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TOCANTINS: UFT registra 13,01% de abstenção no vestibular

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A abstenção total no vestibular da Universidade Federal do Tocantins (UFT) foi de 13,01%, o que representa um contingente de 1.832 inscritos. Dos 14.073 inscritos para concorrer a 1.620 vagas do estabelecimento, 11,55% não comparecerem responder as 32 questões da prova aplicada durante a manhã, nas quais foram feitos os testes de matemática e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias e prova de redação. Nas provas do período vespertino, que teve 39 questões, o número aumentou para 13,01%. Nesse total, está computada toda a abstenção, pois os candidatos que não foram pela manhã, mesmo que fizessem as provas à tarde, já constavam na lista de eliminados.

A maior quantidade de falta aconteceu em Palmas, que teve 14,56% de abstenção durante a tarde. Na segunda colocação, ficou Porto Nacional, com 13,05%.

Nenhuma ocorrência incomum foi registrada pelos aplicadores de provas e fiscais nos locais do exame. Além de Palmas e Porto Nacional, as provas foram realizadas em outras cinco cidades: Arraias, Araguaína, Gurupi, Miracema, e Tocantinópolis.

Avaliação

Concorrente a uma desta vagas disponíveis, Sara Roberta Lins da Silva, de 17 anos, disse que veio de São Félix do Xingu (PA) para tentar, pela segunda vez, ingressar no curso de Arquitetura e Urbanismo. Ela destacou como grande surpresa da prova o tema da redação. Este ano os concorrentes tiveram que escrever sobre A contribuição do riso tragicômico para a formação do cidadão. Em relação à avaliação de um modo geral, a adolescente afirmou que o grau de dificuldade da prova estava mediano e apontou como uma dificuldade técnica na execução das respostas a ausência do lápis e da borracha durante o período das provas.

Já Alexandre Alves Benício, de 16 anos, que fez o vestibular para entrar no curso de Engenharia Ambiental se mostrou muito otimista quanto a um resultado positivo na prova. “Achei o grau de dificuldade pequeno, acho que foi porque estudei muito para fazer o meu primeiro vestibular”, disse. O candidato Valdeis Lima Nascimento, de 18 anos, veio de Paraíso para tentar pela segunda vez uma vaga no curso de Economia. Ele se mostrou apreensivo com as provas da tarde, que, segundo ele, tinham os conteúdos mais complicados.

De um modo geral, porém, para as provas no período da tarde os candidatos estavam mais tranquilos em relação a etapa matutina.

Seleção

De acordo com a presidente da Comissão Permanente de Seleção (Copese) da UFT, Maria Dilma de Lima, as provas do vestibular ocorreram dentro do previsto pela equipe. Ela destacou que as eliminações que aconteceram foram motivadas pelos mesmos motivos pelos quais costumam ocorrer em outros vestibulares, e também pelos atrasos no horário de chegada para fazer a prova. “Este ano nós fizemos uma avaliação da percepção do candidato quanto à prova, para obtermos dados mais preciso, os resultados serão divulgados em breve”, disse. (Alessandra Brito – Jornal do Tocantins)

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TV Norte/SBT Tocantins começa o ano com novos apresentadores

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O ano começou com mudanças na tela da TV Norte/SBT Tocantins, com alterações nos dois maiores programas da casa: o Povo Na TV e o jornal Notícias Tocantins.

As novidades fazem parte de uma série de mudanças que marcam uma nova etapa na história da TV Norte/SBT Tocantins. Em outubro do ano passado, O Grupo Norte de Comunicações formalizou a compra da sociedade em operações da TV no Tocantins, se tornando a principal afiliada do SBT no estado, com sedes em Palmas, Gurupi e Araguaína.

A jornalista Marisol Almofrey, que apresentava o Notícias Tocantins, ficará a frente do Povo Na TV, que vai ao ar entre meio dia e 13h, dando uma nova cara e um tom mais leve, aproximando casa vez mais o telespectador da notícia.

Já Wagner Quintanilha, o mais novo contratado da casa, vai comandar o jornal Notícias Tocantins, exibido de segunda à sexta-feira, a partir das 19h15, trazendo seus mais de 30 anos de experiência em comunicação para somar com a equipe de jornalismo da TV Norte Tocantins
O diretor da TV Norte Tocantins, Júlio Prado, ressalta que este é um momento importante na história da emissora. “A chegada o Wagner Quintanilha nos enche de expectativa. Ele é um nome conhecido, que vem para reforçar nosso compromisso com a informação de credibilidade. Temos um time de peso, para oferecer ao nosso telespectador um jornalismo crítico, sério e com uma importância social, e o Quintanilha é um profissional competente que vai nos ajudar a seguir reafirmando nosso compromisso com os tocantinenses”, afirma.

Wagner Quintanilha afirma estar feliz com o novo desafio. “Eu chego com uma expectativa muito grande de somar com o trabalho de grandes profissionais que já vem executando um belíssimo trabalho na TV Norte Tocantins. Estou muito orgulhoso de poder fazer parte time, e vamos fazer um bom trabalho juntos”, disse.

