse Gaguim, numa referência ao personagem criado pela campanha eleitoral de Siqueira Campos.

Gaguim garantiu que deixou em caixa dinheiro para pagar as dívidas de sua gestão, como as consignações em folha e o acordo com a Polícia Militar, citados na nota do atual governo. Para a saúde, ele disse que deixou recursos da Fonte 45, e os débitos estão dentro dos “30 e 40” dias que levam para ser quitados. “O que é normal. Além disso, entraram R$ 135 milhões do FPE [Fundo de Participação do Estado] no dia 10 para o pagamento do acordo da PM e da consignação em folha”, afirmou. “E a equipe de transição dele teve as portas abertas por três meses e chegou a anunciar na imprensa que eu tinha deixado dinheiro em caixa.”

“Não fiz como ele [Siqueira], que no dia 31 de dezembro de 2002, cancelou R$ 1 bilhão de empenhos, que tiveram que ser reempenhados no dia 5 pelo [ex-governador] Marcelo Miranda e pelo [ex-secretário de Infraestrutura] Brito Miranda no dia 5 de janeiro de 2003. Isso mesmo! O Siqueirido deixou R$ 1 bilhão de dívida para o Marcelo Miranda, e posso provar isso porque na época eu era presidente da Comissão de Orçamento da Assembleia”, afirmou Gaguim.

Denegrir

Para o ex-governador, a nota distribuída por Siqueira é parte da campanha do novo governo “para denegrir” sua imagem. “Ele vai fazer de tudo para denegrir a minha imagem, para tentar me pôr na cadeia, como ele fez com o [Moisés] Avelino: tentou de toda forma denegrir o ex-governador Avelino e pô-lo na cadeia, chegando a abrir um monte de processo contra o Avelino. É a estratégia do Siqueira, a estratégia do mal, do rancor, do ódio e da ditadura. Voltamos ao passado!”, criticou Gaguim.

O ex-governador, contudo, disse que “não vai dar paz”. “Vou cobrar 24 horas o Siqueirido. Quero este mês ver o salário de R$ 5 mil que ele prometeu para os soldados, um médico na porta de cada cidadão! Por que ainda não reduziu o preço do combustível e da energia? E já está em débito em umas 200 casas das 70 mil que ele disse que vai fazer”, afirmou Gaguim.

Para ele, “o Tocantins mudou”. “Não é mais como na época em que ele achava que era dono do Estado. O Tocantins não tem dono. Eu conclamo cada cidadão, os chefes dos poderes, que ele já quer prejudicar mexendo na LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] e no Orçamento, a não permitir que o passado retorne e que a ditadura prevaleça”, disse.

Não era preciso

Gaguim afirmou que o Estado “já está em plena ditadura”. “Já foram transferidos 41 militares porque eram ligados a mim, os professores estão sendo perseguidos, demitiram milhares de servidores sem necessidade, os comerciantes estão aterrorizados e os empresários hoje já fogem do Estado”, disse.

Para o ex-governador “é lamentável” tachar os servidores comissionados de “fantasmas”. “São pais de famílias que contribuíram decisivamente para a construção deste Estado, foi uma demissão cruel e desnecessária, que jogou em desgraça quase 20 mil pais de família. Para quê, meu Deus?”, questionou Gaguim.

Ele afirmou que as contratações desses servidores “foram feitas pelo próprio Siqueira, porque foi ele [Siqueira] quem fez a lei, quem entrou com a ação e agora quem demitiu”. “Como me culpar? É só defendi esses servidores. Agora ele, não. Ele criou a lei, junto com o Marcelo Miranda, que é cria dele, não minha; e foi ele quem entrou com a ação para demitir esses trabalhadores, e o advogado dele nessa ação é hoje seu secretário de Segurança, Cidadania e Justiça”, disse Gaguim, se referindo ao advogado João Costa Ribeiro Filho, autor da ação do PSDB que resultou na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de determinar a exoneração dos comissionados. “A demissão dessas milhares de famílias foi a maior perseguição do mundo, um ato de uma pessoa que não está em sã consciência, de quem quer o caos no Estado”, avaliou o ex-governador. (Portal CT)

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Tocantins

Suspeito de torturar e matar namorada em motel do Tocantins é preso

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A Polícia Civil confirmou nesta terça-feira (21) que o suspeito de torturar e matar Marcela da Silva Soares em um motel de Palmas é um ex-namorado da vítima. O homem, de 21 anos, não teve o nome divulgado. A Secretaria de Segurança Pública informou que ele já responde por outro homicídio, mas não deu detalhes do crime.

