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Bico do Papagaio

UHE Estreito está com mais de 50% das turbinas gerando energia para o Brasil

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A Usina Hidrelétrica Estreito (UHE Estreito), localizada na divisa dos Estados do Maranhão e Tocantins, iniciou 2012 em ritmo acelerado na produção de energia. Cinco turbinas, ou seja, mais da metade das suas unidades geradoras, já estão em pleno funcionamento. O empreendimento, que começou a gerar energia no início de 2011, prevê para o segundo semestre deste ano a operação comercial de todas as suas oito Unidades Geradoras.  Isso representará uma potência instalada de 1.087 megawatts de energia, capacidade o suficiente para abastecer uma cidade com quatro milhões de habitantes, o que contribuirá de maneira significativa para a melhoria do atendimento à demanda da matriz energética do Brasil.

O Consórcio Estreito Energia (CESTE), responsável pela implantação e operação da usina, intensifica agora suas ações de planejamento para a segunda fase da obra, referente à montagem eletromecânica da usina.

O gerente Geral de Obras do CESTE, Adalberto Rodrigues, avalia de maneira positiva o cumprimento dos prazos e ações realizadas pelo Consórcio nessa primeira fase de atuação. De acordo com ele, as obras civis da Usina de Estreito foram concluídas no final de 2011, o encerramento da conclusão da etapa de concretagem (concreto em massa). Segundo Adalberto, a novidade na obra é que a sexta Unidade Geradora deve entrar em funcionamento até junho, ficando apenas duas turbinas a entrarem em operação comercial até o fim do ano. “Do final do ano passado para o início de 2012, tudo foi intensificado. A previsão é que a UHE Estreito esteja com as suas oito unidades geradoras em operação até o final do ano”.

Para tanto, foram injetados recursos na ordem de R$ 4 bilhões na Usina Hidrelétrica Estreito, por parte do CESTE, Consórcio que é constituído pelas empresas GDF Suez, Vale, Alcoa e Camargo Corrêa Energia.

Vale ressaltar que, nas obras civis da UHE Estreito, foram utilizados aproximadamente 980 mil metros cúbicos de concreto.

Desenvolvimento

além do seu potencial de produção energética, o Consórcio vem desempenhando ainda um importante papel no desenvolvimento socioeconômico da região. Ao longo desses cinco anos, o CESTE gerou mais de 22 mil empregos diretos e indiretos. O volume de profissionais no mercado de trabalho local gerou movimento positivo na economia dos municípios, especialmente em relação à criação de novos empregoss, com o conseqüente aumento na renda das famílias.  O setor hoteleiro e o comércio local são bons exemplos desse dinamismo.

Com uma política voltada para o desenvolvimento sustentável da região e o respeito às comunidades de sua área de abrangência, o CESTE realizou, ao longo da implantação da Usina, uma série de ações sociais para as comunidades locais. Os benefícios realizados vão da capacitação e incentivo profissional, à emissão de documentos, tais como identidade, CPF e Carteira de Trabalho, se estendendo a obras de urbanização e melhoria da infraestrutura em toda a região, incluindo a construção de áreas de lazer e entretenimento para a comunidade.

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Bico do Papagaio

Prorrogado estado de calamidade pública por Covid-19 e cheias do Rio Tocantins em municípios do Bico

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O recesso parlamentar regimentalmente previsto para o mês de janeiro foi interrompido com a realização de sessões extraordinárias não remuneradas realizadas ao longo desta terça-feira, 25. 

O motivo é a urgência para aprovar a prorrogação, por 180 dias, de decretos que reconhecem a ocorrência do estado de calamidade pública no Estado do Tocantins e em mais nove municípios, todos em razão da pandemia de Covid-19.

Os municípios contemplados com a prorrogação são Augustinópolis, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Nazaré, Sampaio e Santa Terezinha. Com o reconhecimento, as prefeituras estão dispensadas de fazer licitação para contratar serviços emergenciais de assistência pública.

Outra ocorrência de calamidade pública reconhecia pela Assembleia, mas por motivo diverso, é direcionado ao município de São Miguel, em razão do transbordamento do Rio Tocantins. 

De acordo com o decreto do prefeito Alberto Moreira, as cheias prejudicaram famílias ribeirinhas e no distrito de Bela Vista. Os efeitos deste decreto são válidos por 90 dias.

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Começa vacinação de crianças de 5 à 11 anos contra Covid-19

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Nesta terça-feira, 25, a Secretaria Municipal de Saúde de Augustinópolis iniciou a vacinação de crianças de 05 à 11 anos de idade com comorbidade em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). O município recebeu 260 vacinas para a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

A campanha de vacinação segue o Plano Nacional de Imunização (PNI) e acontecerá das 08h às 20h e segue até dia 28 de janeiro.

As crianças devem estar acompanhadas de pais e/ou responsáveis, apresentar laudo comprovando a comorbidade, documento de identificação, carteira de vacinação e comprovante de endereço.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Populares consideram reajuste do SEMUSA abusivo e acionam MP e PROCON

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Em Araguatins, no Bico do Papagaio, moradores estão questionando o aumento das tarifas de água e serviços determinadas pelo prefeito, Aquiles da Areia (PP), junto ao Serviço Municipal de Saneamento (SEMUSA).

O reajuste atingiu todas as tarifas e serviços, variando em até 171%.

As cobranças com os novos valores, já estão sendo feitas pelo SEMUSA, e os consumidores acabaram sentindo no bolso, pois os valores mais que dobraram. Existe também a alegação que os clientes foram pegos de surpresa, sem que o SEMUSA e o prefeito dessem prazo ou parcelassem o reajuste, considerado abusivo.

Um grupo de moradores vem organizando um abaixo-assinado para entregar ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), solicitando medidas e também já procuraram o Ministério Público.

“Não podemos permitir este reajuste arbitrário que impacta de forma abusiva no bolso do contribuinte, lembrando que o que consideramos abusivo, não é o preço das taxas tarifárias em si, mas a forma elevada de até 171%, que deveriam no mínimo serem parceladas e, não reajustadas de uma só vez ao bolso do contribuinte. Atitude esta, que além de ser um abuso ao senso do contribuinte, é também uma ação arbitrária e abusiva que deve ser considerada pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor”, explica o líder comunitário Marcelo Coelho, um dos que está à frente as ações.

Já Juliana Helmer, ressalta que o decreto assinado pelo prefeito Aquiles, não possui embasamento moderado e muito menos social e político, visto que há anos a comunidade vem sofrendo com os problemas da água, mesmo tendo contribuído mensalmente com as tarifas que eram para terem sido investidas em melhorias e benefícios.

Marcelo e Juliana ainda ressaltaram que o prefeito Aquiles, sequer apresentou um projeto ou cronograma, se comprometendo a promover melhorias no sistema e na qualidade da água levada a população. Apenas determinou o reajuste abusivo sem nenhum comprometimento com melhorias.

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