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Pará

Uepa retomará as aulas em formato híbrido no dia 21 de setembro

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O ano letivo de 2020 será retomado na Universidade do Estado do Pará (Uepa) no próximo dia 21 de setembro. As aulas do primeiro e do segundo semestre serão realizadas em formato híbrido, uma modalidade que mescla o ensino presencial com o não presencial, por meio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O Calendário Acadêmico Suplementar foi aprovado na reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consun) da Instituição, realizada na última segunda-feira, 31, e publicado na edição desta quinta-feira (3), do Diário Oficial do Estado (DOE).

Clique aqui e confira a Resolução Nº 3562/20

De acordo com o novo calendário, o primeiro semestre de 2020 se encerrará em 10 de novembro, considerando que antes da suspensão das aulas foram cumpridos 28 dias letivos. Já no dia 23 de novembro terá início o segundo semestre, que segue até 23 de março de 2021, cumprindo com a carga horária oficial e obrigatória. Esse calendário está orientado para os cursos de graduação, inclusive dos programas especiais, entre eles: Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) e Forma Pará, além dos cursos da Universidade Aberta do Brasil (UAB).

Conforme aprovado pelo Consun, caberá aos três Centros de Ciências e 18 campi promoverem estratégias para o acolhimento discente e da comunidade acadêmica em geral, com base nas medidas do Protocolo de Biossegurança da Universidade. Centros e campi também serão responsáveis por elaborar os próprios calendários em consonância com Calendário Acadêmico 2020-Suplementar, prevendo as atividades, necessidades de cada disciplina e especificidades dos cursos, inclusive ações de capacitação continuada sobre TIC’s.

Para o reitor da Uepa e presidente do Consun, Rubens Cardoso, a retomada do calendário acadêmico seguindo um modelo híbrido (presencial e mediado por tecnologias), decorre do compromisso fiduciário que os conselheiros têm com os princípios, valores e objeto social da missão da Universidade. “Uma decisão em favor do melhor interesse da comunidade acadêmica, com impacto plurianual, evidenciando a integridade do sistema de governança da instituição. A Uepa oferta a cada ano cerca de 21% das vagas públicas no ensino superior paraense  e essa decisão do Consun reafirma esse compromisso com a sociedade paraense”, assegurou o reitor.

Protocolo de Retomada – Na reunião extraordinária do Consun também foi aprovado o Protocolo Pedagógico de retomada das Atividades Acadêmicas. O documento tem como base diversas leis, portarias e pareceres sobre as normas educacionais excepcionais durante a pandemia no novo Coronavírus. Além disso, considera como critério para a retomada o Decreto Estadual nº 800, que institui o Projeto RetomaPará. 

Dividido em orientações gerais e específicas, o Protocolo recomenda estratégias de ações relacionadas à retomada nos cursos de graduação, com atenção especial aos alunos em condições de vulnerabilidade socioeconômica, bem como aos pertencentes a grupos étnico-raciais e com necessidades especiais, para que sejam garantidas pelos campi as condições favoráveis de acesso aos equipamentos e práticas educacionais, respeitando as especificidades e diversidades de acessibilidade dos alunos.

Também são apontadas instruções em relação às atividades presenciais, não presenciais, Plano de Ensino, conclusão de curso, qualificação e defesa de trabalhos acadêmicos, estágio supervisionado, além de atividades complementares, colação de grau e registro das atividades acadêmicas, que serão lançadas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), para fins de comprovação de composição de carga horária.

A pró-reitora de Graduação e coordenadora do Protocolo Pedagógico, Ana da Conceição Oliveira, aponta que este documento orientador é fruto de um trabalho coletivo, desenvolvido por meio de um Grupo de Trabalho designado por portaria, envolvendo gestores, docentes e discentes, que se estendeu por um longo período, em face da necessidade de análises documentais e à espera dos resultados dos inquéritos epidemiológicos externo e interno, bem como das condições de provimento para o Edital de Auxílio Conectividade para os discentes.

“Por tudo isso e respeitando a distribuição das bandeiras emitidas pela Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), esperamos despertar a vontade coletiva e realçar o papel cidadã da comunidade acadêmica, no desenvolvimento de nossas atividades com o cumprimento dos protocolos em proteção à saúde de todos nós”, finalizou a pró-reitora. (Daniel Leite Júnior / Foto: Márcio Ferreira)

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Pará

BREU BRANCO: Chamonzinho leva ações do Mais Saúde

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Neste sábado, 15, o deputado Chamonzinho (MDB), levou até Breu Branco, na região de carajás, Pará, ações do Mais Saúde, promovidas pelo Instituto Miguel Chamon, com atendimentos de saúde para fortalecer o combate à pandemia.

Chamonzinho esteve acompanhado de vereadores, vice-prefeito e prefeito da cidade, onde também visitaram a Praça São Cristóvão, que será reformada e revitalizada, através de uma emenda destinada pelo parlamentar.

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Pará

Assista o Conexão Rural deste fim de semana – 15 e 16 de maio

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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