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Pará

TUCURUÍ: Música, dança e oficinas marcam ações do Outubro Rosa na Unacon

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Usuários e acompanhantes atendidos pela Unidade de Alta Complexidade em Oncologia Dr. Vitor Moutinho (Unacon), em Tucuruí, no sudeste paraense, participam de várias atividades durante do “Outubro Rosa”, em combate ao câncer de mama, entre elas, dança, música, oficinas e palestras, por meio do projeto “Vida feliz” que propõe dinâmicas lúdicas e de lazer que contribuem para a evolução clínica dos usuários e para maior integração na instituição, que atua na prevenção e tratamento de câncer na região.

A iniciativa é de Sabrina Monte, psicóloga da unidade, com apoio do Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) e demais voluntários. As atividades, ao longo deste mês, contam com a participação de músicos da “Banda Loucos do Caps”, que proporciona muita descontração no ambiente da unidade.  “A gente recebeu a missão de organizar atividades diferentes, onde houvesse a participação espontânea das pessoas, então decidimos fazer essa dinâmica, na qual os participantes possam colocar para fora seus sentimentos, sair um pouco da sua realidade e simplesmente se divertir”, disse a psicóloga.

A ideia é incentivar a participação de todos, até de colaboradores. Todos cantam, dançam e brincam junto com os integrantes da banda, que segundo Wilian Tocantins, um dos músicos, é um trabalho gratificante. “Poder estar participando de uma atividade como essa, que traz um pouco de alegria para os pacientes e toda essa galera aqui na Unacon, é uma satisfação muito grande e essa é a nossa missão, levar alegria para as pessoas”, afirmou o músico.

Aloísio Neto é músico e psicólogo do Caps, presente na atividade ele explica que esse é um trabalho que já vem sendo desenvolvido no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) Tucuruí e que ajuda muito os pacientes. ”A música está sendo mostrada hoje aqui, em um contexto musical que auxilia no trabalho clínico. A gente exerce esse trabalho no Caps e podemos observar que através da música é possível resgatar a hiperatividade do paciente, que expressa através do canto, da dança, da música, alegrias, tristezas, todos os sentimentos possíveis”, garantiu Aloísio.

Francisco Alexandre dos Santos iniciou o tratamento de câncer de próstata em outubro na Unacon e já experimentou a dinâmica. “Eu me surpreendi com essa atividade. Depois de 23 anos e com os problemas  que estou enfrentando agora, com essa doença, eu consegui esquecer de tudo e me diverti, dancei, aproveitei muito, fiz o que podia, para mim foi maravilhoso demais, sem contar que encontrei aqui um ambiente muito gostoso, a unidade muito bonita, limpinha, eu estou muito feliz”, afirmou o aposentado, que aprovou a programação do “Outubro Rosa” da Unacon.

Os pacientes e acompanhantes também podem participar de oficina de sucos, ministrada pela nutricionista da Unacon, Carmen Natanna. “A oficina tem como objetivo introduzir mais alimentos saudáveis na rotina dos usuários, já que muitos deles não consomem saladas, não tem tantos hábitos alimentares mais saudáveis”, disse.

Na oficina os participantes aprendem receitas, como o suco de maracujá com erva doce, que tem propriedades calmantes, e o suco de melancia com beterraba, que é rico em licopeno, uma substância antioxidante. “Alimentos antioxidantes tem o poder de combater os radicais livres, é como se eles limpassem o nosso organismo”, explicou Natanna.

Capacitação

Dias 18 e 19 foram realizadas duas capacitações, dentro da programação “Outubro Rosa”, sendo que uma na Unacon voltada para profissionais da saúde do Hospital Regional de Tucuruí, atendendo o projeto “Capacitação para o trabalho de profissionais de saúde da região”. Dia 19, especialistas da unidade participaram do Seminário de Câncer de mama e colo de útero, em parceria com a coordenação da Atenção Primária do município de Goianésia, ministrado pela enfermeira, Katyane Oliveira. No dia 25, foi ministrada palestra pela Dra. Miriam Cristina Campolina Cenachi, diretora técnica da Unacon, com a participação de usuários, acompanhantes e servidores, entre homens e mulheres.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), somente ano passado, 267 mulheres morreram no Pará em decorrência do câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), trata-se do segundo tipo de câncer mais recorrente entre as mulheres residentes no Estado, perdendo somente para o câncer de útero. As estimativas para 2018 e 2019 no Pará são de 860 possíveis novos casos para câncer de útero e outros 740 para mama. Na Unacon, o câncer de cólo de útero é o mais recorrente, seguido de mama e próstata.

Segundo informe do Inca, a idade é um dos fatores de risco para a doença, já que de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. Outras causas determinantes para o risco da doença são de natureza ambiental e comportamental, além dos associados a fatores genéticos e hereditários.

