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Tocantins

Tocantins se aproxima de 17 mil infectados pela Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira, 17 de julho, foram contabilizados 282 novos casos confirmados para Covid-19.

Desta forma, hoje o Tocantins acumula 16.954 casos confirmados da doença, destes 10.546 pacientes estão recuperados e 6.125 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 283 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

Quase 400 kg de carne clandestinas são apreendidas no interior do Tocantins

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Uma operação que envolveu a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e Vigilância Sanitária (Visa) de Itacajá, nessa quarta-feira, 30, resultou na apreensão 395 kg de carnes provenientes de abate clandestino. Esse material encontrado nos açougues foi descartado no aterro sanitário por ser considerado impróprio para o consumo e o os comerciantes foram autuados pela Visa.

O inspetor de Defesa Agropecuária da Agência, Ricardo Matarazzo, explicou que a ação liderada pela Visa percorreu quatro estabelecimentos. Destes, em dois foram encontrados a carne sem origem comprovada e fora dos padrões higiênico-sanitários exigidos. “O abate clandestino, além de ser proibido, produz alimentos com alto risco de contaminação, já que não foram inspecionados, bem como, não priorizam o bem estar animal, determinado na indústria”, frisa.

A Adapec tem se colocado à disposição da população e das instituições para atender as demandas de denúncias, por meio do 0800 63 11 22, e também das atividades de apoio ao combate de abate clandestino.   

A ação contou ainda com o apoio Polícia Militar do Tocantins.

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Tocantins

Tocantins confirma mais 9 mortes por Covid-19 nesta quarta, 30

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta quarta-feira, 30 de setembro, foram contabilizados 597 novos casos confirmados para Covid-19 e 9 mortes.

Deste total, 265 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 206.289 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 68.003 casos confirmados da doença. Destes 51.924 pacientes estão recuperados e 15.140 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 939 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim detalhado.

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Tocantins

Filhote de ariranha é resgatado no Rio Tocantins

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Um filhote de ariranha foi resgatado por um pescador no Rio Tocantins, no município de Peixe, região sul do Estado. Após o resgate, o animal foi levado a uma clínica veterinária parceira do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), em Gurupi, pelo Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA). Após o atendimento médico veterinário, o filhote foi encaminhado para o Centro de Fauna do Tocantins (Cefau), do Naturatins, em Palmas.

O filhote possui cerca de duas semanas a um mês de vida. Da cabeça a ponta da cauda, mede 52 cm e o seu peso é de 1,200 kg. Os animais recebidos no Cefau recebem um nano chip, um procedimento padrão realizado em todos os animais que passam pela unidade. “É uma marcação individual, um número único que o identifica. Com o auxílio do leitor de microchip esse animal poderá ser identificado ao longo da sua vida para que as informações não sejam perdidas, como sua origem, idade, sexo, problemas de saúde, gestações, entre outros aspectos”, informou a médica veterinária do Naturatins, Grasiela Pacheco.

Nesta terça-feira, 29, o filhote foi recebido no Parque Zoobotânico Vale (PSV) Carajás, em Parauapebas, no Pará. A viagem ocorreu com o monitoramento da bióloga do Naturatins, Samara Almeida, integrante do Projeto Ariranhas, uma Organização Não Governamental (ONG) formada por pesquisadores que trabalham ativamente em projetos voltados para a preservação da espécie no Brasil. O PSV, novo lar do filhotinho, é mantido e administrado pela Vale, e abriga exclusivamente espécies nativas da fauna e flora amazônicas. O parque está localizado dentro da Floresta Nacional de Carajás, em uma Unidade de Conservação Federal, e ocupa uma área de 30 hectares preservados.

Resgate e atendimento

Os primeiros atendimentos são um dos fatores determinantes para o sucesso de um resgate, já que filhotes de mamíferos nascem desprovidos de defesa e são dependentes de cuidados parentais por longos períodos. “Assim, os detalhes nos cuidados com a acomodação que deve ser limpa, quente, ventilada, escura, os cuidados com a amamentação com baixa quantidade, alta frequência e com temperatura ideal do leite indicado e em posição anatômica correta e a aferição dos parâmetros fisiológicos para o monitoramento e intervenção médica veterinária, quando necessária, formam os pilares da tríade ambiente, nutrição e saúde que resultam em qualidade de vida”, enfatizou Grasiela Pacheco.

Para a médica veterinária, não se trata de manter o animal vivo e sim de criar condições semelhantes às in natura para se tornar um indivíduo qualificado, equilibrado que mantenha as características naturais da espécie, esclareceu.

Pesquisa

A bióloga Samara Almeida realiza pesquisa sobre ariranhas, desde 2013, quando iniciou seu mestrado em Ciências Biológicas – Biologia e Comportamento Animal (Zoologia), na Universidade de Juiz de Fora (UFJF). É licenciada em Biologia pelo Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp/Ulbra), de Palmas. A pesquisa sobre o desenvolvimento da comunicação acústica de ariranhas analisa o comportamento da espécie no Parque Estadual do Cantão, localizado nos municípios de Caseara e Pium, e no Ribeirão Santa Luzia, no município de Porto Nacional.

O Naturatins é parceiro da pesquisadora, auxilia com a logística de transporte (empréstimo de embarcação, motor de popa e motor elétrico) além de alojamento. Seu doutorado em Psicobiologia foi iniciado em 2018, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). “Ariranhas são animais sociais que vivem em grupos de dois a 16 indivíduos. No Tocantins, temos populações de ariranhas viáveis no rio Tocantins e seus afluentes e também no Parque Estadual do Cantão”, explicou Samara Almeida.

Novo lar

A opção pelo deslocamento ao estado do Pará ocorre porque não seria possível devolver o animal sozinho à natureza, já que é um animal de grupo e a saída desta espécie da natureza é muito rara, por isso a opção de destinação ao cativeiro. “Não sabemos quais foram os motivos desse filhote ter sido separado da sua família. As ariranhas vivem em grupos que cuidam e protegem os filhotes com excelência. A saída abrupta de um recém-nascido com os olhos fechados da toca e perda dos cuidados da mãe é gravíssima e o filhote poderá ter diversas patologias e vir a óbito”, explicou a veterinária Grasiela Pacheco.

Segundo a veterinária por essa razão a preocupação em providenciar as condições adequadas para seu desenvolvimento saudável. “Os primeiros cuidados foram realizados e após estabilizar o filhote, providenciamos o transporte com acompanhamento técnico e para nossa felicidade este lindo filhote encontra-se hígido, forte, mamando muito bem, vocalizando e sem outras alterações”, detalhou.

Sobre a espécie

São animais considerados bioindicadores ambientais, ou seja, vivem em locais preservados. Com a perda de qualidade e das condições ótimas do ambiente não sobrevivem. Precisam de água limpa com fartura de peixes, abundância de vegetação ciliar para proteger suas tocas. Ariranhas é uma espécie ameaçada de extinção.

Possuem um corpo longo e pelagem densa, cauda robusta e achatada, que a auxilia na natação. Assim como a cauda, outras características auxiliam na natação, como as membranas interdigitais entre os dedos. Habitam ambientes de água doce, como rios, lagos e suas margens. Possuem hábitos diurnos e a dieta alimentar é carnívora: além de peixes, comem crustáceos, moluscos e pequenos vertebrados, como alguns mamíferos, aves e répteis. (Lidiane Moreira)

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