A crueldade do assassinado de Marcela chocou moradores em Palmas. O corpo da jovem tinha marcas de queimaduras, indicando a tortura. A análise preliminar indicava que ela poderia ter morrido esganada, mas isso ainda será confirmado por laudos do Instituto Médico Legal (IML).

O delegado do caso, Guido Camilo, que chefia a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas, disse que o suspeito confessou. Ele estava com o celular da vítima e escondido na casa de parentes em Porto Nacional, a 60 km da capital, quando foi detido. A SSP disse que ele não esboçou nenhuma reação ao ser abordado.


O homem deve responder por feminicídio. Inicialmente ele foi levado para a Central de Flagrantes de Porto Nacional. Depois disso, foi transferido para um presídio não divulgado.

O assassinato

O crime foi descoberto durante a madrugada de segunda-feira (20). Testemunhas relataram à polícia ter ouvido uma discussão vinda de um apartamento do motel, de número 103, onde a vítima estava hospedada.

Os funcionários do motel acabaram encontrado a vítima ao ir vistoriar o local porque a pessoa que acompanhava a mulher saiu sem pagar. O corpo foi encontrado com marcas, que podem ser de queimaduras, na região da barriga e das pernas. (G1)

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Tocantins

No Tocantins, homem de 42 anos é suspeito de estuprar a própria filha de 13

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Um homem de 42 anos, investigado por estuprar a própria filha, de 13 anos, foi preso pela Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), durante ação realizada na manhã desta terça-feira, 21, em Rio Sono. A operação que resultou no cumprimento do mandado de prisão preventiva em desfavor do indivíduo foi coordenada pelo delegado Anderson Casé, e contou com apoio de policiais civis da 4ª Delegacia de Polícia Civil de Palmas, e também do delegado Ricardo Real.

De acordo com delegado Anderson Casé, o estupro teria ocorrido no último mês de agosto e passou a ser investigado pela Polícia Civil, após o registro de um Boletim de Ocorrência onde os fatos foram denunciados. A partir daí, os policiais civis da DP de Rio Sono passaram a diligenciar e, com o aprofundamento das investigações, foi possível efetuar o levantamento de fortes indícios de que o pai teria, de fato, estuprado a própria filha.

As investigações da Polícia Civil foram confirmadas com os laudos emitidos por psicólogos e assistentes sociais que fizeram o acompanhamento da adolescente.

Com base nas investigações, o delegado responsável pelo caso representou, junto ao Poder Judiciário, pela prisão do homem. De posse da ordem judicial, os agentes foram até a residência do indivíduo e efetuaram a captura do mesmo.

Preso, o suspeito foi encaminhado à 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Palmas, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, o indivíduo foi recolhido à Unidade Penal de Palmas, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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Tocantins

Operação prende sonegadores no Tocantins que causaram prejuízos de R$ 57 milhões

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A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por intermédio da Divisão de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DRCOT), de Palmas, deflagrou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, 21, uma operação de combate à sonegação fiscal.  Os ilícitos supostamente praticados já teriam resultado em um prejuízo na ordem de R $57 milhões de reais aos cofres do Estado do Tocantins.

Segundo o delegado responsável, a operação teve como objetivo dar cumprimento a mandados de busca e apreensão e também de prisão, no Tocantins e também no Estado de Minas Gerais. A ação também visa instruir inquérito policial instaurado para apuração de crimes contra a ordem tributária e outros crimes conexos envolvendo pessoas ligadas a uma empresa sediada no Tocantins. Ainda conforme a autoridade policial, as investigações tiveram início após auditoria realizada pela Delegacia Regional Tributária de Palmas. Durante os trabalhos, que contaram com apoio de agentes do Fisco dos estados do Pará, Maranhão e Bahia, foram constatadas inúmeras irregularidades fiscais que confirmam a prática de ilícitos que estariam sendo praticados já há algum tempo. 

Diante dos fatos apurados, a PC-TO, por meio da DRCOT, representou pelos mandados judiciais que foram cumpridos na manhã de hoje, em endereços ligados a pessoas supostamente envolvidas nos crimes de sonegação fiscal. No decorrer das diligências, os policiais civis encontraram em uma das residências, uma arma de fogo, que foi apreendida. Também houve o cumprimento do mandado de prisão temporária, em desfavor de um dos investigados, que após os procedimentos legais adotados, será recolhido à Unidade Penal de Palmas, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Além dos agentes da DRCOT, a operação desta terça-feira também contou com apoio efetivo de policiais civis da Divisão de Repressão a Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) e suas divisões de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e 8ª Divisão de Combate ao Crime Organizado (8ª DEIC) de Gurupi, e Divisão Especializada de Repressão  Corrupção (DECOR), Palmas. A operação também contou com a participação da Perícia Oficial, por meio dos Núcleos de Crime Financeiro e Computação Forense.

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