Quem assiste a TV Norte/SBT Tocantins, vai poder acompanhar essas mudanças e o crescimento no jornalismo da casa. A aposta é uma comunicação mais leve, mais dinâmica, e cada vez mais próxima de quem participa da programação. É uma nova forma de trabalho, mas com a mesma seriedade, comprometimento e credibilidade que o telespectador merece.

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Leitos de UTIs para Covid são bloqueados no Tocantins por risco de desabastecimento

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O Instituto Saúde e Cidadania (ISAC) que administra leitos de UTI para Covid-19 nos três maiores hospitais do Tocantins, anunciou nesta quarta-feira (20) o bloqueio de parte dos leitos. A justificativa apresentada pelo instituto é de que há risco de desabastecimento nas unidades, mas não foi informado qual o produto que está sob risco de faltar. O Instituto afirma que há problemas no “abastecimento de materiais e medicamentos essenciais para o tratamento dos pacientes internados”.

O ISAC disse que os leitos bloqueados estão no Hospital Geral de Palmas e também nos Hospitais Regionais de Araguaína e Gurupi. Segundo a nota, “atualmente, as unidades citadas não possuem condições de novas admissões até que o abastecimento seja normalizado pelos fornecedores”.

O ISAC informou que o bloqueio atinge 17 leitos que estão livres atualmente na unidade. Segundo o portal Integra Tocantins, alimentado pelo Governo do Estado, atualmente há 24 leitos livres nas três unidades. Os outros sete leitos que estão livres já estavam bloqueados antes da decisão do instituto pela equipe de controle de bactérias do hospital, já que alguns pacientes não podem ficar perto de outros, e também por casos de pacientes suspeitos.

A nota afirma ainda que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) havia sido notificada sobre o risco de desabastecimento em três ocasiões e que a situação não foi normalizada.

O painel que monitora a ocupação de leitos na rede hospitalar, o Integra Tocantins, indica que até à 16h havia 43 pacientes internados nas UTIs das três unidades citadas pelo ISAC e 24 vagas livres nos três hospitais. Veja a situação de cada hospital:

  • Hospital Geral de Palmas – 17 leitos ocupados e 13 livres (57% de ocupação)
  • Hospital Regional de Araguaína – 12 leitos ocupados e cinco livres (71% de ocupação)
  • Hospital Regional de Gurupi – 14 leitos ocupados e seis livres (70% de ocupação)

Já há relatos de pacientes que aguardam transferências para UTIs nas unidades e não estão conseguindo. É o caso de Carlos Antônio Pereira Paz. Ele está internado na Unidade de Pronto Atendimento da região norte da capital e a família conseguiu uma liminar na Justiça que determina a transferência dele para uma UTI. Uma sobrinha do paciente informou que quando a UTI móvel chegou para realizar a transferência eles foram informados que o HGP não poderia receber o paciente. A justificativa apresentada a eles foi de falta de pagamento de salário aos enfermeiros.

O ISAC afirma no entanto que o bloqueio dos leitos é por causa do risco de desabastecimento e não de atrasos nos pagamentos. A folha de pagamento de dezembro é a única, segundo o instituto, que está atrasada.

A SES foi procurada para explicar a situação e dizer para onde os pacientes que precisarem de UTI serão encaminhados enquanto o bloqueio durar. O G1 aguarda retorno da pasta.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) decidiu terceirizar o gerenciamento e operacionalização dos leitos de UTI adultos do Hospital Geral de Palmas e dos Hospitais Regionais de Gurupi e Araguaína em agosto. O governo contratou o Instituto Isac pelo valor de R$ 33,2 milhões, sem licitação. O contrato tem validade de pelo período de seis meses, mas prevê a prorrogação sucessiva enquanto durar a pandemia.

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Para enfrentar a crise, 64% das empresas tocantinenses vendem por canais digitais

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O comércio eletrônico foi a forma que a grande maioria das empresas encontrou para enfrentar a crise gerada pela pandemia de Covid-19. De acordo com a 9ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), sete em cada dez empresas brasileiras já atuam nas redes sociais, aplicativos ou internet para impulsionar suas vendas. Em maio, bem no início da pandemia, esse percentual era de 59%.

Para o superintendente do Sebrae Tocantins, Moisés Gomes, a internet tem sido uma grande aliada na sobrevivência dos negócios. “As compras pela internet se intensificaram e os empresários tiveram que se readaptar para manter o negócio funcionando. O ambiente virtual se tornou um aliado cada vez mais forte e importante para compra e venda de produtos e serviços”, afirmou.

No Tocantins, a plataforma WhatsApp é a preferida pelos empreendedores que inseriram o mundo virtual nas suas vendas, com 94% de adeptos. Instagram e Facebook são as próximas opções, com 47% e 39%, respectivamente. Apenas 8% dos negócios vendem por sites próprios.

“Isso demonstra que plataformas já conhecidas e com grande capilaridade são mais procuradas pelos empreendedores, que levam em consideração custos de manutenção e a confiabilidade do meio”, destacou Gomes.

Outro dado apontado pela pesquisa é que 59% das empresas tocantinenses continuam funcionando, mas tiveram mudanças em suas rotinas em 2020. Além disso, 34% dos entrevistados comercializaram novos produtos e serviços desde o surgimento da crise do coronavírus. Para 45% dos empresários tocantinenses, os desafios estabelecidos pela instabilidade provocaram mudanças valiosas em seus negócios.

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