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quinta-feira, 19 / maio / 2022
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TOCANTINS: Secretário nega troca de favores e defende contratações

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Sustentado conformidade e transparência na contratação de seis empresas sem licitação para execução de obras de recuperação e roçagem em 39 trechos de rodovias estaduais, o secretário estadual de Infraestrutura, Alexandre Ubaldo, afirmou, ontem, que não existe troca de favores entre o governo do Estado e as empreiteiras. Reportagem do Jornal do Tocantins publicada no domingo, mostrou que das seis empresas contratadas, quatro foram doadoras de recursos financeiros para candidatos ou partidos da coligação que elegeu nas eleições do ano passado Siqueira Campos (PSDB) para governar o Estado.

Ainda segundo o secretário, os contratos estão dentro da lei. “Foram muito bem embasados. Acho que está dentro da lei”, afirmou. O secretário assegurou que a pasta não tem qualquer relação com questões políticas. “Temos consciência da coisa certa e responsabilidade”, disse. Para ela, o fato da empresa ter doado não é relevante. “Se doou, ou não, não é significativo. As contratações não são baseadas nisso. A doação é legal”, argumentou.

Sobre os critérios para a escolha das referidas empresas, Ubaldo respondeu que a secretaria buscou informações junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), sobre quais empresas estariam aptas para oferecer os serviços, inclusive avaliando questões financeiras e qualidade. “Diante disso recebemos uma lista com o nome de nove empresas, dentro das quais escolhemos seis para a contratação”, afirmou. O JTo tentou localizar o superintendente do Dnit no Estado, Amauri Sousa, mas não teve sucesso.

MPE

Sobre a instauração de Procedimento Preparatório de Inquérito Civil Público para apurar a declaração de estado de emergência nos 39 trechos, feita pelo Ministério Público Estadual (MPE), Ubaldo disse que já está com a documentação para apresentar ao promotor Adriano Neves. “O MPE está certo em cobrar, tem que fazer isso mesmo. Temos um prazo de 20 dias e vamos explicar. A questão é que as pessoas se prendem aos valores financeiros e esquecem da real situação da malha viária do Estado. Temos que ter transparência e o MPE está certo”, pontuou. (Jornal do Tocantins)

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