As atividades ligadas a campanha Outubro Rosa estão sendo realizadas  durante todo esse mês, entre as ações: o Laço do Abraço, realizado em parceria com o Hospital Regional de Tucuruí; palestras com psicóloga, nutricionista, médico oncologista clínico, que deverão esclarecer as dúvidas de quem participar dos eventos. A programação será encerrada no dia 30 no prédio da Acit em Tucuruí, em um evento realizado em parceria com a Prefeitura de Tucuruí.

Serviço:
A Unacon que é referência no tratamento de câncer no sudeste paraense, funciona em Tucuruí, em frente ao Hospital Regional, na Vila Permanente. Mais informações pelos telefones (94) 3778-4928 e (94) 3778-4599.

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Pará

Pará registra 249.235 casos de Covid-19 e 6.729 mortes

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A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou nesta segunda (25) mais 1.211 casos de Covid-19 e quatro mortes. Agora são 249.235 casos e 6.729 óbitos no estado.

Segundo a Sespa, foram 78 casos e quatro mortes nos últimos sete dias, além de 1.133 casos de dias anteriores.

O Pará possui, até então, 232.853 recuperados, 29.655 casos descartados e 312 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 22,73% dos leitos clínicos e 55,60% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 384.620 testes rápidos e 53.643 testes de PCR para Covid-19, até então.

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Pará

Banpará completa 59 anos de história

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Dona Francisca tem 79 anos e há 45 é cliente do Banco do Estado do Pará (Banpará). Uma relação de carinho e respeito. “Todo dia, o meu chefe me entregava o movimento das lojas e dos postos de gasolina para eu mandar depositar no Banco, eu perguntava qual o Banco ele me dizia ‘Chica, escolhe o melhor’, então eu depositava no Banpará”, sorri Francisca.

A excelência no atendimento fidelizou Francisca, hoje, é uma cliente apaixonada. “Eu abri poupança com o nome de cada filho meu, sete ao todo. Assim fui estreitando os meus laços com o Banpará. Depois que aposentei, o atendente do INSS me perguntou se eu já tinha conta em banco, eu disse com todo orgulho ‘meu Banco é o Banco do meu Estado do Pará, é o Banpará’ e serei cliente até o fim dos meus dias”, afirma Francisca Miranda, cliente da agência Estrada Nova.

O Banco do Estado do Pará (Banpará) completa, nesta segunda-feira, 26 de outubro, 59 anos de existência. A comemoração celebra a expansão da instituição, que hoje é realidade em muitos municípios do Pará e fortalece o compromisso do Banco de estar presente em todo o território paraense.

São 59 anos crescendo em número, estrutura física e tecnologia para oferecer aos paraenses o melhor serviço de um Banco Estadual, desenvolver o Pará econômica e socialmente, além de cumprir a missão de ser um banco autossustentável.

Ao todo, são 127 agências, em 109 municípios paraenses, muitas cidades têm apenas o Banpará como instituição financeira que se faz presente para fortalecer a economia local, gerando desenvolvimento, emprego e renda, além de facilitar a vida da população. Sabemos que o Estado tem dimensões continentais e muitas pessoas precisam se deslocar do seu município para uma cidade vizinha em viagens que podem durar muitas horas.

Em 2020, o Banpará marcou a história do povo paraense. Em tempo de pandemia, o Banco trabalhou incansavelmente, com funcionários dedicados, para oferecer linhas de crédito e fomento com taxas acessíveis e assim manter empreendimentos abertos enquanto muitos no Brasil fecharam as portas. Uma ação que manteve e gerou emprego e renda.

Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que, no Pará, o Banpará é a instituição financeira mais procurada por empreendedores durante a pandemia da Covid-19. O banco foi mencionado por mais de 50% do público participante da pesquisa.

Fundo Esperança
Para a economia paraense, o Fundo Esperança foi a principal ferramenta de apoio do Governo do Estado no enfrentamento de efeitos adversos da pandemia, viabilizando o atendimento de aproximadamente 90 mil pessoas (físicas e jurídicas) e a concessão de R$200 milhões de crédito em três meses.

Para o Banpará, o Fundo também trouxe uma grande oportunidade de prospecção de futuros negócios ao abrir as portas para clientes Pessoa Jurídica que conheceram o Banco no momento em que mais precisavam de um apoio. Todo esse resultado só foi possível graças ao empenho dos funcionários da rede de agências no atendimento dos clientes do Fundo Esperança, da equipe Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Social, que trabalhou incansavelmente no suporte e orientação das unidades de atendimento e na articulação com os parceiros atuantes do processo, Sebrae e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME).

