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sexta-feira, 20 / maio / 2022
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TOCANTINS: Governo e PT admitem acordo, mas negam cargos

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No rastro da polêmica provocada no Tocantins com o encontro revelado pela revista Veja de autoridades do Tocantins com o ex-deputado federal e ex-ministro da casa Civil José Dirceu, o secretário estadual de Planejamento e Modernização da Gestão, Eduardo Siqueira Campos, e o presidente do PT, Donizeti Nogueira, admitiram o acordo da sigla com o governo. Porém, ambos negaram que o acerto, que levou dois dos três deputados do PT na Assembleia a votarem com a administração Siqueira Campos (PSDB), tenha sido feita à base de cargos no governo estadual.

O PT sempre foi adversário histórico de Siqueira e esta é a primeira vez que o governador, que já está no seu quarto mandato, conta com apoio declarado de dirigentes e parlamentares petistas. Em reportagem da Veja na qual mostrou Dirceu recebendo autoridades em um quarto de hotel de luxo em Brasília, Eduardo Siqueira é uma das pessoas que foi até o local falar com Dirceu. Em sua justificativa à revista, Eduardo Siqueira disse que o acordo com o PT do Tocantins era um dos fatores de ligação dele com Dirceu.

O presidente do PT disse que a legenda não tem acordo com Eduardo Siqueira (filho governador Siqueira Campos) e sim com o governo do Estado.

Segundo Donizeti, o acerto é em relação às eleições da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (AL), realizada em fevereiro passado. Nas eleições, os deputados petistas Amália Santana e Zé Roberto deixaram de apoiar a correligionária Solange Duailibe (PT) para respaladar o tucano Raimundo Moreira ao cargos de presidente da Casa.

Em troca, Donizeti disse o Governo iria chamar o cadastro reserva dos concursos da Saúde e Educação, realizados na gestão passada e que a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na AL, seria do PT. Questionado sobre cargos no governo, Donizeti disse que essa questão não foi discutida. “Nós não discutimos participação no Governo e sim composição da Mesa Diretora. Nós não vamos discutir isso. Isso não foi pauta das nossas negociações”, ressaltou.

Eduardo Siqueira, por sua vez, também ressaltou que acordo seria com relação a Assembleia Legislativa e que os deputados petistas iriam agir de forma independente. Segundo ele, em nenhum momento ocorreu a discussão sobre cargos. “Até pelo debate público, falar isso é desmerecer”, comentou.

Encontro

Sobre o encontro com Dirceu em 8 de julho, Eduardo Siqueira, em nota, disse ser amigo do petista há mais de 20 anos e que se encontrou com o ex-ministro em diferentes locais neste ano. “De lá para cá jamais deixei de receber um cumprimento do amigo nos dias do meu aniversário, assim como de poder retribuí-lo”, frisou.

Na matéria da Veja, a revista diz que Eduardo entrou com uma sacola e 41 minutos depois saiu sem a mesma. À revista, Eduardo disse que sem checar a sua agenda não poderia explicar o conteúdo da sacola, pois ele não lembrara.

“No referido encontro, publicado pela revista Veja, ao receber o convite do ex-ministro, juntei dois vídeos sobre o Tocantins e algumas publicações sobre o nosso Estado, uma garrafa de vinho português e os coloquei em uma sacola”, explicou Eduardo Siqueira na nota emitada ontem.

Gomes

Outro tucano que se encontrou com Dirceu, o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB) disse, à CBN Tocantins, na manhã de ontem, que ele teve 100% dos votos da bancada do PT para o cargo de 1° secretário da Câmara e que estar com o Dirceu, como referência partidária é um fato “absolutamente” normal. |Jornal do Tocantins|

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Eu mesmo

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linda rosa

o povo aida tem medo da represão

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