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sexta-feira, 20 / maio / 2022
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TOCANTINS: Governo reabre negociação com Unimed Centro-Oeste

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Após anunciar que não iria mais renovar com a Unimed Centro-Oeste e Tocantins, o governo do Estado recuou e deve prorrogar o contrato com a empresa. A prestadora é responsável pela gestão do Plansaúde (plano de saúde dos servidores públicos estaduais e seus dependentes). Ao todo, o plano atende 91.412 pessoas.

Nesta quinta-feira, 31, o secretário estadual de Administração, Lúcio Mascarenhas, passou quase toda a tarde e o início da noite discutindo o tema com o governador Siqueira Campos (PSDB). Segundo Mascarenhas, essa reabertura de diálogo com a prestadora tem dois fatores: a disposição da empresa de querer negociar e baixar seus preços (melhorando os serviços) e a recomendação expedida pelo Ministério Público Estadual (MPE). A recomendação sugere que o contrato seja prorrogado por seis meses para evitar problemas aos beneficiários.

Como ainda não há nada acertado oficialmente, o secretário não quis dar mais detalhes.

Prestadora

A Unimed Centro-Oeste e Tocantins confirmou que ainda luta pela renovação do contrato. Na terça-feira, foi protocolado, através do diretor presidente da Unimed Centro-Oeste Tocantins, Irani Silva, um ofício na Secad. O documento mostra o interesse e em renovar o contrato.

Segundo a coordenadora da prestadora em Palmas, Vera Freitas, apesar de toda a rede já ter sido notificada da possibilidade da rescisão do contrato, a empresa continua aberta à negociação. “Está tudo organizado para a quebra de contrato, mas estamos abertos à negociação”, destacou.

Em relação a uma possível prorrogação, Vera disse não ter qualquer confirmação, mas chegou a dizer que seria possível uma mudança na decisão de cancelamento do governo.

Problemas

Quando o governo anunciou que o contrato não seria renovado, apontou como alternativas as Unimed de Palmas, Araguaína e Gurupi.  Segundo a administração, a migração de mais 91 mil pessoas não ia trazer problemas. Contudo, nesta semana, conforme mostrou o Jornal do Tocantins, vários médicos já haviam paralisado o atendimento via Plansaúde por temer falta de pagamentos. (Jornal d Tocantins)

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