Capital de Giro

A sociedade paraense conta com o Banpará e o Capital de Giro veio para auxiliar empresas de pequeno e médio porte, como bares, academias, escolas e restaurantes, para minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19. Com o Capital de Giro, o Banpará ajudou a manter e garantir empregos.

Crédito Imobiliário
Em 2020, o Banpará reativou a carteira de Crédito Imobiliário. Um sonho antigo dos clientes e do Banco, que virou realidade e hoje oportuniza a casa própria ao atender todos os públicos com valor mínimo de financiamento de R$ 40 mil e composição de renda que pode ser feita com qualquer pessoa.

A carteira contribui com o desenvolvimento da economia local e o cliente Banpará conta com a melhor taxa de juros do mercado, pode financiar até 90% do valor de avaliação do imóvel, em até 35 anos. Sendo necessário somente o valor mínimo de 10% para entrada, quando a maioria das outras instituições financeiras solicita 20%.

Territórios Sustentáveis
O Banpará contribui com ações de fomento voltadas para a inclusão bancária dos pequenos produtores situados em Territórios Sustentáveis. Além de promover financiamento dos agricultores familiares e das cooperativas que os integram para que possam fortalecer suas produções, gerar renda e garantir que a regularização fundiária e ambiental venha atuar como uma ferramenta de desenvolvimento econômico e social.

O Banco desenvolve ações que buscam diminuir a dificuldade de acesso ao crédito e fortalecer a produção e renda dos pequenos produtores.

Banpará mais digital
A facilidade em realizar transações financeiras no horário que quiser e, principalmente, na segurança de sua casa levou os usuários do mobile crescerem significativamente na última década.
O cenário de Pandemia impulsionou ainda mais essa migração dos atendimentos presenciais para os atendimentos por meio dos canais digitais.

No Banpará as operações cresceram no patamar de 400% se comparado ao mesmo período do ano passado.

Esse crescimento foi também alavancado com o lançamento do novo App que ocorreu no final de março e dispõe de uma arquitetura mais moderna, ofertando maior segurança e estabilidade, além de agregar novas funcionalidades como investimento, biometria, solicitação de cartão, débito automático.

Para o diretor-presidente do Banpará, Braselino Assunção, hoje é um dia para agradecer. “Hoje eu vejo o Banco, um jovem senhor que se moderniza ao longo do tempo, que busca se atualizar, ser competitivo. Nesse dia, quero agradecer aos nossos queridos cliente, a sociedade paraense e a todos os funcionários do Banpará, muitos passaram momentos difíceis, mas sempre buscaram resultados melhores e fazem desse jovem senhor (Banpará) com o espírito da juventude um protagonista no sistema financeiro nacional”. (Karolinni Chaves)

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Pará

No Pará, 49 unidades prisionais já estão liberadas para visitas de familiares

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Mais 11 casas penais estão liberadas para receber visita familiar a partir desta segunda-feira (26) até a próxima sexta-feira (30). Agora, são 49 unidades inclusas no cronograma de visitas elaborado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), faltando apenas a Central de Triagem da Marambaia (CTM), em Belém, que continua com as visitas suspensas por funcionar como porta de entrada na triagem. A medida é necessária para evitar o contágio pelo novo coronavírus. As liberações refletem os avanços alcançados com as medidas de proteção adotadas pela Seap.

Em agosto, quando as primeiras unidades prisionais foram abertas para visitação, 16 conseguiram liberação. Já em setembro, chegavam a 38 unidades, e agora, em outubro, 49 permitem a visitação.

Para evitar aglomerações e tornar possível a análise gradual de mudanças da situação epidemiológica no sistema penitenciário, as casas penais estão abrindo com 50% do número de custodiados beneficiados e com familiares cadastrados para visita. A partir de agora, o percentual de abertura aumentará 10% a cada mês, até que 100% da população privada de liberdade voltem a ter contato direto com seus familiares.

Plano de Contingência – O Pará foi um dos primeiros estados brasileiros a liberar o contato familiar presencial em unidades prisionais. O Plano de Contingência elaborado e executado pela Seap foi fundamental para que nenhum óbito ocorresse entre os custodiados do Estado. O número de contaminados pelo novo coronavírus também foi pequeno em comparação ao total de internos, por isso as visitas começaram a ser liberadas gradativamente.

Em alusão à campanha nacional Outubro Rosa, de conscientização sobre o câncer de mama, algumas unidades, como as Centrais de Triagem Metropolitanas I e III (CTM I e III) e o Centro de Recuperação Penitenciário do Pará IV (CRPP IV), localizados no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém, ofereceram palestras informativas aos familiares durante as visitas nesta segunda-feira (26), por meio da equipe biopsicossocial de cada casa penal. (Vanessa Van Rooijen)

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